:: Wagner Borges ::
Por que os meus olhos teimam em ver o que o meu coração já sentiu?
Por que sinto que nossa origem é extraterrestre e que outros olhos estão nos observando e também nos sentindo com o coração?
Será que eles também choram de saudade?
Olho para as estrelas e penso nas naves invisíveis que se movimentam interdimensionalmente e são motivadas por razões que só os seus tripulantes sabem.
Penso nos povos de outros orbes que nos visitam em suas naves fantásticas e, ao mesmo tempo, lembro-me das diversas guerras em andamento no nosso planeta no momento.
Pergunto-me se os visitantes espaciais estão vendo isso e se não nos consideram meio loucos?
Talvez haja um plano cósmico em andamento e nós estamos inseridos nele, mas ainda não sabemos. Ou talvez os nossos visitantes sejam mais parecidos e próximos de nós do que jamais imaginamos dentro de nossa cegueira interdimensional temporária.
Quem sabe se, no fundo dos mares, no interior da Terra, ou mesmo sob as calotas polares, não há diversas colônias ou bases extraterrestres monitorando invisivelmente o progresso da humanidade terrestre?
Lembro-me de Jesus ensinando, "Na Casa do Pai há muitas moradas".
Será que Ele também estava sentindo saudades?
Também me lembro do sábio grego Pitágoras, ensinando sobre as esferas espirituais, e do místico e sensitivo sueco Swedenborg relatando, no século 18, que via, fora do corpo, seres de outros lugares.
Será que eles também estavam com saudades?
Meus olhos querem ver, mas o meu coração já sabe e não precisa de provas externas para comprovar o que ele já intuiu e sentiu: somos visitados por irmãos estelares há muito tempo e há uma ordem cósmica guiando os passos de raças mais jovens e imaturas nos orbes mais densos.
Iludidos pelos cinco sentidos convencionais e presos a paradigmas materiais e imediatistas, não percebemos a imensa trama cósmica em que estamos inseridos e também não percebemos que fazemos parte da imensa família sideral.
Cegos e meio-loucos por causa do isolamento em relação aos nossos irmãos espaciais, pensamos e fazemos coisas estranhas e não conseguimos a paz tão almejada.
Saudades, saudades, saudades... Os olhos querem ver, mas o coração já sabe:
NÃO ESTAMOS SOZINHOS!
Paz e Luz.
Se você busca autoconhecimento, você está no lugar certo!
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16 de setembro de 2011
11 de setembro de 2011
4 de setembro de 2011
Simplesmente ame
As pessoas se sentem muitas vezes rejeitadas porque antes mesmo delas darem algo, já existe a expectativa. Se a expectativa não for satisfeita, elas se sentem rejeitadas. É a expectativa que está criando problema, não o amor.
Dê o amor sem qualquer corda amarrando-o. Dê o amor pelo puro prazer de dar. Alegre-se dando-o.
O pássaro cuco, ao cantar distante, não se preocupa se alguém está gostando ou não. A estrela distante - você pensa que ela está preocupada se um poeta está escrevendo um belo poema sobre ela ou se um Vicent van Gogh está pintando-a, ou se um fotógrafo ou um astrônomo estão preocupados com ela? A estrela não está interessada nisso. A sua alegria está em continuar brilhando.
Simplesmente abra o seu coração... E abra-o totalmente, sem quaisquer expectativas e condições. É certo que ele alcançará o coração certo; isto sempre acontece.
...E você está me perguntando: Seria este o tempo e o lugar para abrir o meu coração totalmente?
Todo tempo e todo lugar é o lugar certo!
...Você esperou tempo demais, não espere mais. Este é o tempo. Nunca confie no momento seguinte; o amanhã nunca vem. É agora ou nunca"!
OSHO.
Dê o amor sem qualquer corda amarrando-o. Dê o amor pelo puro prazer de dar. Alegre-se dando-o.
O pássaro cuco, ao cantar distante, não se preocupa se alguém está gostando ou não. A estrela distante - você pensa que ela está preocupada se um poeta está escrevendo um belo poema sobre ela ou se um Vicent van Gogh está pintando-a, ou se um fotógrafo ou um astrônomo estão preocupados com ela? A estrela não está interessada nisso. A sua alegria está em continuar brilhando.
Simplesmente abra o seu coração... E abra-o totalmente, sem quaisquer expectativas e condições. É certo que ele alcançará o coração certo; isto sempre acontece.
...E você está me perguntando: Seria este o tempo e o lugar para abrir o meu coração totalmente?
Todo tempo e todo lugar é o lugar certo!
...Você esperou tempo demais, não espere mais. Este é o tempo. Nunca confie no momento seguinte; o amanhã nunca vem. É agora ou nunca"!
OSHO.
29 de agosto de 2011
Tá sozinho? Aproveite o agora para ser dar ainda melhor depois!
:: Rosana Braga ::
Você já deve ter ouvido aquela metáfora do copo com água até a metade, que nos convida a refletir sobre o que enxergamos: meio copo cheio ou meio copo vazio? Bem, a ideia é averiguar se temos olhado as circunstâncias a partir do que está faltando ou a partir do que já existe. E pretendo seguir por esta linha, ao falar de estar ou não vivendo um relacionamento atualmente...
Considerando que foi estabelecido até o "Dia do Solteiro", partimos do princípio de que há algo a ser comemorado por quem está só. Apenas por esta razão, já temos um ângulo positivo sob o qual a questão pode ser vista. Mas sabemos que o "buraco é bem mais embaixo". Ou seja, embora algumas pessoas realmente saibam aproveitar a solteirice, outras, porém, sentem-se profundamente angustiadas ao se constatarem "sozinhas".
Em primeiro lugar, penso que, para quem deseja viver um grande amor, aprender a estar solteiro e feliz de verdade é fundamental! Algo mais ou menos como saber apreciar uma música justamente por conhecer o silêncio. Ou conseguir sentir o calor do sol sobretudo por já ter sentido a ausência dele. Enfim, o que quero dizer é que não dá para aprender a se entregar e a valorizar um relacionamento feito gente grande se você não sabe vivenciar a sua solteirice. São dois lados da mesma moeda! Questões inseparáveis.
E um lado jamais será completamente bom (incluindo todas as particularidades de uma relação), se o outro não tiver sido vivido de forma intensa, inteira e profunda. Estar solteiro é um convite ao deleite de conhecer, seja a si mesmo ou ao outro, o novo, o diferente, as até então inexistentes possibilidades. Estar solteiro é vivenciar um tempo de recriar, recomeçar, renovar, renascer.
Entretanto, infelizmente, muitas pessoas só conseguem enxergar o que lhes falta sem se darem conta de que a falta é delas mesmas, do que poderiam ser e se tornar enquanto singulares para que, quando pares, soubessem que não vale a pena tantas implicações sem razão, tantas picuinhas que não levam a nada e só destroem momentos que poderiam ser imperdíveis.
A solteirice é uma lição imprescindível. É como o intervalo entre um filme e outro para a pipoca e o xixi. E não há nada mais gostoso e confortável que satisfazer essas pequenas necessidades ou desejos. O problema é que muita gente só consegue reclamar e se lamentar e se vitimizar, haja o que houver, e sem sequer notar. Quando está se relacionamento, briga, fica impaciente, bota seus bichos pra fora e acha que o outro tem de suportar tudo como prova de que o ama de qualquer jeito. E quando está solteiro, sente-se o último dos solitários, abandonado, procurando o que tem de errado consigo, dia e noite.
Enfim, uma completa perda de tempo. Um total desperdício de vida, prazeres, alegrias e realizações. Sem conseguir apreciar um lado da moeda, simplesmente desvaloriza o outro lado. Sem jamais se permitir um namoro consigo mesmo - que nada mais é do que a solteirice - não consegue se permitir o verdadeiro namoro com o outro.
Minha sugestão é para que você, ao estar solteiro, consiga vivenciar de fato a melhor das realidades: estar naquele momento em que se namora a vida, certo de que o melhor está por vir. Mas lembre-se de que isso não significa que a felicidade está para chegar. Ela já está. Estar solteiro ou estar comprometido, repito, são duas vias de um mesmo caminho. E se cada passo, seja por uma via ou por outra, não for dado com a certeza de que ambos reservam alegrias e tristezas, você nunca conseguirá sentir essa felicidade, simplesmente porque vai passar a vida esperando pelo que poderia ser, mas não é!
Considerando que foi estabelecido até o "Dia do Solteiro", partimos do princípio de que há algo a ser comemorado por quem está só. Apenas por esta razão, já temos um ângulo positivo sob o qual a questão pode ser vista. Mas sabemos que o "buraco é bem mais embaixo". Ou seja, embora algumas pessoas realmente saibam aproveitar a solteirice, outras, porém, sentem-se profundamente angustiadas ao se constatarem "sozinhas".
Em primeiro lugar, penso que, para quem deseja viver um grande amor, aprender a estar solteiro e feliz de verdade é fundamental! Algo mais ou menos como saber apreciar uma música justamente por conhecer o silêncio. Ou conseguir sentir o calor do sol sobretudo por já ter sentido a ausência dele. Enfim, o que quero dizer é que não dá para aprender a se entregar e a valorizar um relacionamento feito gente grande se você não sabe vivenciar a sua solteirice. São dois lados da mesma moeda! Questões inseparáveis.
E um lado jamais será completamente bom (incluindo todas as particularidades de uma relação), se o outro não tiver sido vivido de forma intensa, inteira e profunda. Estar solteiro é um convite ao deleite de conhecer, seja a si mesmo ou ao outro, o novo, o diferente, as até então inexistentes possibilidades. Estar solteiro é vivenciar um tempo de recriar, recomeçar, renovar, renascer.
Entretanto, infelizmente, muitas pessoas só conseguem enxergar o que lhes falta sem se darem conta de que a falta é delas mesmas, do que poderiam ser e se tornar enquanto singulares para que, quando pares, soubessem que não vale a pena tantas implicações sem razão, tantas picuinhas que não levam a nada e só destroem momentos que poderiam ser imperdíveis.
A solteirice é uma lição imprescindível. É como o intervalo entre um filme e outro para a pipoca e o xixi. E não há nada mais gostoso e confortável que satisfazer essas pequenas necessidades ou desejos. O problema é que muita gente só consegue reclamar e se lamentar e se vitimizar, haja o que houver, e sem sequer notar. Quando está se relacionamento, briga, fica impaciente, bota seus bichos pra fora e acha que o outro tem de suportar tudo como prova de que o ama de qualquer jeito. E quando está solteiro, sente-se o último dos solitários, abandonado, procurando o que tem de errado consigo, dia e noite.
Enfim, uma completa perda de tempo. Um total desperdício de vida, prazeres, alegrias e realizações. Sem conseguir apreciar um lado da moeda, simplesmente desvaloriza o outro lado. Sem jamais se permitir um namoro consigo mesmo - que nada mais é do que a solteirice - não consegue se permitir o verdadeiro namoro com o outro.
Minha sugestão é para que você, ao estar solteiro, consiga vivenciar de fato a melhor das realidades: estar naquele momento em que se namora a vida, certo de que o melhor está por vir. Mas lembre-se de que isso não significa que a felicidade está para chegar. Ela já está. Estar solteiro ou estar comprometido, repito, são duas vias de um mesmo caminho. E se cada passo, seja por uma via ou por outra, não for dado com a certeza de que ambos reservam alegrias e tristezas, você nunca conseguirá sentir essa felicidade, simplesmente porque vai passar a vida esperando pelo que poderia ser, mas não é!
Rosana Braga é Palestrante, Jornalista, Consultora em Relacionamentos
e Autora dos livros "O PODER DA GENTILEZA" e "FAÇA O AMOR VALER A PENA", entre outros.
e Autora dos livros "O PODER DA GENTILEZA" e "FAÇA O AMOR VALER A PENA", entre outros.
22 de agosto de 2011
Estamos obcecados com "o melhor".
Estamos obcecados com "o melhor".
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta. O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.
Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno
desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter.
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o
melhor cargo da empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom que já temos".
A casa que é pequena, mas nos acolhe;
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria;
A TV que está velha, mas nunca deu defeito;
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos";
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo;
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem;
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
* Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
* Ou será que isso já é o melhor, e, na busca do "melhor", a gente nem percebeu?
Leila Ferreira é uma jornalista mineira com mestrado em Letras e doutorado em Comunicação, em Londres. Apesar disso, optou por viver uma vidinha mais simples, em Belo Horizonte...
19 de agosto de 2011
18 de agosto de 2011
11 de agosto de 2011
Para vencer as dificuldades no amor
Ajude-me a entrar em sintonia com minha alma gêmea, para que possamos desfrutar o amor, abençoados pela providência Divina.
Peço a tua intercessão poderosa, junto a Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém”
Oração para Proteger o Relacionamento
Meu grande Santo António, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, por minha vida, por meus anseios. Ajuda-me a defender dos perigos. Ajuda a afastar de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos e os enganos no amor.
Faz que eu seja realista, confiante, digna(a) e alegre neste meu relacionamento.
Que meu/minha namorado(a), me agrade, que seja trabalhador(a), virtuoso(a), responsável e fiel.
Ajuda-me a encontrar um caminho para o futuro e para a vida a dois com as disposições de quem recebeu de Deus uma vocação sagrada e um dever social.
Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas.
Que a traição e o ciúme desmedido se afaste de nossas mentes e corações e o amor assim como a harmonia sempre entre nós prevaleça.
Que os nossos corações busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé assim como do nosso amor e que este seja infinito e eterno, e que o casamento seja o nosso último destino.
27 de julho de 2011
Os portões de chegada
Cada abraço daqueles guarda uma história diferente...
Cada reencontro daqueles revela um outro mundo, uma outra vida, diversa da nossa, da sua...
Se você nunca teve a oportunidade de observar, por mais de cinco segundos, todas aquelas pessoas – desconhecidos numa multidão - esperando seus amigos, seus familiares, seus amores, não tenha medo de perceber da próxima vez, a magia de um momento, de um lugar.
Falamos dos portões de chegada de um aeroporto, um desses lugares do mundo onde podemos notar claramente a presença grandiosa do amor.
Invisível, quase imperceptível, ali ele está com toda sua sublimidade.
Nas declarações silenciosas de um olhar tímido. No calor ameno de um abraço apertado. No breve constrangimento ao tentar encontrar palavras para explicá-lo.
Na oração de três segundos elevada ao Alto - agradecendo a Deus por ter cuidado de seu ente querido que retorna.
Richard Curtis, que assina a produção cinematográfica de nome Love actually – traduzida no Brasil como Simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada.
O autor oferece na primeira e última cenas do filme exatamente a contemplação dos portões de chegada de um aeroporto e de seu belíssimo espetáculo representando a essência do amor.
Ouve-se um narrador, nos primeiros segundos, confessando que, toda vez que a vida se lhe mostrava triste, sem graça, cruel, ele se dirigia para o aeroporto para observar aqueles portões e ali encontrava o amor por toda parte.
Seu coração alcançava uma paz, um alívio, em notar que o amor ainda existia e que ainda havia esperança para o mundo.
Isso tudo pode parecer um tanto poético demais para os mais práticos, é certo.
Assim, a melhor forma de compreender a situação proposta é a própria vivência.
Sugerimos que faça a experiência de, por alguns minutos, contemplar essas cenas por si mesmo, seja na espera de aviões ou outros meios de transporte coletivos.
Propomos que parta de uma posição mais analítica, de início, com algumas pitadas de curiosidade:
Que grau de parentesco possuem aquelas pessoas? - Há quanto tempo não se veem? - De onde chegam?
Ou, quem sabe, sobre outros: Que histórias têm para contar! - O que irão narrar por primeiro ao saírem dali? Sobre a família, sobre a viagem, sobre a espera em outro aeroporto?
Ao perceber lágrimas em alguns olhos, questione: De onde elas vêm? - Há quanto tempo não se encontram? - Que felicidade não existe dentro da alma naquele momento!
Por fim, reflita:
Por quanto tempo aquele instante irá ficar guardado na memória! O instante do reencontro...
Tudo isso poderá nos levar a uma analogia final, a uma nova questão: não seria a Terra um imenso aeroporto? Um lugar de chegadas e partidas que não param, constantes, inevitáveis?
Pensando nos portões de chegada na Terra, lembramos dos bebês, que abraçamos ao nascerem, com este mesmo amor daqueles que esperam num aeroporto por seus amados.
Choramos de alegria, contemplando a beleza de uma nova vida, e muitas vezes este choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro.
É um antigo amor que, por vezes, volta ao nosso lar através da reencarnação.
Pensando agora nos portões de partida, inevitavelmente lembramos da morte, da despedida.
Mas este sentir poderá ser também feliz!
Como o sentimento que invade uma mãe ou um pai que dá adeus a um filho que logo embarcará em direção a outro país, a fim de fazer uma viagem de aprendizagem, de estudo ou profissional.
Choram sim, de saudade, mas o sentimento que predomina no bom coração dos pais é a felicidade pela oportunidade que estão recebendo, pois têm consciência de que aquilo é o melhor para ele no momento.
* * *
Vivemos no aeroporto Terra.
Todos os dias milhares partem, milhares chegam.
Chegadas e partidas são inevitáveis.
O que podemos mudar é a forma de observá-las.
Redação do Momento Espírita com base no cap. Os portões de chegada, do livro O que as águas não refletem, de Andrey Cechelero.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 12, e no livro Momento Espírita v. 6, ed. Fep.
13 de julho de 2011
Oração para abençoar o local de trabalho
Deus, pai de bondade, criador de todas as coisas e santificador de todas as criaturas.
Suplicamos a tua benção e proteção sobre este local de trabalho;
Que a graça do teu espírito santo habite dentro destas paredes, para que não haja contendas nem desunião e que todos que precisarem do nosso atendimento sejam tratados com igualdade independente de posição social cor ou raça.
Afasta desse nosso local de trabalho toda inveja!
Que teus anjos de luz acampem ao redor deste estabelecimento e somente a paz e a prosperidade habitem nesse local.
Concede aos que aqui trabalham um coração generoso, para que o dom da partilha aconteça e as tuas bençãos sejam abundantes.
Dá saude aos que retiram desse lugar o sustento da familia, e que eles saibam e possam cantar louvores a ti.
Por Cristo Jesus. Assim Seja
12 de julho de 2011
A vida é feita de escolhas
E o amor é uma delas.
Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e “automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.
Assim também é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior!
Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.
Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?
Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.
O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!
Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro.
Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.
Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo retribuir, compartilhar…
E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”.
Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro… ou então partir, inteira e verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos…
Rosana Braga
10 de julho de 2011
Miss Imperfeita!
por Martha Medeiros
Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se
isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional,mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana,vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por
nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na
sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da
maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo
o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por
dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser
indispensável. É ter tempo.Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos
de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser
perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de
ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for
super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada
pedacinho de si.Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser
independente.Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre
para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa
Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso,
francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à
beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida
interessante'Martha Medeiros - Jornalista e escritora
2 de julho de 2011
Se o amor não vai bem, concentre-se em você!
por:: Rosana Braga ::
Na semana passada, escrevi sobre dar um tempo para o amor. Ou seja, se a relação não vai bem, muitas vezes precisamos baixar a ansiedade e esperar, até que a situação melhore; pois ela sempre melhora, de uma forma ou de outra! Fiquei impressionada com a quantidade de mensagens que recebi.
Percebi que a dúvida não está em dar um tempo, mas em como conseguir fazer isso, em como suportar a espera. Realmente, é sempre muito difícil esperar. A paciência é o exercício da espera... um grande e penoso aprendizado para nós, seres humanos.
Mas, sabe, a verdade é que só há uma maneira de dar um tempo para o amor.
É tirar o foco do outro e colocá-lo em você! Isto é, existem momentos na vida em que, mais do que nunca, precisamos olhar para nós mesmos, nos concentrarmos em nossos próprios sentimentos, lançarmos mão de nossa coragem e perguntar ao nosso coração o que realmente queremos, do que realmente gostamos e o que realmente estamos fazendo com nossas vidas...
Geralmente, quando estamos num relacionamento, costumamos nos concentrar no outro quase que totalmente, seja nas características boas, seja nas ruins. Por conta disso, passamos a responsabilizar o outro tanto por nossa felicidade (quando tudo vai bem), como por nossa dor, por nossos medos, inseguranças e tristezas (quando tudo vai mal)...
Se tudo vai bem, nem percebemos. Mas quando a desilusão chega (e ela sempre chega, porque é uma grande mestra: nos tira da ilusão em que estávamos vivendo), fica muito doloroso admitir que também somos responsáveis, que também contribuímos para que certas ilusões fossem criadas e mantidas... E, assim, recusando a dor, negando nossa participação, nada conseguimos fazer, nada podemos mudar e não sabemos como sair desse jogo.
Certamente, escrever é bem mais fácil do que viver, mas eu lhe garanto: sei o quanto é difícil, mas sei o quanto é possível! Então, sugiro que diante da desilusão, diante da crise que vai se instalando dia-a-dia numa relação de amor, você se concentre em si mesmo.
Todos nós, algum dia em nossas vidas, já quisemos mudar a pessoa amada. Já desejamos que ela fosse diferente, que agisse de outra maneira, que nos dissesse outras palavras e talvez até sentisse outros sentimentos. Mas nos deparamos com a impossibilidade de mudar o outro.
É assim: descobrimos a duras penas que não podemos melhorar o outro porque já temos dificuldade e trabalho o suficiente para melhorarmos a nós mesmos. Mas nem sempre nos damos conta de que a melhora pede conhecimento, dedicação e coragem.
Só poderemos sair da dor quando soubermos exatamente onde está nossa ferida. Sim, porque o outro não tem o poder de nos fazer sofrer se, antes, nós mesmos não tivermos criado uma ferida para que, ao ser tocada, sintamos dor... Ou seja, o outro não nos machuca, apenas toca em nossos machucados (feitos por nós mesmos) para nos lembrar de que eles ainda estão ali, precisando de cuidados, de atenção, de tratamento.
Faça um check-up interno. Descubra quais são as feridas que você foi lhe fazendo ao longo da vida. Lembre-se das vezes em que os acontecimentos não foram exatamente como você esperava, como você gostaria e que, por isso, você se feriu, se culpou, não foi capaz de aceitar o ritmo do Universo.
Esteja certo de que, uma vez detectadas as suas feridas, você saberá como curá-las. Saberá ainda que é exatamente esse o tempo que a gente dá para a relação. Um tempo para nós mesmos, para nossas dores, para nossa cura... Para nossa evolução!
E de tempo em tempo, de dor em dor, estaremos cada vez mais prontos para viver o amor...
Na semana passada, escrevi sobre dar um tempo para o amor. Ou seja, se a relação não vai bem, muitas vezes precisamos baixar a ansiedade e esperar, até que a situação melhore; pois ela sempre melhora, de uma forma ou de outra! Fiquei impressionada com a quantidade de mensagens que recebi.
Percebi que a dúvida não está em dar um tempo, mas em como conseguir fazer isso, em como suportar a espera. Realmente, é sempre muito difícil esperar. A paciência é o exercício da espera... um grande e penoso aprendizado para nós, seres humanos.
Mas, sabe, a verdade é que só há uma maneira de dar um tempo para o amor.
É tirar o foco do outro e colocá-lo em você! Isto é, existem momentos na vida em que, mais do que nunca, precisamos olhar para nós mesmos, nos concentrarmos em nossos próprios sentimentos, lançarmos mão de nossa coragem e perguntar ao nosso coração o que realmente queremos, do que realmente gostamos e o que realmente estamos fazendo com nossas vidas...
Geralmente, quando estamos num relacionamento, costumamos nos concentrar no outro quase que totalmente, seja nas características boas, seja nas ruins. Por conta disso, passamos a responsabilizar o outro tanto por nossa felicidade (quando tudo vai bem), como por nossa dor, por nossos medos, inseguranças e tristezas (quando tudo vai mal)...
Se tudo vai bem, nem percebemos. Mas quando a desilusão chega (e ela sempre chega, porque é uma grande mestra: nos tira da ilusão em que estávamos vivendo), fica muito doloroso admitir que também somos responsáveis, que também contribuímos para que certas ilusões fossem criadas e mantidas... E, assim, recusando a dor, negando nossa participação, nada conseguimos fazer, nada podemos mudar e não sabemos como sair desse jogo.
Certamente, escrever é bem mais fácil do que viver, mas eu lhe garanto: sei o quanto é difícil, mas sei o quanto é possível! Então, sugiro que diante da desilusão, diante da crise que vai se instalando dia-a-dia numa relação de amor, você se concentre em si mesmo.
Todos nós, algum dia em nossas vidas, já quisemos mudar a pessoa amada. Já desejamos que ela fosse diferente, que agisse de outra maneira, que nos dissesse outras palavras e talvez até sentisse outros sentimentos. Mas nos deparamos com a impossibilidade de mudar o outro.
É assim: descobrimos a duras penas que não podemos melhorar o outro porque já temos dificuldade e trabalho o suficiente para melhorarmos a nós mesmos. Mas nem sempre nos damos conta de que a melhora pede conhecimento, dedicação e coragem.
Só poderemos sair da dor quando soubermos exatamente onde está nossa ferida. Sim, porque o outro não tem o poder de nos fazer sofrer se, antes, nós mesmos não tivermos criado uma ferida para que, ao ser tocada, sintamos dor... Ou seja, o outro não nos machuca, apenas toca em nossos machucados (feitos por nós mesmos) para nos lembrar de que eles ainda estão ali, precisando de cuidados, de atenção, de tratamento.
Faça um check-up interno. Descubra quais são as feridas que você foi lhe fazendo ao longo da vida. Lembre-se das vezes em que os acontecimentos não foram exatamente como você esperava, como você gostaria e que, por isso, você se feriu, se culpou, não foi capaz de aceitar o ritmo do Universo.
Esteja certo de que, uma vez detectadas as suas feridas, você saberá como curá-las. Saberá ainda que é exatamente esse o tempo que a gente dá para a relação. Um tempo para nós mesmos, para nossas dores, para nossa cura... Para nossa evolução!
E de tempo em tempo, de dor em dor, estaremos cada vez mais prontos para viver o amor...
27 de junho de 2011
Luz
:: Saul Brandalise Jr. ::
Todos nós buscamos encontrar equilíbrio, lucidez, preparo, e mais saber ouvir, saber falar e saber esperar para que nossa caminhada neste planeta faça sentido.
A LUZ é isso. Uma somatória de adjetivos altamente qualificativos em que todos agreguem e potencializem em uma única direção nossa iluminação interior.
A caminhada é fácil? Claro e óbvio que não. É tão difícil e complicada que pensar em desistir faz parte do processo. Ao iniciarmos o processo de busca interior não nos damos conta de que a trajetória é árdua, complicada e cheia de percalços.
Principalmente porque buscamos o novo de maneira eufórica, sem nos darmos conta de que existem vícios e hábitos altamente enraizados em nossas vidas, e a esses temos que analisar, definindo os que ficam e eliminando os que não nos servem mais.
Aqui mora o principal problema de nossa busca. É a mesma sensação que o fumante sofre quando decide deixar de fumar. Ele pensa que só tem vício... Errado. Ele tem o vício e o hábito de fumar. Acender um cigarro depois do café não é sinal de vicio. É um hábito.
Nossos hábitos e vícios estão diretamente relacionados com os nossos valores e com a nossa família, o meio em que vivemos e a eventual religião que ainda seguimos.
Julgar as pessoas e falar mal delas é um hábito que pegamos a partir do meio em que vivemos. Continuar com isso se torna um vício sem que percebamos. Ora, isso cria karma. Quem somos nós para julgarmos aquele que também está em processo de aprender, de evoluir e crescer?
Buscar LUZ não significa apenas saber, ler livros, ir atrás de conhecimento e achar que isso é suficiente. O equilíbrio só vem do conhecimento aplicado. E é com esta forma de encarar a vida que conseguimos avaliar o quanto efetivamente sabemos. Sem equilíbrio não existe LUZ
Conheço pessoas que lêem dois livros por semana, mas continuam as mesmas.
Conheço pessoas que pouco lêem, no entanto, muito aplicam do que sabem e mudam seu comportamento a olhos vistos. Sem aplicar o que conhecemos não existe sabedoria. Sem sabedoria não há como se ter LUZ.
E, à medida que evoluímos, a cobrança vai ficando mais séria e difícil. É muito mais fácil ficar sem noção alguma e achar que tudo na vida é coincidência e obra do acaso. Para isso basta seguir os outros.
Mais fácil, ainda, é ser vítima. Para isso basta tomar um comprimido antidepressivo; dopar-se e comprometer o sexto chakra.
Lutar, buscar entender a vida, é muito complicado e se torna cada vez mais indispensável.
Entretanto, quando atingimos determinados patamares de conhecimento e LUZ, a vida fica muito mais fácil de ser desfrutada.
É óbvio que as pessoas à nossa volta estranham. Eles querem que sejamos como éramos. Pouco lhes importa se estamos mais felizes ou não.
Não é por um acaso que o momento atual se chama: PRESENTE... para que nós o desfrutemos e nos envolvamos a fundo com nossas verdades e percalços. Só assim alcançaremos LUZ.
Muitos livros funcionam como verdadeiras lanternas... mas desta forma nos esquecemos de que a LUZ é interior.
Sei que nos veremos, diferentes, em verdade.
Beijo na Alma
:: Saul Brandalise Jr. ::
Todos nós buscamos encontrar equilíbrio, lucidez, preparo, e mais saber ouvir, saber falar e saber esperar para que nossa caminhada neste planeta faça sentido.
A LUZ é isso. Uma somatória de adjetivos altamente qualificativos em que todos agreguem e potencializem em uma única direção nossa iluminação interior.
A caminhada é fácil? Claro e óbvio que não. É tão difícil e complicada que pensar em desistir faz parte do processo. Ao iniciarmos o processo de busca interior não nos damos conta de que a trajetória é árdua, complicada e cheia de percalços.
Principalmente porque buscamos o novo de maneira eufórica, sem nos darmos conta de que existem vícios e hábitos altamente enraizados em nossas vidas, e a esses temos que analisar, definindo os que ficam e eliminando os que não nos servem mais.
Aqui mora o principal problema de nossa busca. É a mesma sensação que o fumante sofre quando decide deixar de fumar. Ele pensa que só tem vício... Errado. Ele tem o vício e o hábito de fumar. Acender um cigarro depois do café não é sinal de vicio. É um hábito.
Nossos hábitos e vícios estão diretamente relacionados com os nossos valores e com a nossa família, o meio em que vivemos e a eventual religião que ainda seguimos.
Julgar as pessoas e falar mal delas é um hábito que pegamos a partir do meio em que vivemos. Continuar com isso se torna um vício sem que percebamos. Ora, isso cria karma. Quem somos nós para julgarmos aquele que também está em processo de aprender, de evoluir e crescer?
Buscar LUZ não significa apenas saber, ler livros, ir atrás de conhecimento e achar que isso é suficiente. O equilíbrio só vem do conhecimento aplicado. E é com esta forma de encarar a vida que conseguimos avaliar o quanto efetivamente sabemos. Sem equilíbrio não existe LUZ
Conheço pessoas que lêem dois livros por semana, mas continuam as mesmas.
Conheço pessoas que pouco lêem, no entanto, muito aplicam do que sabem e mudam seu comportamento a olhos vistos. Sem aplicar o que conhecemos não existe sabedoria. Sem sabedoria não há como se ter LUZ.
E, à medida que evoluímos, a cobrança vai ficando mais séria e difícil. É muito mais fácil ficar sem noção alguma e achar que tudo na vida é coincidência e obra do acaso. Para isso basta seguir os outros.
Mais fácil, ainda, é ser vítima. Para isso basta tomar um comprimido antidepressivo; dopar-se e comprometer o sexto chakra.
Lutar, buscar entender a vida, é muito complicado e se torna cada vez mais indispensável.
Entretanto, quando atingimos determinados patamares de conhecimento e LUZ, a vida fica muito mais fácil de ser desfrutada.
É óbvio que as pessoas à nossa volta estranham. Eles querem que sejamos como éramos. Pouco lhes importa se estamos mais felizes ou não.
Não é por um acaso que o momento atual se chama: PRESENTE... para que nós o desfrutemos e nos envolvamos a fundo com nossas verdades e percalços. Só assim alcançaremos LUZ.
Muitos livros funcionam como verdadeiras lanternas... mas desta forma nos esquecemos de que a LUZ é interior.
Sei que nos veremos, diferentes, em verdade.
Beijo na Alma
29 de maio de 2011
Seja raro e valioso
Ser raro e valioso não significa ter um cargo ‘importante’, mas sim ser um profissional diferenciado. Leia mais!
Quem é mais importante para a sociedade, um professor do ensino básico ou um jogador de futebol profissional? Qual dos dois é melhor remunerado? Penso que a maioria concorda que o professor é mais importante, mas o jogador é quem ganha mais, e o motivo é simples: há muito menos futebolistas do que professores.
Em qualquer sociedade onde prevaleça a lei da oferta e da procura, quanto mais raro for o talento de um profissional, melhor remunerado ele será. Nada contra o status de ter uma profissão ou cargo “importante”, mas para a carreira de qualquer pessoa, a raridade é muito mais valiosa, pois sempre haverá demanda para quem é diferenciado. Ser importante não garante muita coisa, já que muitos deixam de sê-lo quando perdem o cargo.
Mas, afinal, o significa ser valioso? Uma pessoa é valiosa quando realiza um trabalho superior a média, de forma consistente, independentemente da empresa em que estiver ou do serviço que prestar.
Pense em todos os prestadores de serviço que você teve até hoje – médicos, bancários, mecânicos, secretárias, vendedores etc. Destas centenas de pessoas, quantos foram absolutamente dedicados e usaram toda a sua competência e energia para atendê-lo de maneira impecável?
É provável que você responda que foram pouquíssimos, pois a maioria das pessoas faz o mínimo necessário, e às vezes nem isso. É raríssimo um profissional ser ao mesmo tempo tecnicamente excelente, e realmente disposto a compartilhar esta capacidade, servindo outras pessoas. Você é assim? Valemos por aquilo que entregamos e não pelo que prometemos.
Quer ser raro e valioso? Entregue mais do que esperam de você. Imagine a quantidade de pessoas que gostariam de ter o privilégio de contar com um profissional deste gabarito?
Se quiser aumentar o valor de seu passe, você deve usar toda sua capacidade e seu talento para oferecer além do combinado. Ser tão competente não significa dar isso de graça. Essa energia e eficácia custam dinheiro, e você ficará surpreso ao ver como as pessoas aceitam pagar mais caro para ter os serviços de um profissional fora de série.
Quando a coisa aperta, procuramos quem faz as coisas acontecerem. Se você for assim, seus clientes, sócios ou chefes farão o possível – e talvez um pouco mais –, para mantê-lo ao lado deles. Agindo desta forma, com o passar dos anos, além de raro e valioso, se você quiser, também ficará importante!
Eduardo Ferraz (Consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company, com aplicações práticas de Neurociência)
Portal HSM
23/05/2011
23/05/2011
22 de maio de 2011
No amor, não existe jogo ganho!
O amor é como uma plantinha... para que ela esteja sempre saudável e bonita, faz-se necessário água, luz, adubo, enfim cuidados diários
... assim como o amor, para que sobreviva.... precisa de afeto,carinho, respeito, cuidado...
A falta destes ingredientes fazem com que a plantinha ou amor definhe, e vá perdendo o brilho, a luz, até a morte....
E você, já cultivou seu amor hoje?? Este artigo nos ensina um pouco como fazer isso...
... assim como o amor, para que sobreviva.... precisa de afeto,carinho, respeito, cuidado...
A falta destes ingredientes fazem com que a plantinha ou amor definhe, e vá perdendo o brilho, a luz, até a morte....
E você, já cultivou seu amor hoje?? Este artigo nos ensina um pouco como fazer isso...
Algumas pessoas, inocente ou inadvertidamente, acreditam que basta conseguir um sim do outro para que tudo esteja resolvido em sua vida afetiva. A esses desavisados, creio ser absolutamente preciso deixar bem claro: seja para um namoro ou, especialmente, para um casamento, o sim não é sinônimo de E foram felizes para sempre... como nos contos de fadas. Muito pelo contrário!
A decisão de viver um relacionamento amoroso, embora só seja possível diante do aceite de ambas as partes, apenas dá partida a uma longa viagem. E como qualquer viagem, no amor não é diferente: é preciso atenção, foco, investimento, tempo, dedicação e, sobretudo, saber onde se quer chegar, para não se perder no caminho!
A grande verdade é: num relacionamento, não existe jogo ganho! Para fazer valer a pena, é preciso exercitar todos os dias. Entretanto, infelizmente, muitos casais acreditam que o amor é uma espécie de mágica que acontece em suas vidas e, sem que nada precisem fazer, ele estará lá, agindo sobre seus corações e norteando suas escolhas.
Não, não, não! Amor é verbo, e como todo verbo, precisa ser conjugado! Precisamos praticá-lo, transformá-lo em ações propositais, em atitudes com objetivos claros e definidos. O amor é um planejamento feito a quatro mãos e dois corações. Senão, pode apostar que não vai funcionar!
Trata-se de uma química muito especial que, embora bastante poderosa e transformadora, acontece entre duas pessoas cujas naturezas são fugazes, frágeis, vulneráveis. Portanto, sem reforço e sem reconhecimento diários, a química desanda, a essência se perde. E para que você comece a renovar diariamente seu desejo de fazer seu relacionamento valer a pena, vou ressaltar três atitudes infalíveis. O quanto antes você começar a conjugar seu amor baseando-se nelas, mais fortes e consistentes serão seus resultados!
Reconheça verbalmente o que o outro faz de bom!
Principalmente, quando convivemos com a pessoa amada, tendemos a reclamar de certas atitudes que nos incomodam. Seja a toalha molhada deixada sobre a cama ou, ao contrário, a mania de limpeza e organização do outro; seja a falta de romantismo ou o ciúme exagerado; seja a ausência de carinhos ou o excesso de sensibilidade. Enfim, somos peritos em apontar o que consideramos errado e, embora exista o lado bom disso, que é dar ao outro a chance de se rever, melhorar e crescer na relação, é preciso ter o contrapeso! Ou seja, não podemos nos esquecer, como a maioria faz, de elogiar, de reconhecer o que o outro faz de bom! Senão, não há amor que cresça, que se torne intenso e gostoso! Por isso, procure demonstrar, verbalmente, olhando nos olhos, o quanto você valoriza e admira certas atitudes da pessoa amada. Seja a gentileza de perguntar se você quer água, seja o jeito cuidadoso de lidar com a casa, seja a tarefa diária de preparar a comida para a família. Qualquer elogio ou reconhecimento são sempre poderosos aliados do amor, porque mostra o quanto você está olhando e interagindo com o que o outro é!
Invista no contato físico!
Alguns casais, com o tempo, param de se tocar e nem se dão conta dessa mudança. Já não andam de mãos dadas, já não se beijam quando se encontram, quando acordam ou quando vão dormir. Vão se distanciando fisicamente, mantendo somente o contato verbal. Sua comunicação é razoável, conseguem se entender, mas bem pouco se tocam. Ser tocado e tocar o outro é um modo maravilhoso e infalível de investir na intimidade, na confiança e no carinho mútuo. Enquanto o outro dirige, por exemplo, coloque sua mão sobre a perna dele. Enquanto almoçam, faça carinho com os pés, por debaixo da mesa. Quando assistirem tevê juntos, faça um cafuné em seus cabelos ou deslize as mãos em suas costas. Não existe um ser humano no mundo que não goste de ser acariciado, que não queira se sentir acolhido, querido e amado. Demonstrações explícitas como o contato físico são tão poderosas que se tornaram indicação médica, em muitos casos. O toque tem o poder de curar as dores do outro, sejam orgânicas ou emocionais. E o amor, então, nem se fale. Imagine essas duas forças juntas: amor e toque? Estamos todos muito mais carentes de contato físico amoroso do que supomos. Sendo assim, aproveite a pessoa amada para saciar essa necessidade e ainda investir em seu relacionamento.
Nunca deixe de namorar!
Sei que a rotina e as pressões do dia-a-dia nos deixam anestesiados para a leveza e o lúdico do namoro. Como muito bem poetou Carlos Drummond de Andrade, ... Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria... (essa poesia Namorados vale a pena ser lida com seu amor!). Então, namorar é reservar momentos de leveza e alegria que são só de vocês dois, sem os filhos, sem os amigos. Só você e a pessoa amada.
Pode ser uma volta no parque do bairro, um cinema fora de hora, um chope na sexta, após o trabalho. Qualquer coisa que lembre vocês dois de que essa relação é, além de tudo, divertida e prazerosa. O nível de energia e motivação que esse tipo de atitude, mesmo que apenas uma vez por semana ou quinzenalmente, garante ao relacionamento é incrível. Experimente e sinta a diferença!
Enfim, meu caro, minha cara, não viva seu relacionamento como se o jogo estivesse ganho, por mais que esteja tudo bem! Assim como você investiria diariamente numa faculdade, numa academia ou num trabalho; ou ainda como investe nos cuidados com seu filho, sua casa ou seu corpo, lembre-se: é imprescindível estar atento ao seu relacionamento todos os dias! Essa é a diferença entre quem vive à espera da felicidade e quem faz a felicidade acontecer aqui e agora!
Enfim, meu caro, minha cara, não viva seu relacionamento como se o jogo estivesse ganho, por mais que esteja tudo bem! Assim como você investiria diariamente numa faculdade, numa academia ou num trabalho; ou ainda como investe nos cuidados com seu filho, sua casa ou seu corpo, lembre-se: é imprescindível estar atento ao seu relacionamento todos os dias! Essa é a diferença entre quem vive à espera da felicidade e quem faz a felicidade acontecer aqui e agora!
:: Rosana Braga ::
O melhor é aceitar o que não podemos mudar
por Osvaldo Shimoda
A vida tem seus próprios meios de desenvolver a nossa consciência; muitas vezes, utilizando métodos que ainda não podemos entender, como por exemplo, a morte de entes queridos por acidente de carro, doenças graves, assassinatos, perdas financeiras, falência, desemprego, etc.
Esses incidentes nos parecem injustos ou incompreensíveis porque nos faltam elementos para entender as suas causas. Por isso, são comuns os pacientes virem ao meu consultório revoltados, sentindo-se injustiçados diante das agruras da vida. Entretanto, ao entrarem em contato com os seus respectivos mentores espirituais - seres desencarnados de elevada evolução espiritual, responsáveis diretamente pelo nosso aprimoramento espiritual - são orientados acerca da causa de seus problemas e sua resolução.
Diante das adversidades, dos obstáculos, próprios dessa vida terrena, de provas e expiações, para depurar as más inclinações e tendências inferiores que trazemos de outras encarnações, podemos encontrar três situações em nossas vidas:
1) Aquelas que não estão sob nosso controle e, portanto, não podem ser mudadas pela nossa ações;
2) Aquelas que estão sob nosso controle e só dependem de nós para serem mudadas;
3) Aquelas que, embora não possamos modificar diretamente, podemos tentar influenciar na mudança.
Sendo assim, nas provas, nos testes da vida, temos a opção de escolher os caminhos, entretanto, não podemos nos afastar do que precisamos passar, experimentar. E nas expiações, nada podemos fazer, a não ser nos resignarmos porque se trata de um resgate cármico de erros cometidos no passado.
Todavia, quero esclarecer -isso é muito importante- que a aceitação das coisas que não podemos mudar, não pode ser entendida como um convite à inércia, pois como Espíritos, estamos sempre em evolução, em constante aprendizado.
Neste aspecto, os problemas, os obstáculos da vida, são sempre oportunidades de aprendizado e mudança interna.
Há uma oração que traduz muito bem o que expus até agora, que é a oração da serenidade, escrita pelo teólogo protestante Reinhold Niebuhr, que viveu de 1862 até 1971, e que trabalhava no Union Theological Seminary, nos EUA.
É uma oração bem curta, porém, muito profunda: "Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras".
Resumindo, essa oração destaca quatro virtudes fundamentais que precisamos desenvolver para se viver em equilíbrio e harmonia: serenidade, aceitação, coragem e sabedoria.
Esses incidentes nos parecem injustos ou incompreensíveis porque nos faltam elementos para entender as suas causas. Por isso, são comuns os pacientes virem ao meu consultório revoltados, sentindo-se injustiçados diante das agruras da vida. Entretanto, ao entrarem em contato com os seus respectivos mentores espirituais - seres desencarnados de elevada evolução espiritual, responsáveis diretamente pelo nosso aprimoramento espiritual - são orientados acerca da causa de seus problemas e sua resolução.
Diante das adversidades, dos obstáculos, próprios dessa vida terrena, de provas e expiações, para depurar as más inclinações e tendências inferiores que trazemos de outras encarnações, podemos encontrar três situações em nossas vidas:
1) Aquelas que não estão sob nosso controle e, portanto, não podem ser mudadas pela nossa ações;
2) Aquelas que estão sob nosso controle e só dependem de nós para serem mudadas;
3) Aquelas que, embora não possamos modificar diretamente, podemos tentar influenciar na mudança.
Sendo assim, nas provas, nos testes da vida, temos a opção de escolher os caminhos, entretanto, não podemos nos afastar do que precisamos passar, experimentar. E nas expiações, nada podemos fazer, a não ser nos resignarmos porque se trata de um resgate cármico de erros cometidos no passado.
Todavia, quero esclarecer -isso é muito importante- que a aceitação das coisas que não podemos mudar, não pode ser entendida como um convite à inércia, pois como Espíritos, estamos sempre em evolução, em constante aprendizado.
Neste aspecto, os problemas, os obstáculos da vida, são sempre oportunidades de aprendizado e mudança interna.
Há uma oração que traduz muito bem o que expus até agora, que é a oração da serenidade, escrita pelo teólogo protestante Reinhold Niebuhr, que viveu de 1862 até 1971, e que trabalhava no Union Theological Seminary, nos EUA.
É uma oração bem curta, porém, muito profunda: "Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras".
Resumindo, essa oração destaca quatro virtudes fundamentais que precisamos desenvolver para se viver em equilíbrio e harmonia: serenidade, aceitação, coragem e sabedoria.
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