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22 de fevereiro de 2012

Aos meus amigos .... com carinho ............

"Há muito se diz que, quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro precioso. Há muito se diz que amizade verdadeira dura pra sempre. Não tem aquelas tempestades da paixão e nem a calmaria exagerada do descompromisso. É o meio termo.
É a bonita sensação do estar perto e, de repente, deixar o silêncio chegar. Não exige tanto. Exige tudo.

As amizades nascem do acaso. Ou de alguma força que faz com que uma simples brincadeira, uma informação, um caderno emprestado, uma dor seja capaz de unir duas pessoas. E a cumplicidade vai ganhando corpo, e o desejo de estar junto vai aumentando, e, com ele, a sensação sempre boa do poder partilhar, de se doar.
Há muito se diz que os amigos verdadeiros são aqueles que se fazem presentes nos momentos mais difíceis da vida, naqueles momentos em que a dor parece querer superar o desejo de viver. 
De fato, os amigos são necessários nesses momentos. Mas, talvez, a amizade maior seja aquela em que o amigo seja capaz de estar ao lado do outro nos momentos de glória, e vibrar com essa glória. Não ter inveja. Não querer destruir o troféu conquistado. Aplaudir e se fazer presente. Ser presente.

A amizade não obedece à ordem da proporcionalidade do merecimento. Não há sentido em querer de volta tudo o que com generosidade se distribuiu. A cobrança esmaga o espontâneo da amizade. E a surpresa alimenta o desejo de estar junto.
amigo gosta de surpreender o outro com pequenos gestos. Coisas aqui e ali que roubam um sorriso, um abraço, um suspiro. E tudo puro, e tudo lindo.
Há muito se diz que não é possível viver sozinho. A jornada é penosa e, sem amparo, é difícil caminhar.
Juntos, os pássaros voam com mais tranquilidade. Juntas, as gaivotas revezam a liderança para que nenhuma delas se canse demais.
Juntos, é possível aos golfinhos comentarem a beleza de um oceano infinito. Juntos, mulheres e homens partilham momentos inesquecíveis de uma natureza que não se cansa de surpreender.
Eu te peço, Senhor, nessa singela oração, que me dês a graça de ser fiel aos meus amigos. São poucos. E impossível seria que fossem muitos. São poucos, mas são preciosos. Eu te peço, Senhor, que me afastes do mal da inveja que traz consigo outros desvios. A fofoca. A terrível fofoca que humilha, que maltrata, que faz sofrer.

Eu te peço, Senhor, que o sucesso do outro me impulsione a construir o meu caminho, e que jamais eu tenha ânsia de querer atrapalhar a subida de meu amigo. Eu te peço, Senhor, a graça de ser leal. Que eu saiba ouvir sempre e saiba quando é necessário falar.
Senhor, sei que a regra de ouro da amizade consiste em não fazer ao amigoaquilo que eu não gostaria que ele me fizesse. E te peço que eu seja fiel a essa intenção. E sei que essa regra fará com que o que se diz há tanto tempo se realize na minha vida. Que eu tenha poucos amigos, mas amigos que permaneçam para sempre.
Não poderia ter muitos. Não teria tempo para cuidar de todos. E de amigo a gente cuida. Amigo a gente acolhe, a gente ama.
Senhor, protege os meus amigos. Que, nessa linda jornada, consigamos conviver em harmonia. Que, nesse lindo espetáculo, possamos subir juntos ao palco. Sem protagonista.Ou melhor, que todos sejam protagonistas, e que todos percebam a importância de estar ali. No palco. Na vida.
Obrigado, Senhor, pelo dom de viver e de conviver. Obrigado, Senhor, pelo dom de sentir e de manifestar o meu sentimento. Obrigado, Senhor, pela minha capacidade de amar, que é abundante e é sem-fim.
Amém"
Por Gabriel Chalita

12 de fevereiro de 2012

A fragilidade do amor

por :: Elisabeth Cavalcante ::

Embora seja a força transformadora mais poderosa que existe, o amor é, paradoxalmente, extremamente frágil. Talvez por isso, nos surpreendamos de modo admirável ao descobrir que um dia, repentinamente, nosso sentimento por alguém mudou de forma.

Geralmente esta descoberta é fonte de muita angústia e sofrimento, pois sabemos o quanto ela magoará o outro. O mesmo acontece quando somos nós quem deixamos de receber o amor que desejamos. Por mais que isto nos desagrade, quando o amor desaparece não há nada que possamos fazer para trazê-lo de volta.

Se todos tivéssemos, desde cedo, esta consciência acerca da fragilidade do amor, certamente nos manteríamos mais alertas quanto aos cuidados que uma relação amorosa exige.

Infelizmente, a maioria dos relacionamentos tem como base de sustentação o ego, e por essa razão, é inevitável que sentimentos como a posse, o ciúme, o orgulho e toda sorte de emoções geradas pela insegurança e a baixa auto-estima, direcionem as atitudes.
A consciência e a maturidade são ingredientes essenciais para que uma relação de amor se mantenha fortalecida e possa crescer cada vez mais em qualidade.

Somente a observação permanente de nossos próprios sentimentos e fragilidades, bem como os de nosso parceiro, podem trazer uma percepção clara dos jogos e armadilhas que o ego nos impõe e, deste modo, impedir que o amor seja destruído.

" Não pense que o amor é eterno. Ele é muito frágil, tão frágil quanto uma rosa. Pela manhã, ela está ali; ao entardecer, ela se foi. E pequenas coisas podem destruí-la.

Quanto mais elevado for algo, mais frágil será. Ele precisa ser protegido. Uma pedra permanecerá, mas a flor irá embora. Se você atirar uma pedra na flor, a pedra não se machucará, mas a flor será destruída.

O amor é muito frágil, muito delicado. Você precisa ser muito cuidadoso e cauteloso com ele. Você pode causar um tal dano que o outro se fecha, fica defensivo. Se você estiver brigando muito, seu parceiro começará a escapar; vai se tornar cada vez mais frio e fechado, de modo a não ficar mais vulnerável a seu ataque.

Então, você o atacará ainda mais, porque você resistirá a essa frieza. Isso pode se tornar um círculo vicioso e é assim que pessoas enamoradas pouco a pouco se separam. Elas se afastam uma da outra e acham que a outra foi a responsável, que a outra a traiu.

Na verdade, como percebo, nenhuma pessoa enamorada jamais traiu alguém. É somente a ignorância que mata o amor. Ambas queriam ficar juntas, mas ambas eram ignorantes.

A ignorância delas fez com que entrassem em jogos psicológicos, e esses jogos se multiplicaram. Pouco a pouco elas vão se afastando. Então, elas acham que o amor é perigoso. O amor não é perigoso. Apenas a inconsciência é perigosa.

Há muitas pessoas que evitam o amor simplesmente para estar em chão seguro. Há pessoas que não querem se comprometer em nenhum relacionamento porque elas sabem que uma vez que você esteja comprometido e mais próximo, começam as brigas, começam as resistências e as coisas feias começam a borbulhar - então, pra quê?

No máximo, elas ficam interessadas em relacionamentos sexuais, mas não em intimidade. E a menos que um relacionamento se torne íntimo e profundo, você nunca saberá o que é um relacionamento. Um relacionamento simplesmente sexual é uma coisa periférica e isso nunca o satisfará". 

Osho, Beloved of my Heart.

6 de fevereiro de 2012

Quando estiver orando, ore!


por Angela Jabor - anngelajabor@hotmail.com

Qualquer pessoa deve orar em seu próprio benefício, ou de outras, mas sempre com o intuito de promover felicidade, jamais sofrimento.

Existem algumas orações que, digamos, "contra-indicadas", pois, interferem no livre-arbítrio do receptor. Portanto, devemos ter sempre em mente, se o que pedimos em nossas orações, é o que queremos realmente obter em nossas vidas, porque não existe uma oração sequer que não seja atendida, desde que feita com fé, esperança e otimismo.

De nada adianta orar e cruzar os braços, à espera do milagre, é preciso agir. Há uma regra que funciona e traz resultado positivo, benéfico e imediato: basta somar oração + ação. Apesar da infinidade de orações e várias fórmulas de orar, a mais correta é quando se faz a oração com vontade e com o coração. Não deve ser jamais forçada, exigida e imposta por obrigação.

Diz um velho ditado budista: "Quando você estiver caminhando, caminhe. Quando você estiver sentado, sente-se. Não vacile!"

Portanto - "quando estiver orando, ore". A atenção deve ser fixada sobre o objetivo do apelo, que é pronunciado; não se deve pensar noutra coisa. Sempre que oramos, seja uma oração falada ou silenciosa, de uma maneira ou outra ela será ouvida e atendida.

Se dirigirmos nossa oração a um ser específico, Santo, Mestre, Arcanjo, Anjo... este recolherá nossas palavras e as dirigirá aos Céus. E se empenhará para a concretização da mesma. De acordo com a nossa conduta diária, será determinado o que caberá a nós o que fizermos por merecer. Nosso protetor, o "anjo guardião", pode interceder a nosso favor, mas não cabe a ele nos conceder a graça que almejamos, pois mesmo que sua missão seja de nos auxiliar, nenhum anjo da guarda tem a permissão de interferir no nosso livre-arbítrio. Mas, todos os anjos se alegram quando os chamamos para nos auxiliar. E a todos os nossos chamados, estão sempre de prontidão, para nos ajudar.

Tudo nos acontece por merecimento, nada surge do acaso. Quando uma pessoa tem atitudes dignas, respeita e faz somente o bem ao seu próximo ela é atendida, prontamente, em seus pedidos. Se a oração é um assunto do coração, na vida diária, deve ser expressa em cada ação.

Tudo depende de nós! Seguindo a Lei da "ação e reação" = "lei da atração", cada pessoa vive a vida que ela própria criou.

Quem caminha em busca da Luz, tende a encontrar um caminho iluminado, coroado de êxito e repleto de paz.

Texto do livro "Para que se preocupar, se você pode orar?", Ascend Editora.

5 de fevereiro de 2012

Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor. O amor resiste à distância, ao silêncio das separações. Sem perdão não há amor. Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou. 


O amor é açao, onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e ...diz: "Mesmo fazendo tudo errado eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver por perto." O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar. O poeta soube traduzir bem quando disse: "Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão. Se eu não te amasse tanto assim talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!" Bonito isso. 


Enxergar sonhos que antes eu não saberia ver sozinho. Enxergar só porque o outro me emprestou os olhos , socorreu-me em minha cegueira. Eu possuia e não sabia. O outro me apontou, me deu a chave, me entregou a senha. Coisas que Jesus fazia o tempo todo. Apontava jardins secretos em aparentes desertos. Na aridez do coração de Madalena, Jesus encontrou orquídeas preciosas. Fez vê-las e chamou a atenção para a necessidade de cultivá-las. 


Fico pensando que evangelizar talvez seja isso: descobrir jardins em lugares que consideramos impróprios. Os jardineiros sabem disso. Amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe, porque sabem que não há amor fora da experiência do cuidado. A cada dia, o jardineiro perdoa as suas roseiras. Sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta, mas o repouso do preparo. Quem não souber viver o silêncio da preparação não terá o que florir depois... Precisamos aprender isso. Olhar para aquele que nos magoou, e descobrir que as roseiras não dão flores fora do tempo, nem tampouco fora do cultivo. Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chegado a hora de florir. 


Cada roseira tem seu estatuto, suas regras... Se não há flores, talvez seja porque até então ninguém tenha dado a atenção necessária para o cultivo daquela roseira. A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas... Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá que saber que com ela vão inúmeros espinhos. Mas não se preocupe. A beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos... " 


Padre Fábio de Melo

4 de fevereiro de 2012

Saindo do casulo...

:: Rubia A. Dantés ::

Ontem à noite estava assim um pouco preocupada... e já ia por esse caminho, quando me dei conta que só me preocupava porque imaginava que os mesmos elementos da minha realidade hoje estariam presentes nos próximos dias... e nos próximos meses... e anos... Pensei que só contaria com os recursos do passado conhecido...
Na mesma hora, algo se ampliou dentro de mim e me lembrei que estamos em um Universo de infinitas possibilidades...
Foi muito clara a forma que me senti antes... e depois dessa percepção... vi como somos mesmo responsáveis por criar nossa realidade, dia após dia, com os mesmos elementos do passado, quase não dando oportunidade ao novo.

Senti que esse momento de percepção foi uma grande liberação... Antes, sentia-me presa como se estivesse em um casulo que eu não queria abandonar... que me limitava só ao que era conhecido e, mesmo assim, parece que ficava cada vez mais limitado por medos e preocupações...
Depois me senti livre e aberta a todas as possibilidades... Em um segundo de clareza, o casulo se rompeu e eu voei...

É que as transformações tão necessárias, às vezes, não são muito fáceis e podemos nos apegar ao que deve ser deixado... prolongando o tempo do casulo, retardando o vôo da borboleta... o vôo da liberdade...

A nossa natureza é sábia... e quando estamos prontos para dar mais um passo adiante, onde podemos ter uma visão mais ampla da nossa realidade, isso se dá suavemente, quando não resistimos ao fluxo natural da vida... ou nem tanto... quando resistimos e tentamos segurar a todo custo o que já passou...
Nesses casos é quando o Universo costuma puxar nosso tapete... e alguma coisa inesperada e aparentemente ruim nos chama atenção para as transformações necessárias...

Ficamos tão acostumados com determinados "casulos" que já não nos cabem mais que, mesmo apertados e desconfortáveis, preferimos ficar ali a arriscar um mergulho no desconhecido...
Mesmo sem perspectiva nenhuma, existem situações nas nossas vidas que nos prendem até o ponto em que algo acontece para nos mostrar que é realmente hora de mudar e de alçar novos vôos.

Saber fluir com os ciclos faz nossa vida mais leve e sem esforço... mas, quase sempre nos agarramos às beiradas tentando segurar o tempo... as coisas... as pessoas... e nem percebemos que a vida passa e nós ficamos estagnados e presos ao que passou.

Quando mudamos de ciclo é como se chegássemos a um patamar um pouco acima de onde estávamos... na subida da montanha... e dali nossa vista alcança um pouco mais longe e podemos ver com mais clareza as coisas... que eram verdade, até então, agora... vista desse ponto, não são mais...

Aprendemos que as verdades que nos alimentam em determinados momentos não são as que nos alimentam em outros... nessa realidade de impermanência, tudo vai se transformando, na medida em que nos abrimos para essas transformações...
Podemos nos prender aos casulos que nos servem de morada... e de caminho... durante nossa jornada aqui... mas o casulo não é uma morada permanente e é pura perda de tempo e de energia acreditarmos que é...

Deixar ir o que passou, sem julgamentos e com Amor, por entender que era o aprendizado que precisávamos naquela hora, mas que já cumpriu seu papel... nos deixa livres para mergulhar por inteiro nas infinitas possibilidades que se apresentam quando soltamos as amarras do passado e nos abrimos para o risco e a maravilha que é viver sem garantias... no presente...

Por que as perdas na vida?

:: Osvaldo Shimoda ::


Buda dizia que um dos pilares que sustenta o sofrimento humano é o apego, ou seja, apego de toda ordem: bens materiais, crenças, mágoas, ressentimentos do passado, perdas de entes queridos, emprego, etc.

Por conta do apego, muitos homens preferem tirar a vida de sua esposa do que perdê-la para outro (crime passional); reagem a um assalto, preferindo perder suas vidas do que entregar o que o assaltante quer; outros, quando perdem um ente querido, por conta de uma doença, acidente, divórcio, não conseguem se desapegar da perda, não se conformam, revoltam-se, ficam agressivos, infelizes. Há ainda aqueles que perdem tudo em sua vida: marido, esposa, filhos, emprego, dinheiro, saúde, etc.

Mas a pior das perdas, sem dúvida, é a da fé, da esperança, pois quando as perdemos, deixamos de compreender as lições que precisamos extrair das experiências dolorosas da vida. Ou seja, o que mais importa ao nosso aprimoramento espiritual -enquanto seres espirituais em evolução- são as lições que devemos extrair diante das adversidades da vida.

Por isso, lidar com o sofrimento do apego, das perdas -embora doloroso- é um aprendizado, uma oportunidade ímpar em nossas vidas porque quando sofremos e não aprendemos nada, desperdiçamos a chance de evoluirmos, aprimorarmos o nosso espírito, e toda uma encarnação

27 de janeiro de 2012

Sexo casual: fazer ou não fazer?

:: por Rosana Braga ::

Há tempos venho pensando no assunto. Não exatamente sobre fazer ou não fazer, mas sobre a conotação que as pessoas, a sociedade e a mídia têm dado ao ato sexual. A impressão que fica é de que, na maioria das vezes, temos caído em dois perigosos extremos: ou se romantiza demais ou se banaliza demais!

Portanto, penso que o ideal, ao falarmos sobre o assunto, é tentar encontrar o equilíbrio e, sobretudo, a possibilidade de uma postura saudável diante das escolhas. Sem querer minimizar o que quer que faça parte dos valores de cada um, apenas para facilitar a compreensão, penso que podemos traçar um paralelo entre sexo e comida.

A começar pelo sábio ditado que diz que "somos o que comemos", podemos ter uma ideia da importância de nossas escolhas ao compor nosso cardápio diário. Comer demais causa obesidade. Gordura em excesso entope as artérias do coração e causa doenças cardíacas. Açúcar além da conta pode causar, entre outros danos, diabetes. Alimentos industrializados podem provocar câncer. Por outro lado, alimentos naturais e até mesmo alguns não tão politicamente corretos, quando consumidos com moderação e consciência, não prejudicam a saúde. E por aí vai... Você certamente já sabe de tudo isso.

Bem, com as relações sexuais, é mais ou menos a mesma coisa. Poderia citar aqui o que pode causar o sexo sem responsabilidade, mas acredito ser desnecessário. Sendo assim, se a pergunta é "sexo casual: fazer ou não fazer?", sugiro algumas importantes reflexões: este status de "casual" é uma opção ou uma falta de opção? E se é uma opção, ela tem a ver com uma atitude também casual ou recorrente? Se for recorrente, será que se trata de uma fuga, um medo, uma dificuldade de estabelecer vínculos afetivos? Está tentando enganar a quem?

No mais, você realmente quer ou simplesmente está se deixando levar pela escolha do outro? Você está reconhecendo seu próprio desejo, em seu corpo, em seus batimentos cardíacos, ou apenas está reproduzindo um comportamento ditado pela mídia como sendo o mais condizente com os tempos atuais?

O fato é que se você tem se tornado aquele tipo de pessoa que vai às baladas e já parte para os "finalmentes", certamente está banalizando o ato sexual, desconsiderando seus sentimentos e desvalorizando seu coração. E se, por outro lado, vive negando sua sexualidade, usando seu sexo como passaporte para conquistar algum outro status ou transformando-o numa espécie de leilão, também está seguramente se equivocando na dose.

Transar ou não transar tem que estar diretamente relacionado com uma fórmula poderosíssima: aquela resultante da combinação entre o que você sente, pensa e quer. Ou melhor, seus sentimentos, desejos, valores e responsabilidades.

Quer? Acredita que não está violando sua própria ética? Pode arcar com as consequências? Sabe fazer com responsabilidade? Então, vá por inteiro. Entregue-se de corpo e alma e faça esse momento valer a pena. Sem culpas, sem tabus, sem pudores inúteis e sem falsos moralismos. Porque sendo casual ou não, fazer amor tem de ser uma escolha que conduza os envolvidos ao prazer, à alegria, à delícia de se saber visto, querido e pulsante! E isso só pode ter a ver com maturidade e, por que não dizer?, amor...

20 de janeiro de 2012

Claudio Aráoz: Por que as grandes decisões sobre pessoas são tão importantes?

Os líderes devem estar atentos. As grandes decisões sobre pessoas influenciam significativamente a atuação de uma empresa. Veja o que diz o consultor Claudio Aráoz
Tomar grandes decisões sobre pessoas, para uma empresa, é tão importante quanto fechar o planejamento estratégico, e os líderes devem se capacitar sobre isso. Essa conclusão fica evidente após ouvirmos a explanação, no Fórum HSM de Gestão e Liderança, do consultor, assessor e escritor argentino Claudio Fernández-Aráoz, um dos mais renomados consultores da atualidade e um dos maiores especialistas no mundo em decisões de contratação e promoção.

Com 25 anos de experiência no assunto, Fernández-Aráoz concluiu que tudo começa com o fator sorte. Além disso, há quatro pontos que são fundamentais para o sucesso de um líder: genética; aprender e se desenvolver sempre; capacidade de tomar decisões importantes; e aptidão para tomar decisões sobre pessoas. 

Na visão dele, nada é mais importante para o sucesso na carreira do líder do que fazer grandes nomeações. “Bons resultados só são possíveis quando os melhores profissionais ocupam as posições adequadas. Nada é mais importante do que isso, se quisermos ter sucesso profissional. Tudo o que fazemos irá depender das pessoas que selecionamos, sejam nossos resultados, desempenho ou riscos”, acentua.

Fernández-Araóz destaca que, em determinados mercados, o peso do líder é responsável por até 40% da variação de valor de uma empresa. Ele diz que Jack Welch, um dos CEOs mais admirados do mundo, admitiu que, mesmo depois de 40 anos de carreira, ainda erra em suas decisões sobre pessoas em 20% dos casos, mas que esses erros eram de 50%, quando iniciou a carreira.

Portanto, os líderes devem procurar se preparar para exercer a atividade de escolher as pessoas certas para sua equipe ou para sua empresa.

Se existe uma fórmula de sucesso profissional, destaca Fernández-Araóz, a importância das grandes decisões sobre pessoas é explicada por quatro grandes fatores (além da sorte, é claro):

- Genética
A genética estabelece limites, embora não seja estática. Nossa constituição genética explica porque algumas coisas são fáceis de aprender, enquanto outras são muito difíceis, para algumas pessoas.

- Desenvolvimento
É preciso investir sempre no desenvolvimento profissional, pois isso aprimora o nível de competência de um líder e aumenta suas chances de sucesso.

- Capacidade de tomar decisões importantes
As escolhas adequadas em nossa carreira multiplicam os esforços pessoais de desenvolvimento e também potencializam o nosso sucesso profissional.

- Aptidão para tomar decisões sobre pessoas
As decisões que tomamos sobre outras pessoas afetam o desempenho do setor, da área ou da empresa sobre nossa responsabilidade. Os riscos também são grandes, mas essas decisões constituem o maior desafio e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade para os líderes.

Um exemplo de fazer as perguntas certas, segundo Fernández-Araóz, é a Amazon, uma das empresas mais bem-sucedidas da história. Jeff Bezos, presidente da empresa, diz que existem perguntas e respostas para se chegar ao sucesso. No início da carreira, é o como – “como fazer meu trabalho?”; “como eu delego?”; “como eu controlo?”. Quando avançamos e progredimos, a questão já muda para o quê e em que – “o que quero fazer?”; “em que quero trabalhar?”. 

Fernández-Araóz também citou o estudo “When does leadership matter”, de Harvard, sobre o valor das companhias e questionou a platéia: “Olhando os EUA no período de 1972 a 2002, qual empresa alcançou maior valor agregado?” As pessoas responderam: GE, IBM, Apple, 3M, Coca-Cola, Microsoft, Pfizer, Esso entre outras. Porém a empresa que alcançou um nível de rentabilidade adequado em 2001 foi a Southwest. A razão: foi a única empresa que tomou grandes decisões sobre pessoas na época.  

Outra citação de Fernández-Araóz foi a pesquisa “Huge Quantitative Challenge” (ou “Gigantesco Desafio Quantitavo”), em que ele trabalhou com o reitor de Harvard. A constatação mais marcante é que a maior parte das empresas quer crescer nos mercados emergentes, mas a densidade sucessória (expressa em termos de quantidade e qualidade de potenciais sucessores) é alta para apenas cerca de 15% dos líderes, na América do Norte e Ásia, e 29%, na Europa. 

E, além de tudo, não há como esquecer a sorte, ressalta Fernández-Araóz. As pessoas podem ser inteligentes, trabalhar duro, mas a sorte interfere. Muitas vezes, o fato de estarmos em determinado local, passarmos por certas situações, crescermos em uma família específica, nascermos com saúde e continuarmos no caminho influi de maneira expressiva no nosso desenvolvimento. 

“O importante é sabermos que essas grandes decisões têm uma importância vital sobre o nosso negócio, pois tudo é feito por pessoas e tudo gira em função do desempenho das pessoas. Grandes decisões são essenciais, e são o principal fator de sucesso”, salienta Fernández-Araóz.  

Portal HSM
06/04/2011

16 de janeiro de 2012

Tá faltando mulher

Por  Gisela Campos!
“O que mais encontro é homem atrás de uma mulher de verdade. Porque, de “piriguetes”, o mundo tá cheio”, me escreve Bia. Além da Bia, muitos leitores se queixam: não tem mais mulher pra namorar. Tem mulher na balada de saltão e vestidinho colado, tem mulher fazendo bonde em baile funk, tem mulher pegando ponte aérea… Mas não tem mais mulher pra na-mo-rar.
E afinal de contas, o que é mulher “pra namorar”? Eles dizem que é a mulher para ser “mãe dos filhos deles”. Isso ainda existe? E as “piriguetes” não são “namoráveis”? (Será que elas sabem disso?) Talvez elas não dêem a mínima, queiram só se divertir, fazendo coro à leitora Claudilene, que diz que “pra arrumar porcaria, é melhor ficar sozinha, livre, leve e solta”. Ou como outra leitora, para quem “homem é igual camarão: aproveita o corpo e joga a cabeça fora”.
Pelo que parece, viramos vorazes devoradoras de homens. E variamos de parceiros da mesma forma que (imaginamos) os homens fazem. Como diz o ditado: “camarão que dorme, a onda leva”. Pelo andar da carruagem, concluo que passamos a categorizar os homens em “homem-pra-namorar” e “homem-pra-ficar”. O homem para namorar é aquele que a gente quer que seja o pai dos nossos filhos e o homem para ficar, bem, este nós sabemos… Tudo de acordo com a filosofia de uma das leitoras que diz que enquanto não acha o “certo”, se diverte com “os errados”. Mas e se, no meio do caminho, uma periguete se apaixonar por um “homem-pra-namorar”? Ou o homem-pra-namorar nunca ficaria com uma “periguete”? E “periguete” não é mulher?
Será por isso que os homens se queixam de que não tem mulher? Será que não estamos nos perdendo no meio de tantos escaninhos, querendo encaixar pessoas em categorias que só existem nas nossas cabeças?
Ou será que ninguém mais quer namorar mesmo? Ou todo mundo quer namorar, mas esqueceu como se faz? Os homens dizem que falta mulher. As mulheres dizem que falta homem. Se não tem homem e não tem mulher, então onde está todo mundo? Quem são estas pessoas que a gente vê pela rua todos os dias?
Talvez a resposta esteja no desencontro. Os papéis ancestrais se perderam: passamos muito mais anos escondidas nas cavernas carregando os filhotes nas costas, esperando que um homem nos trouxesse comida do que arcando com nossa própria subsistência. Por outro lado, os homens também passaram os últimos séculos como “reis da cocada preta”, mandando e desmandando enquanto provedores de seus lares. É tudo muito novo para todos nós.
Mas nos dias de hoje, já não sabemos mais quem tem que sustentar a casa, lavar a louça ou trocar as fraldas do bebê. A mulher sai para trabalhar e ganha igual ao homem, mas ainda se ressente em dividir as contas. O homem não é o mais o provedor que sustenta a casa, mas ainda se recusa a fazer o jantar. Ninguém sabe mais o que quer ser quando crescer.
E a porta da rua nunca foi usada com tanta facilidade. Saímos das relações como quem troca de roupa, em busca de uma felicidade que estará no próximo parceiro: “não suportamos nada, não temos paciência e tolerância com os homens”, escreve a leitora Elaine. “O que falta em muitos casos é interesse mútuo, aliado a egos inflados e indisposição para o diálogo”, complementa Carlos. Realmente, parece que a “tolerância não é o ponto forte de nossa sociedade”, como salienta outra leitora.
Não sei. De um lado, faltam homens e mulheres. De outro, como diz um leitor,“sobram mulheres sozinhas e homens sozinhos”, como diz um leitor. Confesso que agora fiquei meio perdida.

28 de dezembro de 2011

2012 Compartilhe!


 
:: Silvia Malamud ::

Na passagem para 2012, habilite-se a inverter o usual processo do pedir, do sentir a falta. Invista seu tempo pessoal e sagrado conectando-se na sua riqueza interior e ofereça o seu melhor para o universo confiando na prosperidade que desde sempre existe em você.

- Entre em contato com a sua abundância natural. Lembre-se de que todos nós temos algo a oferecer. Compartilhe, doe-se.

- Contrate consigo mesmo de que neste ano você olhará o próximo com mais benevolência, com maior empatia. Às vezes estar junto sem falar já é o bastante. Observe quando calar e ofereça o seu silêncio afetivo. Fale apenas se tiver palavras amigas para expressar.

- Evite falar mal do outro, a energia expandida nestas ocasiões sempre vem repleta de sentimentos tóxicos, não é nada próspera e nada perto da grandiosidade que você é.

- Permita ser belo em todos os aspectos de sua existência. Colabore para sua autoestima florescer.

- Ame a tudo e compartilhe com todos o seu melhor. Isso é o que realmente importa.

- Se lembrar de vivências difíceis com alguém e a vida trouxer essa pessoa de volta, não se vingue, apenas esteja bem, compartilhe o bem. Sinta-se feliz e invista tudo para que possa estar bem, sempre compartilhando o seu melhor em todas as oportunidades que surgirem . Nada vem ao acaso.

- Esqueça definitivamente o que lhe devem, ou mesmo se considera o mundo ou a sua vida injusta. Permita-se caminhar para frente. Inicie, em 2012, uma nova jornada num outro assento deste imenso e criativo cenário sagrado.

- Reveja seus armários e dê o que precisa ser dado e que há tempos mantém. Muitas memórias/coisas guardadas podem representar falta e dificuldade com o fluir da vida.

- Pare de ser o senhor da verdade, pare de esperar reciprocidade do outro mediante leis que você próprio inventa. Decida parar de cobrar do outro o que sempre cobrou.

- Defina-se como próspero e doador. Tenha prazer pelo simples fato de que é literalmente prazeroso compartilhar o seu melhor.

- Celebre durante todo o ano o propósito do compartilhar. Aproveite a carona nesse novo status e celebre sua própria vida!

- Já é hora de desconectar-se, de libertar-se do sonambulismo crônico da ilusão da falta. Seja feliz, não espere do outro o que você tem em abundância.

- Compartilhe compaixão, afeto sincero, compartilhe sua criatividade e trabalho ao mundo.

- Compartilhe seu amor.

Desejo que em 2012 você definitivamente entre em contato com toda a abundância e prosperidade que já tem.
Desejo expansão sem limites! Já imaginou que delícia?
Você pode, você merece!

É isso que eu desejo a você.
Compartilho com você a sua/minha abundância. Compartilho com você a minha/sua confiança na vida.

Em 2012, Siga em frente. Compartilhe, Confie.
Você pode, você merece!

27 de dezembro de 2011

No Ano Novo, um Novo Você para o Amor...

:: Rosana Braga ::

Quem já se relacionou, sabe: poucas experiências na vida são tão complexas quanto as que envolvem as questões do coração. Por isso, o melhor mesmo é que aprendamos a reconhecer nossos muitos e adversos sentimentos e a lidar com eles da forma mais equilibrada possível. Um verdadeiro malabarismo, mas que vale a pena ser treinado.

Além disso, sou da opinião de que, por mais difícil que possa ser ou parecer, jamais devemos desistir. Relacionar-se com o outro, exercitar a comunicação e se permitir vivenciar a intimidade são oportunidades imperdíveis para nos tornamos melhores, muito melhores.

Entretanto, para que consigamos usufruir todas essas possibilidades, precisamos ficar atentos. Quanto mais consciência, mais resultado. Quanto mais autopercepção, mais excelência. Quanto mais nos damos conta do quanto a dor é um convite à evolução, mais rapidamente passamos por ela e menos vezes precisamos repetir a mesma lição.

O tempo passa, os anos avançam e, no final das contas, tudo o que queremos é mais felicidade e mais acertos, especialmente da flecha do cupido. Sendo assim, sugiro que você comece por si mesmo. Afinal, nenhuma outra mudança real é possível além desta - a mudança pessoal.

O exercício é o seguinte: pegue uma folha de papel e uma caneta. Anote todas as experiências não tão boas que viveu durante este ano no que se refere aos relacionamentos amorosos. Por exemplo, excesso de ciúme, comunicação distorcida, muita ansiedade, insegurança, baixa autoestima, desconfiança em excesso, egoísmo, incapacidade de perdoar, alguma forma de traição. Enfim, estou certa de que você sabe o que fez que causou estragos ao seu coração e ao do outro. Portanto, faça a sua listinha (ou listona) de mancadas.

Anote também o que essas mancadas causaram. Quais foram as conseqüências? Brigas? Tristeza? Sofrimento? Solidão? Terminou o namoro? O casamento entrou em crise? O que suas atitudes equivocadas causaram de ruim em sua vida?

Veja bem: seja sincero e justo consigo mesmo. Responsabilize-se por quem você é! Porque é incrível como a maioria das pessoas parece tender a um de dois extremos: ou culpa somente o outro e perde a chance de crescer, ou culpa somente a si mesmo e entra numa dinâmica ineficiente de excesso de autocrítica, que também não leva ao crescimento.

Pronto! Agora que já pode ver concretamente, escrito no papel, os enganos que cometeu, é hora de perdoar-se, compreender que você é humano e está em constante aprendizado. Você fez o melhor que conseguiu naquele momento. E, por outro lado, sabe que pode evoluir e, ao menos esses erros, não cometer mais, ou cometê-los cada vez menos e com mais consciência!

Por fim, é hora de criar alternativas e ações mais criativas e eficientes. No mesmo papel ou numa nova folha, para cada mancada, pense e escreva uma atitude mais madura e mais equilibrada que você poderia ter tido na mesma situação. Busque dentro de si uma conduta mais coerente com seu coração e anote, para consultar de tempos em tempos e não se esquecer de que você pode, sim, ano após ano, transformar suas relações em caminhos... E para que tanto você quanto o outro se tornem amantes mais inteiros e autênticos!

18 de dezembro de 2011

ESCREVA UMA CARTA DE NATAL AO SEU ANJO DA GUARDA


 
Siga as instruções e FELIZ NATAL!
 
CARTA-GRATIDÃO
 
Os Anjos nos amam independentemente de quem somos,
e reconhecer a existência, proteção e ajuda dos Anjos deve fazer
parte da existência humana.
 
No dia 25 de dezembro de 2011  – NATAL –  haverá ao nosso redor, e do Planeta, uma atmosfera de amor e humildade, bem maior do que acontece normalmente. É uma das datas de maior poder e vibração de amor – momento especial para contatar e rezar com os anjos.
Celebre a vinda de Cristo de coração e mente aberta, e aproveite essa oportunidade para agradecer aos anjos por situações que ainda não ocorreram na sua vida; e lembre-se também do Planeta e de toda a Humanidade.
 
Toque dos Anjos: Invista um tempo maior para pensar sobre o que vai escrever. Programe-se.
 
A preparação - para escrever a carta-gratidão, que pode ser considerada também como umRitual do Natal, procure sempre um lugar agradável, onde você não será incomodado, (desligue o celular). Se gostar de incenso, use o de sua preferência. Indico acender uma vela branca, quando iniciar a escrita definitiva da carta. Papel e um envelope branco – e esta carta deverá ser escrita à lápis! –, mantendo, assim, sua energia sem a influência dos produtos químicos encontrados nas tintas de caneta.
 
1.       São 12 (doze) os itens a serem colocados nessa carta.
O número doze, aqui, pela inspiração dos Anjos, representa a realização de projetos e desejos para o próximo ano de 2012.
 
 
2. A carta deverá ser escrita da mesma maneira que você escreveria contando as novidades para um amigo. Atenção: novidades que JÁ aconteceram. Realidade!
 
Dicas Angelicais:
1)            Pense bem sobre os assuntos que vai escrever na carta;
2)            Quando o assunto for relacionamento amoroso, lembre-se que os anjos são seres de ligação, e não de controle, e não é da sua competência unir pessoas, pois isso é obra do Criador. Os anjos nos ajudam a identificar nossos desejos, desejos esses que ficarão claros em nossa mente. Os Anjos não são de “forçar a barra” com algum pretendente seu. Caso queira harmonizar um relacionamento, esse é o momento. Lembre-se, também, que, ao falarmos sobre relacionamentos, incluímos nossa família, nossos amigos e toda a população planetária;
3)            Quando o assunto for profissão, os anjos sempre nos apóiam. Todavia, eles o fazem com base numa perspectiva mais ampla do que aquela que geralmente temos a capacidade de enxergar. Assim, considere sua capacidade de trabalho, disposição, entusiasmo e, se possível, vocação e jamais pretenda ocupar o lugar de alguém que você conhece, ou mesmo que não conhece – em benefício próprio e prejuízo de alguém. Agradeça ao seu anjo pela ajuda concedida no encaminhamento de um novo trabalho;
4)            Para saúde e equilíbrio físico, mental e emocional, os anjos estão sempre de plantão, assim, vale agradecer pelo seu estado físico, mental e emocional.
5)            Se você quiser que os anjos ajudem a um ente querido, pense sobre o assunto – mas não o especifique, apenas agradeça pelas boas idéias e inspirações em favor de... (nome da pessoa em questão);
6)            Lembre-se de incluir a humanidade nessa lista de doze itens, o que quer dizer que você agradecerá por 12 situações e brindará ao mundo pela sua vibração de amor pela paz e harmonia entre os povos, o que completará os 12 itens;
7)            Após ter os assuntos bem definidos, escreva a carta COM A CERTEZA ABSOLUTA de que ela será entregue em "Mãos Angelicais”, ou seja, seu Anjo da Guarda a receberá e a  encaminhará ao seu Eu Superior;
8)            Coloque a carta num envelope e subscreva da seguinte maneira:
Carta-Gratidão ao Meu Anjo da Guarda
Data:  25/12/2012                                                        
Abertura em: 25/12/2013
 
Sele a carta e guarde-a num lugar seguro, pois você só irá abri-la no próximo Natal, quando, então, poderá escrever a Carta-Gratidão para o ano de 2013 – e assim por diante.
Deixe tudo por conta dos Anjos, pois esse também é um meio de proteção e iluminação. As respostas virão, pode confiar!
Boa sorte, Feliz Natal e um Ano Novo repleto de saúde, harmonia e BOAS IDÉIAS.
Carinhosamente,
Consolação Monducci kc.
 
DIVULGUE A CARTA DE NATAL E, POR FAVOR, MANTENHA O CRÉDITO.
Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2011
Qualquer dúvida entre em contato:

27 de novembro de 2011

Seja terapeuta de si mesmo!


por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br


"Pedi e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei e abri-ser-vos-á. Porque aquele que pede, recebe; e o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á" (Jesus Cristo) 

Poucos conhecem -ou acreditam-, mas existem tratamentos sutis e energéticos à base de pensamento elevado. Terapia que não onera o bolso de ninguém e proporciona, a quem acredita, benefícios em relação ao objetivo desejado. No mundo atual, cada vez mais somos induzidos à estratégia da propaganda, ou seja, ao jogo da sedução que exerce um poder hipnotizador sobre nossas mentes. Muitas vezes, sem percebermos, consumimos por indução ou ficamos à mercê de publicidades, que através da mídia, encarrega-se de nos receitar fórmulas da felicidade baseadas na prática e modelo consumista.

Manipulados psicologicamente e absorvidos pelo poder de sedução que dita regras de comportamento social estimulado pela moda, vamos, gradualmente, despersonalizando-nos e perdendo a capacidade de discernir sobre o que é mais importante ou prioritário para a nossa vida.

Desta forma, aproximamo-nos da dimensão da matéria e seus prazeres imediatos, supérfluos e nos distanciamos de nossa natureza espiritual, que quando associada às experiências da realidade física, proporciona-nos aprendizados que visam o amadurecimento do espírito.

robotização proporcionada pelo poder de sedução do sistema alicerçado no materialismo gera indivíduos alienados de sua condição espiritual, já que o pensamento imediatista destas pessoas gira em torno de um conjunto de valores - e crenças - que determina uma tendência fundamentada em interesses lucrativos.

"Fugir" desta robotização, ou seja, do processo de despersonalização em massa, não é simples, pois exige do indivíduo, coragem para ir na contra-mão de poderosos interesses. E desafiar o poder exige uma indispensável ferramenta: a lucidez.

Gerada pelo poder de sedução do modelo materialista, a robotização, além de despersonalizar o indivíduo e agir sobre a sua auto-estima, ajuda a criar distâncias entre as camadas sociais. Nesse sentido, imperceptivelmente, a discriminação torna-se fator de geração de doenças pelo processo de somatização, pois, sentir-se excluído ou incapaz de atingir um patamar social que garanta uma melhor qualidade de vida para si e seus familiares, é motivo de desequilíbrios na esfera psíquico-espiritual.

Portanto, a "terapia gratuita" que poucos conhecem ou praticam no mundo ocidental, pode ser a prece espontânea. Ao elevarmos sistematicamente o nosso pensamento, geramos internamente uma energia compatível com o objetivo de nossas intenções, ou seja, a transparência das nossas intenções é regra básica para determinar -ou não- a alteração de nossa sintonia ou a mudança de nossa atitude diante da vida.

Outra opção de tratamento gratuito é a meditação, que quando elevada em forma de pensamento, possui a mesma qualidade terapêutica -ou energético-curativa- da prece espontânea.

Como sugestão, tanto numa opção quanto na outra, podem ser utilizadas palavras-chave de significado transcendental como "força, serenidade e equilíbrio", entre outras.

Força significa reação a uma situação estabelecida (o problema em si). Serenidade nos remete à busca por paz interior. Equilíbrio, por sua vez, une os dois significados anteriores em busca do discernimento e lucidez para entender o que se passa consigo, até o indivíduo atingir ou retomar o equilíbrio psíquico-espiritual.

Na prática da sugestão, ao mentalizarmos as três palavras-chave em nossa prece ou meditação, podemos ouvir uma música que eleve a alma, ou se preferirmos, simplesmente o silêncio.

No entanto, é importante mentalizarmos um ambiente de paz e harmonia. Por exemplo, a visualização do sol, do mar ou de uma cachoeira, representam a força da natureza. A serenidade pode ser representada por um campo florido ou um lago iluminado pelo sol ou lua cheia. O equilíbrio representado pelo ecossistema que relaciona-se à harmonia da imagem visualizada como um todo.

No conjunto da imagem, podemos visualizar no fundo o mar iluminado pela energia solar, e mais à frente, um campo coberto de flores e esvoaçantes borboletas. Ao mesmo tempo que visualizamos  -de olhos fechados- essa harmoniosa imagem, repetimos mentalmente: "força, serenidade, equilíbrio"...

Entre os espiritualistas, independente de religiões, existe uma orientação natural que nos remete a um poder oculto (fé) que existe em cada um de nós. Poder que, quando despertado, é capaz de transformar realidades.

Contudo, contrário à essa orientação natural, existe um dito popular que nos remete a um direcionamento materialista associado ao mundo dos negócios e do lucro: "Tudo que de graça é dado, é pouco valorizado". Mesmo assim, vale a pena aproveitar a energia do universo acessível a todos os seres inteligentes e ser terapeuta de si mesmo...

A sugestão, porém, não tem a pretensão de induzir ninguém a uma ideologia, mas chamar a atenção para o discernimento necessário no sentido de cada indivíduo valorizar o que é importante para a sua vida. E a partir dessa clareza de intenções, priorizar ações em benefício de seu crescimento integral que envolve a saúde física e mental, o profissional, o social e o espiritual.

www.flaviobastos.com 

12 de outubro de 2011

Sua desconfiança tem sido uma aliada ou uma cilada em suas relações?


 
por Rosana Braga ::


Desconfiar de alguém pode ser entendido como não acreditar no que ele diz ou faz. E essa desconfiança pode estar baseada em fatos anteriores, em pressentimentos ou ainda em inseguranças pessoais - ou seja, que nada têm a ver com o outro e sim com quem desconfia.

Pois bem! Que atire a primeira pedra quem nunca desconfiou de ninguém! Muito provavelmente você, alguma vez na vida, já se pegou desacreditando de uma promessa, um sentimento ou uma atitude alheia. E talvez você tenha descoberto que estava certo. Isto é, o outro realmente não correspondeu às expectativas que criou.

Neste caso, a sua desconfiança foi uma aliada. E certamente será outras vezes, afinal, todos nós somos capazes de intuir ou de perceber quando há incongruência entre o que alguém fala e o que faz. Porém, o problema nasce quando a desconfiança passa a funcionar como uma autossabotagem, uma cilada que criamos para nós mesmos a fim de não nos permitirmos a chance de ser feliz!

Parece doideira? E é mesmo! Mas existe, acontece o tempo todo, com muito mais gente do que imaginamos. E pode estar acontecendo com você caso esteja com a sensação, repetidas vezes, de que estão te enganando e mentindo para você, especialmente quando o assunto tem a ver com sentimentos e relacionamentos.

Sobre esse assunto, fui inspirada por uma situação real, que seria cômica se não fosse trágica. Um amigo me contou que, embora realmente amasse sua namorada, com quem se relacionava há dois anos, e embora estivesse realmente sofrendo, decidiu romper com ela porque simplesmente não agüentava mais os "barracos" que ela dava por desconfiar de sua palavra, de seus sentimentos e de suas atitudes.

O fato é que para mim ele não teria por que mentir. E me garantiu que jamais a traiu ou enganou. Entretanto, ainda assim, ela se sentia ameaçada pelas amigas dele e até pelas amigas dela, agredindo a todos com acusações sem fundamentos e criando um constrangimento cada vez mais insuportável.

Enfim, embora bonita, inteligente e muito bacana, ela se jogou numa armadilha da qual não conseguiu sair sem antes botar a perder um relacionamento que, em princípio, tinha tudo para dar certo.

Baixa autoestima? Excesso de insegurança? Medo de ser traída? Crenças limitantes e equivocadas? Qual será o verdadeiro motivo para esse tipo de comportamento? Certamente, cada caso é um caso e não existe uma única resposta, uma única razão. Mas não tenho dúvidas de que somente o criador da armadilha pode saber como desfazê-la.

Talvez não saiba conscientemente, talvez nem saiba que é capaz de criar uma armadilha para si mesmo. No entanto, à medida que alguém se dá conta do quanto sua desconfiança lhe causa angústia, aflição, conflitos, ansiedade extrema e desentendimentos sem fundamentos que os justifiquem, é hora de parar e se questionar: que dinâmica é essa a partir da qual estou sustentando minha vida, minhas relações e meus sentimentos? E, a partir de então, tratar de buscar ajuda para encontrar suas respostas!

Dizem que "a mentira tem perna curta" e talvez essa seja a única garantia que temos de que, mais cedo ou mais tarde, a verdade sempre prevalece. Por isso, se você está desconfiado, o melhor que pode fazer é se apoiar nos fatos, no que pode ver, ouvir e tocar. Tudo o mais não passa de especulação que só serviria para fazer você dormir e acordar rodeado por fantasmas tão perturbadores quanto enlouquecedores.

Sendo assim, sugiro que você pare de viver a partir de desconfianças e comece a confiar um pouco mais, a cada dia, em si mesmo. Confie em sua inteligência, em seu caráter, em sua forma íntegra e coerente de se relacionar. Confie no seu poder de atrair pessoas semelhantes, que se identifiquem com quem você é e com o tipo de relacionamento que você sabe viver!

Confie, por fim, na sabedoria do Universo, porque além das certezas humanas, existe uma certeza que é soberana - e esta é infalível!