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12 de abril de 2013


Vander Lee 

Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores          
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores                            
Refazendo minhas forças, minha fonte, meus favores       
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho                                
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
                                 
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho       
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho                                   
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim 

10 de abril de 2013

A dor da separação, o que fazer quando se é rejeitado


"As dores emocionais de uma separação em muitos casos costumam ser tão doloridas quanto as dores da perda por morte de pessoas próximas. Mexe tão profundamente com a auto-estima (o ego, na verdade) que pode fazer adoecer e entrar em depressão.  Por que será que dói tanto? São vários aspectos.

A parte que é deixada sente o peso da sensação da rejeição. Este sentimento é acompanhado de pensamentos que nos fazem questionar onde erramos, que tipo de “defeito” temos para que o outro tenha nos abandonado ou traído.

Se a outra parte não nos quer mais, é porque tem que ter algo de errado conosco. A dor então é grande. O único  remédio aparente pra isso é que o outro volte, para que assim a sensação de que temos algo de errado seja aliviada. E se a volta ocorre,  nos tornamos refém, nosso bem estar fica em poder de outra pessoa, pois a qualquer momento esta pode novamente romper o relacionamento. 

A parte rejeitada fica então em uma situação muito delicada, fazendo de tudo para agradar o outro por medo de um novo rompimento. O que é paradoxal, é que quanto mais se tenta agradar, mais a outra pessoa tende a nos desvalorizar, pois na verdade, esse aparente desejo de agradar o outro é fruto da baixa auto-estima, da insegurança e isso é sentido pela outra pessoa que fica cada vez mais desinteressada e distante. Afinal de contas, quem é que gosta de  ficar com uma pessoa insegura e que não se valoriza? Isso é uma das coisas que mais afasta o outro. Mas quem é rejeitado dificilmente percebe esse efeito contrário. E mesmo quando percebe, continua agindo da mesma forma na esperança de que o resultado mude. É preciso mudar radicalmente a estratégia. Vou explicar um pouco mais adiante.

Todo o desespero para voltar um relacionamento tem por trás a sensação de que só vamos nos sentir de fato inteiros, apreciáveis se o outro voltar. É pura insegurança, auto-estima baixa.  Alguns se humilham, imploram. Quando isso não dá certo (alias é raro que esse método tenha um bom resultado) a pessoa cai na mágoa, raiva, rancor. Há casos de pessoas que tentam transformar a vida do outro em um inferno, ainda mais se a outra pessoa estiver engrenando em um novo relacionamento.

Toda essa necessidade de ser reconhecido e aceito pelo outro vem do ego. O ego  tira o seu falso senso de identificação de “eu” e de valor de fatores externos. No momento que o outro não nos quer mais, dói profundamente no ego. Só que não temos controle sobre os outros. Na verdade já somos completos, os relacionamentos deveriam ser uma opção a mais para dar um colorido diferente (falei “colorido diferente” e não “o” colorido) a nossa vida. Mas não é assim que o ego, que é sempre inseguro, sente.  

O primeiro passo para começar a acabar com essa dor, é reconhecer que todo esse desespero vem do ego, que é uma parte que está dentro de você, mas que não é você em si, embora pareça que seja por estarmos em total identificação com ele. No entanto, com a percepção de que isso vem do ego, começa o processo de desidentificação com ele. Sinta, observe o ego e todos os pensamentos e emoções que surgem. Não estou dizendo que você conseguirá fazer isso sem sentir dor. Vai doer sim, mas ao mesmo que dói você estará consciente dos pensamentos e sentimentos quer surgem, sabendo que eles vem do ego e que você é a consciência que está ciente dele, e não é ele em si. Isso  fará com que ele perca pouco a pouco o domínio sobre você, pois você está deixando de agir de no automático, de forma inconsciente, sem nem saber que é o ego que está agindo no seu lugar.Perceber a ação dele é o começo do fim do seu domínio e do sofrimento.

                Conforme falei antes, as pessoas que estão sendo rejeitadas tentam de tudo para reverter a situação: imploram, prometem coisas, dizem que amam de mais, que não podem viver sem a pessoa, tentam argumentos racionais, alguns se humilham. E de acordo com o que podemos observar, isso raramente faz o outro voltar, e quando se consegue esse objetivo, vira-se um refém. Argumentos racionais não tem o poder de fazer o outro se sentir atraído por nós, e apenas geram mais contra- argumentos racionais do outro lado que justificam a separação.

A atração é gerada por fatores quase que totalmente inconscientes. Perceber a outra pessoa como se ela tivesse menos valor do que nós (por que ela está insegura e se humilhando) faz qualquer um perder ainda mais a atração. Por isso é que a tática de argumentar, implorar nunca traz um resultado satisfatório.

O que se deve fazer então? O que vou falar agora pode parecer sem sentido, ou que vai piorar ainda mais a situação, mas funciona muito bem. Assim que o parceiro/parceira começar a falar em separação, concorde totalmente com ele. Concorde inclusive com todos os argumentos que o outro lado oferecer, e você poderá argumentar coisas do tipo:  “a gente não dá certo mesmo, tem tal e tal defeito em mim que você não suporta e eu não consigo mudar, você tem razão, é uma pena, mas é verdade, a solução é separar...”. Soe totalmente sincero e sem qualquer tom de briga, sarcasmo ou vitimismo. Muitas vezes, só o fato de agir assim, já pode reverter completamente a separação. Vou explicar o porque.

O outro (o ego do outro na verdade) passa a ver você com uma pessoa segura, e isso é muito atrativo. O ego do outro, que antes se sentia superior e no controle da situação, agora fica inseguro e provavelmente vai precisar de você para sentir segurança novamente. Quando você cria aceitação da situação, você deixa de brigar e lutar, assim você para de alimentar os sentimentos de vitima do seu ego. Com isso você deixa de transmitir a imagem da insegurança.  

Se ainda assim o parceiro insistir em separar, continue o processo, concorde com tudo, se mude. Comece a sair e a conhecer outras pessoas. O outro lado com certeza começará a valorizar você, por que na verdade você está agindo como uma pessoa que se dá valor. O que você está transmitindo ao outro, é a mensagem de ele não é a única pessoa desse mundo como você antes pensava, e que você poderá ser feliz mesmo sem ele/ela. A solução é sempre criar total aceitação e não resistir.

É claro que é difícil agir dessa forma. Por isso eu uso a EFT em consultório quando chegam casos como esses, para limpar todo o desespero, medo, insegurança e sentimentos de inferioridade da pessoa que está sendo rejeitada. Assim o cliente consegue, muitas vezes até de forma natural, “soltar”, desapegar do outro. E isso, por estranho que pareça, tem um incrível poder de atração. Limpando as emoções com EFT, toda essa ação que de concordar com outro, que eu descrevi como uma estratégia que pode reverter a separação, soa completamente lógica e como a melhor coisa a se fazer. Usando a EFT de forma adequada, a dor da separação é amenizada drasticamente e a pessoa consegue retomar a vida de forma mais rápida. E caso haja uma volta do relacionamento, a pessoa estará muito mais fortalecida o que a torna muito mais interessante na visão do outro".

Para quem deseja uma experiência mais profunda com a EFT, Por André Lima:

4 de abril de 2013

Patwork - eu recomendo


Grupos de Estudos Pathwork:
GR. Brumadinho, 275 – s/304 – Prado – BH – MG
Telefone fixo : (31) 33445640  - deixar recado


“Este caminho não é uma prática espiritual que objetiva, a priori, atingir uma consciência espiritual superior.
Existem vários métodos e procedimentos que  buscam  a realização do eu espiritual.
No entanto, muitos deles, apesar de usarem métodos válidos e vigorosos para atingir esse objetivo,
não dão atenção suficiente às áreas do eu-ego que estão mergulhadas em negatividade e destruição.
O sucesso que se atinge dessa forma dura pouco e é, na realidade, uma ilusão,
mesmo que algumas experiências possam ser bastante genuínas.
Mas um estado espiritual atingido dessa maneira unilateral não é firme e não pode ser mantido
a não ser que a personalidade total esteja incluída.
Como o homem se esquiva de lidar com algumas partes de si mesmo e aceitá-las,
freqüentemente ele busca refúgio em caminhos que prometem a possibilidade de evitar as áreas problemáticas.” Pw204
do livro O Caminho da Auto-transformação de Eva Pierrakos, Ed. Cultrix

Uma perspectiva científica sobre o Reiki



Quem pratica sabe que Reiki é Simples, que a Definição de Reiki é algo como “Energia Universal” – A energia que nos anima, que é a vitalidade em tudo o que existe. Com a pesquisa acadêmica e científica sobre o Reiki, vamos encontrando outras definições e perspectivas.


Segundo a Prof. Antônia Maura Ferreira, “o Reiki faz parte das Terapias Complementares que trazem uma visão holística da saúde e das enfermidades do corpo físico como consequência de desordens no fluxo energético do organismo gerada por um desequilíbrio no eixo neuroimunoendocrino e por padrões e estilos de vida que não permite um bom gerenciamento do stresse, além de outras hipóteses. 
No Reiki a pessoa é vista não como um doente e sim com um potencial de cura e de energia vital, podendo ela através da mediação do terapeuta encontrar o caminho de volta ao equilíbrio e a saúde.”
Tendo várias definições, o Reiki nunca deve perder a sua identidade e finalidade – o auto-cuidado, a elevação da consciência, o cuidado nos outros, reequilibrando energeticamente. Reiki é simples, vale a pena experimentar.
Os estudos das Ciências Naturais é o Universo, que incluem em seus subcampos a astronomia, biologia, física, química, geografia e ciências da terra. Os métodos utilizados partem de paradigmas. As teorias produzem conhecimentos seja de um ponto de vista cartesiano-newtoniano da física clássica ou do ponto de vista da física moderna, que acaba por influenciar estudos em outros campos das ciências, por exemplo, a biologia.
Quando temos uma ideia e não podemos provar ou ela ainda não foi provada, em ciências, dizemos que estamos fazendo uma conjectura. Esse artigo não busca fazer conjecturas, e sim apontar uma idéia que possa ser Teoria com fundamentação científica, já que ela vem sendo estudada e comprovada cientificamente em diferentes campos das ciências naturais. O objetivo é proporcionar um maior reconhecimento e compreensão do Reiki enquanto Terapia Integrativa Complementar nas Políticas Públicas de Saúde.
Dialogando, as conceções científicas e filosóficas (pós) modernas, com pensamento, filosofia e escritos da cultura oriental onde essa prática terapêutica inicia.
O campo de Energia Universal (REI) e o campo de energia do que é vital no planeta (KI), é o significado em japonês da palavra REIKI, esses dois campos juntos se compõem de diferentes energias que o espectro eletromagnético pode identificar no ponto de vibração da frequência de Luz Visível.
Para alguns cientistas esse campo numera muitas propriedades da energia do Universo. O CÉU impregna todo o espaço, objetos animados e inanimados, e liga todos, uns aos outros; flui de um objeto para outro; e sua densidade varia razão inversa da distância da sua origem. Também obedece às leis da indutância harmónica e da ressonância simpática. Definindo a matéria como energia condensada, o CÉU poderá existir entre o presentemente se considera o reino da matéria e o reino da energia, o que alguns cientistas chamam de bioplasma. Para os estudiosos desse campo o CÉU é sinérgico e constrói formas (BRENNAN, 2006).
O Campo da Energia Humana é a manifestação da energia universal intimamente envolvida na vida humana, que alguns chamam de campo vital. Os Yogis (praticantes avançados do Yoga) em meditação observavam esse campo e descreviam em pontos de rodas de luz (em sânscrito Chakras) interligados a filamentos em ondas de vibração de som, cores e luz (em sânscrito Nadis), a variação dessas cores dependia da observação do Yogi e da vibração da frequência emitidas pelos pontos. Interessante constatar que as mesmas cores descritas pelos Yogis nos principais Chakras onde situa a coluna vertebral, por onde a energia vital circula com mais intensidade são as mesmas cores observadas na Luz Visível eletromagnética. Essa força emana da base da coluna vertebral e responde aos pensamentos, emoções e intenções, reagindo vibratoriamente em ondas em todo corpo e campo humano de energia (o que os Yogis chamam de Shakti ou kundalini). A Energia, Luz, Cor, Som e Calor são observados no caminho que percorre a Kundalini. Os Yogis dizem que se esse caminho estiver livre e com os Chakras Nadis em equilíbrio, a Kundalini desperta e nos liga a nossa fonte essencial e original o Amor Universal (Shakti).
A humanidade tem cultuado grandes arquétipos femininos sempre que procura por um relacionamento místico com a vida e com o universo. O Grande feminino é a Shakti (energia do grande feminino que existe dentro e fora de nós), e a Shakti é a Força Suprema que permeia todo Universo, o intelecto da verdadeira sabedoria, o poder da vontade, poder de manifestação, poder inerente a natureza que inclui os fenômenos da eletricidade e do magnetismo. A natureza do poder é uma força feminina nas escrituras antigas, não existindo um poder maior do que o Amor. O Amor é a força unificadora da humanidade. (Ashley-Farrand, 2005). Os símbolos vêm do que Jung denomina de inconsciente coletivo e arquétipos
Os cientistas vêm estudando cuidadosamente os seus atributos, o calor e a luz, há tanto tempo quanto nós temos indagado sobre o cosmo. Mas com todas as investigações, a ciências moderna conhecem apenas poucas coisas sobre a luz. Não se pode saber com certeza se ela é uma partícula ou uma onda. No entanto podemos medir muitas das suas propriedades físicas. O mesmo é verdadeiro para o calor. Quer o calor seja medido sobre a Terra, sobre as luas de outros planetas ou fora da nossa galáxia, geralmente sabemos quão quentes ou frias. No entanto, com relação à luz e ao calor ‘espiritual’ dispomos de poucos dados científicos, pois não há ferramentas mecânicas disponíveis para estudar ou medir esses fenômenos. Cada vez mais a Ciência busca aprofundar seus estudos e ter técnicas que possibilite um maior conhecimento sobre o Campo da Energia Universal. (Ashley-Farrand, 2005).
O ‘REI’ flui independente do ‘KI’, mas essa energia vem muito forte e numa vibração eletromagnética muito intensa, bem diferente da do campo de energia humano e das formas. O símbolo Reiki passa ser um “tradutor”, filtrando essa energia (REI) há uma vibração que possa ser usada pelo campo da energia vital (KI). A energia Reiki potencializa todos os campos de energia vital. Alguns cientistas chamam essa energia de energia consciente. Existem teorias como a do Universo autoconsciente, a teoria dos campos morfogenéticos, a teoria da complexidade, a teoria do holográfico, a teoria do campo quântico entre outras, que nos dão informações do que acontece durante uma sessão de Terapia Integrativa Complementar Reiki.
A energia emitida por um corpo não é continua, a física quântica prova que essa energia é emitida em pacotes de energia (quanta), a luz por sua vez possui uma natureza “dual”, ou seja, em determinados fenômenos ela se comporta como onda (natureza ondulatória) e, em outros, como se fosse uma partícula (natureza corpuscular). O biólogo Rubert Sheldrake com base em suas pesquisas descreve os campos morfogenéticos, que desenvolve a idéia de um campo que acima de tudo é mental e abrange todos os espaços do mundo. Este conceito inclui não só a forma, mas também o comportamento, segundo as palavras dele, a alma de entidades biológicas, Para Sheldrake, o campo é um espaço onde se brinca, corre, sofre, sonha, e onde se guarda as paixões e os tesouros de cada um, o campo das emoções. Essa idéia não se limita aos humanos, as plantas e animais, pois desde um ponto de vista eletrodinâmico, campos (ou almas, para Sheldrake) estão ao redor de lugares e paisagens, comunidades e grupos, ecossistemas e cosmos. A alma não está no corpo, mas o corpo está na alma, nos dizeres do autor. (Sheldrake, 2001).
A física nos deu a idéia de diferentes campos como o campo eletromagnético, o campo gravitacional, entre outros. O campo eletromagnético é definido como condição de força elétrica e carga magnética que se forma no espaço em torno de corpos carregados, produz atração e repulsão, e influências entre os corpos. Já o campo gravitacional é definido como sendo uma estrutura encurvada do espaço que se forma da atração mútua que existe entre os corpos dotados de massa. O campo mórfico é definido como um espaço inseparável da matéria, que contem e se estrutura de acordo com as interações gravitacionais e eletromagnéticas dos corpos, já o campo morfogenético é definido como uma estrutura  que contém o arranjo de todas as condições físicas que mantém a coesão genética, interna, historicamente desenvolvida, compartilhada por todos os membros de uma espécie biológica.
A teoria dos hologramas diz que o todo é diferente da soma das partes, já que cada parte contém um todo e o todo contém todas as partes. Holograma é definido como um modelo de totalidade contínua, que tem uma ordem implicada que se manifesta em cada fragmento.
Lawrence (1997) baseado nos trabalhos de Alfred North Whitehead sobre eletricidade e magnetismo, propôs que as interações eletromagnéticas são o correlato físico da imanência de Deus. As responsáveis por todas as propriedades e processos da natureza. Segundo o autor, os elétrons são mantidos em órbita ao redor do núcleo de um átomo pela força eletromagnética, via seus fótons virtuais. E é esta mesma força que mantém os átomos agrupados em uma molécula, de forma que as raízes de todos os processos químicos e biológicos operem via forças eletromagnéticas. O corpo humano se mantém através deste mecanismo, das interações das células sanguíneas à atividade dos neurónios no cérebro. É esta força que governa o incessante intercâmbio entre as moléculas do ar e da água, que coletivamente geram os sons e a superfície do oceano, bem como a comunicação moderna por televisão, rádio, telefones, satélites e tecnologia a laser.
Segundo a visão da Mecânica Quântica, a natureza é o resultado da forma em que o observador estabeleceu uma medição que, por sua vez, determinou as propriedades do objeto observado, ou seja, da natureza que foi descrita segundo o método de medição selecionado.
O sentido de significado, que cria a realidade, aparece no paralelo entre a Física moderna e o misticismo oriental feito por CAPRA (1983). Partindo da concepção de que a massa é uma forma de energia, o autor lembra que a matéria é apenas uma manifestação processual da energia, resultante de um mecanismo contínuo que envolve divisão, colisão e reagrupamento de partículas subatômicas. Inúmeras bases teóricas dão consistência à proposição, como:
a) a Equação Relativística de Paul Dirac, que sugere que todos os elementos que compõem a natureza têm uma mesma estrutura;
b) a mudança de estado destes elementos atómicos, que gera as diferentes formas de energia, palpáveis ou não, desde um ponto de vista táctil, que povoam a natureza;
c) o Princípio da Incerteza de Heisenberg, que sugere que as partículas subatómicas, que compõem a energia em seus diversos aspetos, se reagrupam indeterminadamente, podendo se manifestar segundo duas funções diferentes e complementares: onda e partícula;
d) a perceção destes diferentes estados da energia relacionada com a inércia dos corpos que, quando em movimento, produzem forças centrífugas, em relação a pontos fixos, e aos campos gravitacionais que, como curvaturas dos espaços circunvizinhos aos corpos, têm sua estrutura determinada pelos objetos materiais e determinam a forma essencial dos mesmos.
Hugh Everett propôs uma nova interpretação da Mecânica Quântica, que nega a existência de uma realidade única como classicamente percebida, e sugere uma realidade composta por muitos mundos sobrepostos, alguns não observáveis, porém igualmente reais (ESHLEMAN, 2001). Visto deste ângulo, a trajetória de configuração da memória de um observador, conduzindo uma sequência de medidas, não é uma sequência linear de configurações de memória, mas uma árvore de ramos, com todos os resultados existindo simultaneamente em uma sobreposição final que gera vários coeficientes no modelo matemático que o representa. A extensão e a complexidade da ramificação é limitada pela capacidade de memória do observador.
A memória em si é tratada por Karl PRIBRAM (1995), que usa das teorias que explicam os fenómenos quânticos e leis da Mecânica Quântica, a fim de explicar processos psicológicos, que acontecem no sistema nervoso. Para se referir a experiências espirituais, usa das palavras de Karl Popper, que assim denomina as experiências que emergem da totalidade interativa entre cérebro, corpo e meio ambiente, que pode ser chamada mente e/ou espírito. Seríamos capazes de reduzir a dor e de minimizar qualquer outro tipo de aspeto negativo, pelo controle de nós mesmos, preveniríamos o câncer e outras coisas (através do pensamento), prevê o autor. Pois, segundo os resultados dos seus experimentos (PRIBRAM, 1997), existe um processo multidimensional do tipo holográfico no córtex cerebral, que serve como uma referência à operação de contrações musculares que geram algum resultado ambiental específico, com base em experiências antecedentes (da espécie ou do indivíduo), que estão armazenadas no holograma neocortical.
Seguindo esta linha de raciocínio humanista utilitário (MORAES, 2002) em sua Tese de doutorado, sugere uma ideia de natureza que tem como base alguns conceitos das ciências e filosofia (pós) moderna empregados na descrição de fenómenos físicos. A discussão se inicia com a proposta de uma natureza que se faz do processo de divisão, colisão e reagrupamento de partículas subatómicas. Todos os objetos, cujos significados correspondem às sínteses formuladas a partir da articulação de conceitos e ideias, e que compõem a natureza, apresentam estrutura subatómica. Qualquer objeto ou coisa, que se reconheça como entidade que ocupa um lugar no espaço, é o reflexo da apreensão de um conceito ou ideia que definem os seus limites. Os limites que definem os objetos são também subatómicos. A natureza é subatómica e se constitui dos objetos cujos significados são compreendidos pelo observador. Sujeito e objeto estão obrigatoriamente vinculados. O significado da natureza é a sua constituição, que varia segundo a perceção dos significados apreendidos por cada um dos sujeitos.
A imagem humana é feita da sobreposição de imagens de natureza apreendidas pela perceção, segundo as interações permanentes que ocorrem entre formas, cores, aromas e sons e os conceitos e ideias. Um indivíduo da espécie humana se pudesse ser observado por um tipo fictício de equipamento especial de auscultação subatómica, seria percebido como um conjunto de imagens sobrepostas. Estas imagens mostrariam o arsenal de possibilidades de raciocínio do indivíduo observado, e todos os componentes da natureza que o circundaria. A potencialidade criativa da mente humana que é um conjunto de partículas subatómicas arranjadas segundo determinada lógica, e não pode ser isolada do sistema que percebe como natureza.
O corpo humano é um objeto reconhecido como tal, pois tem um significado que é único, desde um ponto de vista estrutural e funcional. É formado por partículas subatómicas arranjadas segundo as lógicas descritas pela anatomia e fisiologia humanas, de modo a compor os tecidos e órgãos que se agrupam em sistemas e aparelhos. Todas as reações físico-químicas, do metabolismo corporal, se resumem a processos de divisão, colisão e agrupamento entre partículas do nível subatómico. Os sinais bioelétricos que percorrem os neurónios entre os recetores sensoriais (tácteis, auditivos, visuais, olfativos e gustativos) e o sistema nervoso central (medula e encéfalo), não são exceção.
Bem como todos os elementos da rota descrita por HEEMANN (2001), que converte um estímulo inicial (interno ou externo), alternadamente, em impulso nervoso e mensageiro químico, entre as células nervosas, até o cérebro. O significado do sinal é suprido no cérebro, dependendo da consciência valorativa daquele que foi estimulado (HEEMANN, 2001).
PRIBRAM (1997) sugere que existe, no córtex, um processo que gera resultados, com base em experiências antecedentes (da espécie ou do indivíduo). As informações estão distribuídas na forma de um holograma, mas não se pode localizá-las em uma coleção de células específicas do cérebro (PRIDEAUX, 2001). Correlações e associações resultantes de imagens da memória, que representam as consequências de diferentes estímulos, estão contidas no córtex cerebral ou, segundo as palavras de PRIBRAM (1997), “em qualquer outro lugar”. Os limites materiais da estrutura anatómica cerebral são significados das figuras da memória coletiva que delimitam o cérebro, segundo um sentido material. Talvez, este “qualquer outro lugar” possa ser compreendido como sendo os campos mórficos, de SHELDRAKE (1998). Os campos mórficos individuais contêm toda a noção da realidade que circunda o indivíduo. O seu próprio corpo está contido no campo eletromagnético que contém a sua forma. Tudo o que pertence à vida do sujeito está no campo que lhe contém. Todos os códigos, que representam os significados da vida que se percebe, fazem parte da consciência.
A consciência é a percepção do que compõe a realidade, o próprio homem que se percebe mergulhado em um campo eletromagnético maior. O campo mórfico de um indivíduo contém tudo o que está na consciência. O holograma das imagens da memória faz parte da consciência, e está no campo do indivíduo, da espécie e da totalidade composta por todas as espécies.
Muitas articulações de pensamento refazem as imagens de memória, transformando o sentido de vida do indivíduo e a sua conceção de natureza. Novas sintonias com outros aspetos da realidade tornam mais abrangente a consciência e o campo mórfico que envolve a pessoa. A realidade se amplia, se diversifica, de maneira ilimitada. O desenvolvimento do conhecimento, de modo não tendencioso, gera um processo de consciencialização crítica, que indica a realização plena do homem, e pressupõe o abandono do conhecimento vulgar, do senso comum (HEEMANN, 1993).
No nível subatómico, a matéria apresenta “tendências a existir”, e os eventos não ocorrem em instantes e direções definidas. Essas tendências são ondas de probabilidade, quantidades matemáticas abstratas, relacionadas às probabilidades de se encontrarem as partículas em determinados pontos do espaço, e em determinados instantes (CAPRA, 1983).
Os objetos materiais sólidos são padrões de probabilidade semelhantes a ondas, e não representam probabilidades de coisas, mas probabilidades de interconexões. As partículas subatômicas não possuem significado enquanto entidades isoladas, e somente são compreendidas como interconexões entre o observador e o objeto.
Quanto mais complexo for o conhecimento, maior a complexidade da natureza. Edgar Morin (PESSIS-PASTERNAK, 1993), diz que o objetivo do conhecimento não é descobrir o segredo do mundo, mas dialogar com o mistério do mundo. Para ele, o universo é concebido a partir do tetragrama ordem/desordem/interações/organização. A consciência deste mecanismo profundo parece análoga ao sentido do divino, de Carl Jung e Paul Tillich, que é algo que surge de dentro do homem, e se expressa na consciência que nasce de tais profundezas. O sentido do divino é a base para um possível acordo ulterior quanto ao conteúdo ou substância do que os autores denominam “experiência de Deus” (DOURLEY, 1985). Quanto mais conhecimento se adquire, maiores as probabilidades de reestruturação do pensamento, segundo novas lógicas que ainda não haviam sido descobertas, ou seja, segundo novas sínteses.
A Energia Reiki gerada na natureza dinâmica do Universo (“Grade Vácuo“), em constante movimento, interage com o “vácuo” da natureza humana (Ki) dentro de um campo  que segundo a teoria quântica dos campos, todas as interações ocorrem através da troca de partículas. No caso das interações eletromagnéticas, as partículas trocadas são fótons. As forças entre as partículas refletem padrões dinâmicos inerentes a essas partículas. Na verdade o “Vácuo é um vácuo vivo”, considerado uma das grandes descobertas da física moderna. Nas palavras do sábio chinês Chang Tsai:
quando se sabe que o Grande vácuo está repleto de ch´i (ki), compreende-se que não existe coisa alguma que seja o nada.
Esse ‘Grande Vácuo Vivo’ é a própria essência do Ser. O Amor Universal, a Energia Reiki, a Shakti em todos nós; o amor dinamiza os potenciais do ser, já a Energia Reiki dinamiza os processos de cura contribuindo para que os neurónios, as glândulas do sistema endócrino e o sistema imunológico, imunizando e/ou produzam enzimas saudáveis com relação a diversas agressões ao seu equilíbrio enquanto vitaliza o campo emocional e psíquico, interagindo a energia no vácuo do ser, também chamado campo ‘espiritual’.
A Luz Visível no campo eletromagnético afeta nosso humor e sensação de bem estar, assim também a Energia Reiki que chega até nós a partir da imposição das mãos do terapeuta reikiano, que serve de ‘canal’ para que essa freqüência de onda-partícula possa chegar a todo o campo vital, não só o humano.
WOLF (2001) afirma que a luz se move num eterno agora. No Reiki todos os cinco princípios, trazem uma consciência do poder do agora, Só por hoje é o fundamento dos princípios Reiki. Esse autor a partir de suas pesquisas, afirma ainda que, a mente também contém uma luz sagrada. Ela também se move sem experimentar o espaço ou tempo. Nós podemos perceber essa luz dentro da nossa própria mente. Ela existe no domínio imaginal do nosso ser essencial e subjetivo. Nós podemos vê-la apenas se olhar para o nosso interior. Todos nós sabemos secretamente que ela é real. Nós deveríamos sabê-lo, pois nós somos essa luz.
No campo da Saúde, a Terapia Integrativa Complementar Reiki tem sido reconhecida em pesquisas e, no tratamento de diferentes questões voltado à saúde-doença. Um dos principais avanços está na redução de medicalização e na capacidade de cura do corpo após sessões de Reiki.  Diferentes relatos de pacientes, além de pesquisas no campo académico faz com que o reconhecimento do Reiki seja uma possibilidade em todos os países.
Cada vez mais, as ciências tem trazido para o campo da medicina a possibilidade de um trabalho integrado com práticas terapêuticas, hoje já uma orientação da OMS e um reconhecido trabalho por parte de alguns sistemas públicos de saúde no mundo.
Em Portugal, o reconhecimento do Reiki e o aprofundamento de um trabalho integrado e avanço no campo das pesquisas académicas deve ser um espaço de mobilização e atuação social, bem como uma disposição e atuação dos órgãos sociais. Cabem também a nós cientistas e ao mesmo tempo cidadãos que somos, propor e defender um sistema de saúde integrado dentro de princípios éticos que ofereça o acesso, ao que hoje é fundamentado cientificamente pelas ciências e reconhecido pelos seus resultados junto à população.
Antonia Maura Alves Ferreira

Disponível em:

O julgamento cabe a Deus


Por Padre Marcelo Rossi.


Amados!!

Existem três coisas que não têm mais volta: a oportunidade perdida, a pedra atirada e a palavra falada.

Surpreende, impressiona e assusta a facilidade e a naturalidade com que as pessoas julgam e falam mal umas das outras.

Esquecem facilmente do mandamento divino que diz:  “Não dê falso testemunho contra ninguém”.

O julgamento cabe a Deus, pois uma pessoa que tem o amor de Jesus em seu coração perdoa o próximo, enaltece as qualidades alheias e procura enxergar e ressaltar as coisas boas que o outro faz.

Jesus, ao morrer na cruz, deixou para trás todas as nossas maldades e pecados.

Ele nos amou do jeito que somos.

Por isso neste amor somos impelidos a Evangelizar, falar bem e não falar mal.

 
          Um forte Ágape!!!

28 de fevereiro de 2013

O relacionamento como treinamento espiritual

Os relacionamentos românticos são os melhores professores para o crescimento espiritual e a auto raalização. Não existe caminho melhor para se tornar auto realizado do que o relacionamento romântico ou o casamento, ambos fazem com que tudo venha a tona, e quando digo tudo, não é exagero. 

Qualquer padrão ou complexo negativo que estiver oculto na mente subconsciente virá com certeza à superfície. Qualquer um pode viver uma vida espiritual dentro de uma caverna, num mosteiro ou no Himalaia. O verdadeiro teste, que prova que se você vive ou não uma vida espiritual, é a vida mundanda, entre as pessoas. 

Se você conseguir praticar a presença de Deus em seu relacionamento com o parceiro, então conseguirá praticá-la em qualquer lugar. Os relacionamentos românticos representam o melhor instrumento de aprendizado que você pode ter, se decidir usá-lo dessa forma.

Quando faço uma retrospectiva da minha vida amorosa, vejo cada pessoa com quem me envolvi como um curso de treinamento espiritual, assim como eu também fui para elas. Sempre utilizo meus relacionamentos com esse propósito, e digo isso em termos extremamente positivo. 

Cada parceiro tem dons espirituais diferentes, os quais podemos aproveitar para nosso próprio crescimento espiritual. E eles fazem o mesmo comigo. Mesmo quando estes relacionamentos acabam, sentimos gratidão um pelo outro, por tudo que ganhamos com o relacionamento.

Cada amizade ou relacionamento romântico ajuda a trazer para a superfície algumas de nossas facetas que precisamos aceitar. Essas facetas podem ser vistas como partes do eu que ainda não desenvolvemos. Se a cada relacionamento que tivermos, tomarmos posse dessas partes ou as integrarmos, aprendendo com nosso parceiro, com o tempo chegaremos  à plenitude.  É por isso que as pessoas que se relacionam com outras bem diferentes tem grande oportunidade de crescimento e aprendizado.

Cada relacionamento ou amizade é como uma oficina espiritual. Também existe uma grande beleza e desenvolvimento quando vivemos com uma pessoa a vida toda. Uma pessoa não é melhor do que a outra; tudo é uma questão de aprender com as experiências da vida e com o destino reservado para nós.

Por Joshua David em: A ascensão e os relacionamentos românticos.ed.pensamento.

Podemos mudar o karma nas relações?

Desde que me conheço por gente, tenho me dedicado a tentar compreender a vida e a trilhar um caminho sem sofrimento, ou no mínimo, menos sofrível. E no meio dessa busca de compreensão, a primeira lição descoberta, na filosofia espírita, foi a existência do karma, ações de vidas passadas que justificam os resgates da vida atual. Com certeza, foi muito esclarecedor, mas ainda bem pouco libertador, porque sentia tudo isso como verdadeiro, apesar dos aspectos limitadores.

Tinha muitas dúvidas, não entendia, inclusive, se tinha o direito de desejar alterar o karma, o que significaria mudar de vida, tomar atitudes difíceis. Naquela época, pensava se seria correto me separar ou não do meu, então, marido. Pois pensava que se era uma relação kármica, qual direito eu tinha de interromper o processo?
Mas o sofrimento impulsiona... E fui vendo que precisava aprender mais, compreender o que Deus havia traçado para mim. Porém, foi um período de grande conflito. Como era muito jovem, percebi que mesmo estando casada, o coração estava vazio e, por isso, olhava do lado, observava outras pessoas, sentia atração por outros homens, sentia inveja vendo gente bem casada, e depois, naturalmente, enchia-me de culpa e me sentia um lixo. Finalmente, depois de tanto sofrer, cheguei à brilhante e triste conclusão que estava gerando novos karmas.

O próximo passo foi descobrir que precisava mudar isso, já que além do componente moral distorcido, emocional em conflito, eu estava adoecendo. E foi por este grande e doloroso impulso que me abri à filosofia oriental. No entanto, tudo permanecia confuso. Não sabia no que acreditar, mas não podia mentir para mim mesma, nem represar o desejo de tentar ser feliz de um outro jeito.
A vida me exigiu escolhas e posicionamentos. E hoje sei que a tomada de consciência, movida pela dor, foi fundamental.

Casar, descasar, abrindo mão do sonho, é sofrido, para qualquer pessoa, e em qualquer idade, porque é normal ter medo do novo, da solidão, de errar como se tivéssemos nascido para ficar a vida inteira com a outra pessoa. Alguns, além dos dramas íntimos, têm medo de ferir o outro e terminam por se afundar cada vez mais na relação.

O conhecimento de Vidas Passadas, nesse sentido, foi muito libertador, pois compreendi que vivi coisas muito diferentes no passado, já fui vítima e também algoz e, o melhor, nem sempre ao lado daquela pessoa. Na época, tudo no casamento era problemático, até os diálogos e os pequenos comentários se transformavam em longas discussões, na tentativa de encontrar um consenso.

Hoje, vejo que eu era péssima para meu ex-marido, assim como ele era péssimo para mim. Um despertava o pior do outro. Foi apenas no momento em que não quis mais mudar meu companheiro, e que não tinha mais raiva dele, que consegui me libertar. Começou a brotar em mim o desejo honesto de vê-lo feliz. Não era mais perturbada pela raiva. Queria me separar para ser eu mesma. E foi nesse ponto que o karma acabou!
Anos depois quando me tornei terapeuta, vi muitos casos como o meu. Vi muitas pessoas presas ao desejo de salvar o casamento, ou mudar a outra pessoa, e percebi que não há uma regra, ou um tempo que seja igual para todo mundo. Sei apenas que podemos e devemos procurar a felicidade e simplificar aquilo que sentimos, fazendo uma corajosa autoanálise, perguntando-nos se estamos felizes, se desejamos viver assim até a velhice?

Quando fazemos o que precisa ser feito, quando tiramos a raiva e a emoção do contexto, tudo fica mais fácil. Claro que para chegar até esse ponto existe um bom caminho, mas é possível trilhá-lo.

Sempre brinco dizendo que antigamente os casamentos eram eternos porque as pessoas morriam cedo. Hoje, uma pessoa de quarenta, cinqüenta anos, tem, no mínimo, a expectativa de viver mais vinte ou trinta anos, com saúde e lucidez. Então, como se imaginar levando adiante uma relação pesada, negativa, cheia de ódios?

Tenho certeza que ninguém merece viver assim e que Deus quer nos ver felizes, transformados pelas experiências, mais maduros e vencendo o nosso karma, mas nunca esquecendo que o que nos motiva é o amor, o crescimento espiritual, a tranqüilidade de uma vida honesta e em harmonia.

Ser feliz no momento presente é o grande tesouro da existência. Por isso, tenha coragem e comece a se arrumar, lembrando que tudo começa com uma corajosa autoanálise.

por Maria Silvia Orlovas - morlovas@terra.com.br

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Texto revisado

20 de fevereiro de 2013

Oração para obter a cura de vícios diversos

Oração a S. Paulo 

Sinal da Cruz

Glorioso Apóstolo S. Paulo, Vós que propagastes o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, eu Vos saúdo e suplicante, venho rogar-Vos digneis de interceder junto a Deus em favor do seu servo Fulano (....).

Glorioso S. Paulo, dissestes aos cristãos: “Sede sóbrios e velai”.  Considerai, Glorioso Apóstolo e Mártir, que o vício degrada o homem, feito à imagem e semelhança do Pai Eterno, e o rebaixa à condição dos animais irracionais.

O viciado perde o amor da família, abandona a amizade dos seus semelhantes, rejeita, o trabalho, resvala no caminho da perdição.  No Vosso apostolado, sempre recomendastes aos fiéis a sobriedade e o procedimento honesto.

Cheio de fé em Vosso merecimento, perante Nosso Senhor Jesus Cristo, eu venho pedir-Vos, Glorioso Apóstolo e Mártir, a Vossa milagrosa proteção e livramento do vício para (.....).

Vós que Vos sacrificastes por amor a Jesus Cristo, que tivestes a cabeça decepada, usai a caridade para com esse servo de Deus, derramando sobre o seu espírito a Vossa luz infundindo no seu coração o Vosso amor a Nosso Senhor Jesus Cristo, fazendo-lhe ver os perigos do caminho que ele está trilhando, tanto para o seu corpo como para a sua alma.

Assim Vos suplico, peço e rogo, Glorioso S. Paulo. Vós que mudastes de nome, que trocastes o nome de Saulo pelo de Paulo, fazei que Fulano (...) mude de comportamento e se converta aos mandamentos de Deus, assim como Vós convertestes à fé de Jesus Cristo.

Assim seja.

Rezar um Credo. 

11 de fevereiro de 2013

Oração para a libertação da dependência das drogas

Senhor, nós te entregamos todas as causas que levam (dizer o nome) a usar drogas.

Entregamos-te o Pai, toda carência, toda rejeição, toda falta de amor, toda amargura e todo complexo de (dizer o nome). 

Pai, nós cremos no poder do Teu toque divino, por isso o senhor livra ( dizer o nome) de todo mal e principalmente das más companhias. 

Abençoe Senhor os amigos,  os familiares e  todos que aproximem de dizer o nome) .

Obrigado Senhor porque apartir de agora o (dizer o nome) está livre das drogas e está a caminho da sua Luz Senhor. 

Assim seja Amém.

7 de fevereiro de 2013

Ser fiel é uma escolha que não pode depender do outro!

:: Rosana Braga ::

 Sempre que me perguntam sobre fidelidade, inevitavelmente surge aquele velho argumento: mas por que eu seria fiel se nada me garante que o outro não está me traindo?... Essa é, sem dúvida, uma grande verdade. Jamais teremos certeza e nada pode nos garantir que a outra pessoa não vai nos trair, que ela está sendo fiel. E isso me faz lembrar de uma história: Todas as manhãs, a caminho do trabalho, João e seu amigo passavam pela banca de jornal do seu Joaquim. Ao pagar pelo seu jornal, João sempre agradecia com um sorriso nos lábios e desejava ao Sr. Joaquim um bom dia!

Como resposta, recebia sempre o mesmo silêncio e a mesma carranca. Certo dia, seu amigo lhe perguntou: - João, por que você insiste em desejar bom dia ao seu Joaquim e tratá-lo de forma tão amável se ele é sempre grosseiro e sem educação? E então, sabiamente, João lhe respondeu: - Simplesmente porque não quero que ele decida como eu devo agir! Creio que essa seja a melhor e mais sábia justificativa para a fidelidade. Ser fiel é uma escolha pessoal; não pode depender da atitude e da escolha do outro. Ou você é, ou você não é! Obviamente, levando em conta que ninguém é perfeito e que todos nós estamos sujeitos aos equívocos, podemos escorregar. Mas o que defendo aqui é a postura de cada um. O que você considera certo e errado? O que é característica sua e o que não é? Considero como verdade absoluta a seguinte assertiva: Não faça ao outro o que você não gostaria que fizessem a você. Creio que raríssimas pessoas diriam que não se importariam se fossem traídas. Assim sendo, não consigo entender porque tantas pessoas insistem em trair... Talvez, o fato não deveria ser encarado a partir da atitude: trair ou não trair; nem tampouco a partir da vítima: ser ou não ser traído.

O fato deve ser encarado a partir de quem o praticou. Isto é: você é ou não é um traidor?!? Pode ser que a questão colocada desta maneira pareça acusadora demais, no entanto, acredito que por trás dela exista um sentimento mais profundo e importante que deveria ser levado em conta: a compaixão. Compaixão é um sentimento em extinção. Significa ser capaz de colocar-se no lugar do outro e conseguir sentir a dor que ele sente. Se pudéssemos fazer isso sempre, aposto que as atrocidades da vida diminuiriam consideravelmente. Especialmente a traição. Considero traição tudo aquilo que é combinado entre duas pessoas e uma delas não cumpre. Ou seja, se você, no seu relacionamento, assume a postura de estar só com aquela pessoa, supõe-se que você se sinta capaz de cumprir esse acordo. Caso contrário, deveria ser sincero o bastante para admitir que quer ficar com outras pessoas toda vez que sentir esse desejo, assumindo o risco de perder a pessoa que gosta.

 De qualquer maneira, independentemente de qual seja a sua escolha, o fato é que a verdade é sinônimo de fidelidade. Se a sua verdade vai ser aceita ou não, essa é uma outra questão com a qual você terá de lidar. Mas ser fiel é, acima de tudo, assumir somente os compromissos que se julga capaz de cumprir. E caso não consiga, independentemente dos seus motivos, o mais correto é não enganar e não mentir, ou melhor, ser sincero e contar ao outro que você quebrou o acordo. Saber lidar com as conseqüências de seus atos pode demonstrar uma grandeza admirável, uma coragem que poucas pessoas têm. Além disso, ser absolvido diante da confissão é bem mais fácil do que ser perdoado diante da mentira e da tentativa de ludibriar a pessoa amada. Enfim, caio novamente numa frase que escrevo sempre: a vida é feita de escolhas! Imagine que a vida fosse um grande e requintado cardápio, repleto de deliciosas opções. Todos nós, apreciadores do prazer, podemos ficar em dúvida e titubear antes de fazer o pedido.

No entanto, teremos de fazê-lo, abrindo mão das demais opções, se quisermos desfrutar o sabor. Quando vejo pessoas se dizendo fiéis, mas traindo a pessoa amada, imagino-as como se estivessem num belo restaurante, com o prato que escolheram diante de si, mas que de tempo em tempo, levantam-se da mesa pedindo licença para irem até o toalete e, enganando a si mesmas, correm até a cozinha se escondendo para não serem vistas e roubam colheradas de outros pratos, engolindo rapidamente e voltando correndo para seus lugares. Resultado: não saboreiam nem o que está à sua frente e nem o que está na cozinha. Perdem o sabor peculiar de sua escolha e não sabem aproveitar de cada opção o melhor que poderiam! Perdem a oportunidade maravilhosa de degustar o indescritível sabor do amor, porque não sabem que esse prato pede sensibilidade e entrega para ser apreciado de verdade... ..

.E quando chega a conta, pagam caro e certamente continuam com fome!

5 de fevereiro de 2013

Os símbolos do reiki e seu significado

Cho ku rei


A chave da energia O Cho ku rei é o primeiro e um dos símbolos mais poderosos que um reikiano possui. Seu significado é espada curvada que trás a energia divina”/ “todo poder do universo está aqui”. É este símbolo o responsável em ampliar a energia Reiki aplicada em ambientes,  pessoas e animais.

Este símbolo, ouyantra, é ativado com seus traços sendo desenhados (ou fisicamente ou mentalmente) e em seguida utilizamos o mantra de ativação. Neste momento a energia Reiki começa a fluir instantaneamente, além de estar ampliada e potencializada. Assim, podemos concluir que o Chokurei deve ser utilizado em qualquer ocasião, não se limitando apenas a aplicação deReiki.

 Conforme a apostila da Mestra Neusa Santtos, “quando espiralamos o símbolo, a energia é trazida no plano físico que é concentrada e focada em um ponto. É como se trocássemos uma lâmpada de 100 por uma de 200 Watts.Este aumento faz com que a energia Reiki permaneça atuando por muitas horas mais no paciente e ambiente, mesmo o término da aplicação”. Este símbolo transmuta energias inferiores em um padrão energético mais elevado.

A sua utilização é bastante ampla, podendo ser utilizada principalmente para proteção, harmonização, transmutação e ativação da energia Reiki. Algumas ideias de  utilização do simbolo:

·         Quando nos levantamos, nos deitamos ou sempre após uma aplicação de Reiki em um paciente, é importante traçar (ou visualizar) um Chokurei gigante em nossa frente e em seguida, entrar dentro deste simbolo. Assim, teremos todos os nossos chakras protegidos de interferências do ambiente.

·         É bastante útil traçar o Cho ku rei em todos os alimentos que iremos ingerir (ou estamos preparando para alguém). Assim, ampliamos a qualidade energética destes alimentos. É importante ressaltar que para um melhor efeito, o reikiano deve utilizar a imposição das mãos, pelo tempo determinado no nível de iniciação do mesmo. Este mesmo procedimento pode ser utilizado para energizar a água, aumentando suas qualidades energéticas, bem como “programar” a água para se tornar um elixir para dores, doenças, etc.

·         Para ativar a energia Reiki em algum ambiente, basta traçarmos mentalmente o simbolo em um dos cantos deste ambiente e em seguida “trazer” o simbolo para cada canto, transmutando assim, as energias inferiores em um padrão mais elevado.

·         Em uma aplicação de Reiki (em uma sessão, ou tratamento) é recomendado o uso do simbolo na palma das mãos, ampliando ainda mais a energia Reiki.

·         Como o Chokurei é um simbolo de proteção, ele pode e deve ser utilizado para tal, em qualquer situação. Por exemplo, pode-se proteger casas, carros, pessoas, lugares. Para isso, basta traçar o simbolo nas aberturas da casa, no carro, nas pessoas que desejamos proteger, lembrando sempre que estas pessoas devem sempre estar cientes de que estão recebendo um simbolo deReiki.

·         Podemos enviar o Chokurei à nossa frente, para que o nosso caminho esteja protegido e que as portas estejam sempre abertas para nós.

SEI RE KI


Esse é o segundo símbolo do grupo usado no Nível II de REIKI, seu significado é:"Deus e a Humanidade são uma só pessoa". Seu Yantra lembra um Dragão, o grande protetor que cospe o fogo da transmutação. Esse símbolo introduz a divindade em nosso corpo energético e alinha nossos 4 Chakras superiores.

Como Terapeutas, nossa experiência mostra que a grande maioria dos problemas físicos possui origem emocional. Sentimentos e reações como culpa, ira, inveja, rejeição, solidão, são algumas das causas das doenças humanas. Esse símbolo o Sei He Ki direciona a energia REIKI para o corpo emocional. Por isso, é recomendável sua utilização em todos os tratamentos. Acaba com vícios e compulsões, como Gula e uso de Drogas.

Esse símbolo tem o poder de diluir os padrões negativos que advieram de antigos conflitos - sentimentos, memórias, etc - nos ajudando assim a encontrar as causa escondidas em nosso inconsciente. Facilita a cura, possibilitando a descoberta da causa do problema, descobrindo essa energia causadora dos padrões negativos existentes em nosso momento atual, revolvendo em nossos arquivos de memórias infantis, da vida intra-uterina, indo até a vidas passadas e aos registros Karmicos quando associado ao 30 símbolo do grupo . 

Seu trabalho se dá especificamente sobre os Chakras Cardíaco e do Plexo Solar, que são os que recebem energia mais diretamente do corpo áurico emocional, e assim curando os bloqueios emocionais que estavam seguros nessa região da aura. Aquele que recebe o REIKI conecta-se diretamente com esse aspecto emocional, de forma suficiente para resolvê-lo definitivamente, bem como sua manifestação física se for o caso. Também pode ser usado para outras finalidades, como proteção, purificação, para transformar energias negativas, tirar obcessores, defesa de energias negativas em formas de emoções de pessoas ou entidades. 
É também conhecido por vários nomes como “Purificação”, “Chave do Universo”, “O Homem e Deus são Unos”, “O Homem encontra Deus” ou “Emocional”.
Esse símbolo sagrado atua no corpo emocional e no inconsciente, além de equilibrar os dois lados do celebro, o racional e lógico, com o criativo e fantástico, o que possibilita harmonia e tranqüilidade. Possui aplicações variadas, como erradicar vícios, mudar hábitos e costumes indesejáveis e tratar compulsões. É um símbolo que tem o poder de fazer com que emoções internas e traumas que estavam a nível inconsciente venham à tona, tornando-se conscientes, e assim liberando essas energias nocivas e difíceis de serem localizadas. Também pode ser usado na prática para melhorar a memória e tratar da obesidade. Seu uso no tratamento deve seguir os seguintes passos:
  1. Colocar a mão não dominante sobre a cabeça do cliente e, com a mão dominante desenhar o Choku Rei e repetir seu Mantra 3 vezes.
  2. Começar o tratamento na 1a posição de cabeça.
  3. Esperar até sentir a conexão energética e o REIKI começar a fluir. Aguardar por mais ou menos 2,5 minutos.
  4. Impor as mãos por 2,5 minutos na 2a posição de cabeça.
  5. Colocar a mão não dominante na nuca e a outra na testa do cliente.
  6. Retirar a mão dominante da testa e desenhar o Sei He Ki no Chakra coronário do cliente, repetindo 3 vezes seu mantra.
  7. Desenhar o ChoKu Rei uma vez repetindo seu mantra 3 vezes.
  8. Recolocar a mão dominante no Chakra Frontal.
  9. Utilizar afirmações positivas, mentalizações e visualizações.
IMPORTANTE: nesse momento se produz uma ligação profunda com o nível psicológico, com o inconsciente do cliente. Os resultados serão ainda melhores se usar em conjunto com essa técnica afirmações positivas, mentalizações ou visualizações de cura, as quais serão absorvidas imediatamente pelo Corpo Emocional do cliente. 

Essa afirmação deve ser repetida 3 vezes, e aí, torna-se realidade. Numa afirmação nunca devemos usar palavras negativas como o não, pois a mente não reconhece o não fazer, eliminando o não; como por exemplo, a frase “Eu não quero fumar” será interpretada pela mente como “Eu quero Fumar”, ou seja, não ha como a mente interpretar o não fazer. Tente imaginar-se NÃO plantando uma árvore. 

O que acontece? Sua visualização imediata é você plantando uma árvore. Quando se usa o NÃO, obtém-se o resultado contrario ao que queremos.

Esse é um procedimento poderoso para levar a pessoa a lembrar-se de vivência anteriores e transmutar essas experiências para o aqui e o agora.

Também os animais domésticos podem ser purificados e tratados com esse símbolo, principalmente porque absorvem energia dos seus donos e da casa onde moram. Por isso podem ficar doentes e até virem a falecer.

                        HON SHA ZE SHO NEN



Esse é o terceiro símbolo do grupo usado no Nível II de REIKI e significa: a luz em mim se estende para a luz em você, afim de promover iluminação e paz. Dirige a ENERGIA para o Consciente, para o Corpo Mental. É a chave para o envio do REIKI a distancia no espaço e no tempo. A outro bairro, a outra cidade, pais, ao passado ou ao futuro. Esse símbolo acaba com qualquer barreira entre quem envia o REIKI e o receptor, pois ele faz com que, dirigidos pela intenção, os campos auricos se interajam independente de qualquer obstáculo. 

Pode ser usado para transpor o tempo, para intervir nas ondas quânticas, traz o continuum de tempo, e aí são rompidas as ligações de passado, presente e futuro. Esse símbolo é a chave para o envio da cura a distancia, para a ligação com outros seres, mundos e níveis de percepção.
Os Registros Akashicos contém todos os pensamentos, emoções, sentimentos, compromissos karmicos, ou seja, tudo o que a mente de cada ser vivo emitiu desde sua origem, guardado em forma de energia. Esse símbolo permite o acesso e a manipulação desses arquivos, ajudando a, quando possível, amenizar o Karma (Compromisso). Particularmente, em minha experiência com mapas astrológicos, pude constatar a veracidade desse fato em inúmeros casos de pessoas que aí encontraram a felicidade. É também conhecido por vários nomes como “Nem Presente, Nem Passado, Nem Futuro”, “A Divindade que existe em mim saúda a Divindade que existe em você”, “A casa da Luz Brilhante venha a mim nesse momento”, “O Pagode”, ou o “Stupa”, representação budista tantrica dos Chakras ou dos 5 elementos em forma de estátua ou construção.
Esse símbolo sagrado é usado para cura e energização a distancia, em pessoas ausentes, como também em seções de imposições de mãos e autotratamento, atuando no corpo mental e na parte consciente da mente. Trabalha sobre os Chakras da Garganta, Frontal e Coronário;
Esse símbolo atua sobre as ondas quânticas, proporcionando ação fora do espaço (trabalho a distancia) e do tempo atual (presente). Quando enviado ao passado, a energia REIKI ajuda a tratar de traumas de infância ou de vidas passadas, influenciando um evento passado e reprogramando-o. Em uma espécie de efeito dominó, o presente e o futuro passam a reagir, e assim a realidade é transformada. Nesse caso, pode-se usar uma foto da época do trauma. Se isso não for possível, e se não tivermos a data em que o trauma aconteceu, apenas pensamos no evento, e com afirmações peça que a energia REIKI vá a causa e a sane. Enviada ao futuro, a energia REIKI pode ser armazenada ou acumulada e será disparada e recebida na hora previamente determinada. Essa técnica é de grande utilidade quando vamos passar por situações difíceis, que possam stressar, como uma entrevista para um trabalho, uma audiência na justiça, uma consulta médica ou odontológica, uma prova ou um concurso. Também pode nos ajudar a transformar situações que irão ocorrer, determinadas pelos nossos trânsitos planetários. Para utilizar essa técnica, procedemos da seguinte forma:
  1. Colocamos ambas as mãos sobre o Chakra Coronário no topo de nossa cabeça.
  2. Com as mãos nessa posição, visualizamos o Hon Sha Ze Sho Nen, seguido do Sei He Ki, sempre repetindo os respectivos mantras três vezes.
  3. Fazemos uma afirmação 3 vezes para a época em que a energia deverá agir.
  4. Em seguida, visualizamos o Choku Rei, e repetimos seu mantra três vezes.

                                    DAI KO MYO



    Esse é o 4º Símbolo do REIKI; o Símbolo dos Mestres, da Realização. Seu significado pode ser traduzido como: “Nos levando de volta a Deus” ou “Deus brilhe sobre mim e seja meu amigo. 

    Esse é o símbolo da Cura da Alma; cada símbolo do REIKI concentra sua atuação num dos corpos: O Choku Rei tem sua mais forte ressonância no nível do Corpo Físico; O Sei He Ki, no corpo emocional; O Hon Sha Ze Sho Nen, com o corpo mental; O Day Koo Myo trabalha ao nível do corpo espiritual.

    Em tratamentos é extremamente eficaz, combatendo direto as raízes das doenças. Trabalhando direto no corpo espiritual sua atuação se da ao nível do projeto original do qual se derivou o corpo físico. Esse é o símbolo das curas ditas miraculosas. Aqui ocorrem as transformações da vida.

    Nas curas a distancia use inicialmente o Dai Koo Mio, depois os símbolos 3, 2 e finalmente o 1 - Choku Rei. Pode-se dizer que essa, possivelmente, é a energia mais forte do planeta. É um dos símbolos de iniciação de novos Reikianos.

    Ele amplia e potencializa as energias dos símbolos do nível 2. Permite o contato com energias de alta freqüência, acelerando as partículas energéticas de nosso corpo, bem como do campo vibracional que nos circunda, limpando os canais que servem de condução dessa energia. Faz o volume de energia se tornar ilimitado”.

    É um potencializador em qualquer espécie de trabalho de CURA ou transformação, permitindo a Realização, podendo ser ativado em qualquer lugar ou situação, até dirigindo veículos. Ativado, o REIKI começa a fluir em nossas mãos, independente do que estejamos fazendo.

    Lembro apenas que como nos outros símbolos sua ativação depende de seu Mantra ser ativado 3 vezes. Deve ser sempre usado antes dos símbolos 3, 2 e 1, para potencializá-los.

    No Auto-Tratamento usamos o símbolo 4, depois o 1. Em trabalhos de problemas emocionais, a seqüência de ativação dos símbolos é o 4, o 2 e o 1. Em processos mentais, e curas ou transformações fora do tempo e do espaço, usamos o 4, depois o 3, o 2 e o 1. Da mesma forma, curamos multidões ou outras pessoas.

    Nesse último caso (outras pessoas) esse símbolo, assim como os demais, deve ser visualizado sobre a cabeça do cliente no sentido da testa para a nuca. Quanto às técnicas aprendidas no 20 nível, inclui-se o Dai Koo Myo ficando a seqüência 4, 3, 2 e 1. Assim, com essa combinação podemos irradiar a energia para um no ilimitado de pessoas simultaneamente.

    Nas técnicas aprendidas de transformação do caderno e da caixa, essas receberão a inclusão do Dai Koo Myo, passando a seqüência de ativação a ser 4, 3, 2 e 1.
    Também pode ser usado na purificação e energização de cristais, programando-os para que se auto purifiquem. Nesse caso, segure o Cristal ou a Pedra em questão entre suas mãos em concha, enviando energia REIKI. 

    Inicialmente visualize o Dai Koo Myo e, então, o símbolo 2 - Nível 2 para purificar de todas as dores e energias negativas absorvidas. Após isso, programe-o com o símbolo 1 - Nível 2, afirmando um objetivo, como o seu desejo.

    Se estiver programando para problemas mentais conscientes ou que necessitem que se saia do espaço e do tempo (outra época ou outro lugar), adicione o símbolo 3 - Nível 2 antes do símbolo 2 - Nível 2. Finalizando, visualize o Dai Koo Myo, selando seu pedido (por exemplo, que a partir desse momento o Cristal ou a Pedra se auto purifiquem. Haverá a auto purificação, mas de tempos em tempos, é recomendável que você a purifique.

    Pode e deve ser usado, ainda, para potencializar remédios; nesses casos adicione o símbolo 1 - Nível 2.

    RAKU


    O Raku simboliza o Vajra (símbolo de pureza) do Budismo Vajrayana, também conhecido como o caminho de diamante no Tibet.

    Vajra é uma palavra do sânscrito, sendo o seu equivalente em tibetano dorje e simboliza a imutabilidade da verdadeira natureza da realidade. É usado nos rituais tântricos, na mão direita, simbolizando o princípio masculino do método (upaya), que preconiza o bem de todos os seres como caminho para a iluminação.

    Nestes rituais é usada também uma campainha, segurada na mão esquerda, simbolizando o princípio feminino da sabedoria (prajna). Gestos específicos de ambas as mãos, simbolizam a unificação do método e da sabedoria.
    No Reiki, o Raku é (normalmente) somente utilizado nas iniciações, onde, tem duas funções:

    1 - Fixação da energia no iniciado. (Nas práticas tibetanas designam-no como: "O Raio de Luz que mantém o Fogo").
    2 - Para religar as pessoas a Terra. (Nos casos em que o desenraizamento proporciona um deslocamento da realidade).
    Existem, contudo terapeutas que o usam para ajudar os seus clientes a serem mais fortes animicamente e mais independentes, harmonizando através do Raku, ligações doentias. Estas são geralmente pessoas que apresentam sintomas de estagnação, preguiça ou então, estão completamente bloqueadas em todos os aspectos das suas vidas.

    Para sentir um pouco da energia do Raku, olhe para o símbolo durante alguns instantes respirando fundo. Traga à sua mente algo que deseje muito para a sua vida, por exemplo, ser mais amoroso, ser mais compassivo, ser mais tolerante, ser mais calmo, ou outro atributo que lhe devolva o seu estado natural de harmonia interior. Depois feche os seus olhos e veja uma imagem sua, a fazer algo, num futuro muito próximo, onde esse atributo que escolheu esteja presente nos seus atos, atitudes, comportamentos, palavras, gestos, olhar. Depois, veja o Raku a "selar" essa imagem, esse desejo. Lembre-se, o Raku é o "Raio de Luz que mantém o fogo". Que assim seja, para o seu bem supremo. Depois, respire fundo novamente e abra os seus olhos devagar.