Pesquisar este blog

11 de agosto de 2011

Oração para Proteger o Relacionamento



 Meu grande Santo António, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, por minha vida, por meus anseios. Ajuda-me a defender dos perigos. Ajuda a afastar de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos e os enganos no amor.

Faz que eu seja realista, confiante, digna(a) e alegre neste meu relacionamento.

Que meu/minha namorado(a), me agrade, que seja trabalhador(a), virtuoso(a), responsável e fiel.

Ajuda-me a encontrar um caminho para o futuro e para a vida a dois com as disposições de quem recebeu de Deus uma vocação sagrada e um dever social.

Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas.

Que a traição e o ciúme desmedido se afaste de nossas mentes e corações e o amor assim como a harmonia sempre entre nós prevaleça.

Que os nossos corações busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé assim como do nosso amor e que este seja infinito e eterno, e que o casamento seja o nosso último destino.

27 de julho de 2011

Os portões de chegada


Cada abraço daqueles guarda uma história diferente...
Cada reencontro daqueles revela um outro mundo, uma outra vida, diversa da nossa, da sua...
Se você nunca teve a oportunidade de observar, por mais de cinco segundos, todas aquelas pessoas – desconhecidos numa multidão - esperando seus amigos, seus familiares, seus amores, não tenha medo de perceber da próxima vez, a magia de um momento, de um lugar.
Falamos dos portões de chegada de um aeroporto, um desses lugares do mundo onde podemos notar claramente a presença grandiosa do amor.
Invisível, quase imperceptível, ali ele está com toda sua sublimidade.
Nas declarações silenciosas de um olhar tímido. No calor ameno de um abraço apertado. No breve constrangimento ao tentar encontrar palavras para explicá-lo.
Na oração de três segundos elevada ao Alto - agradecendo a Deus por ter cuidado de seu ente querido que retorna.
Richard Curtis, que assina a produção cinematográfica de nome Love actually – traduzida no Brasil como Simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada.
O autor oferece na primeira e última cenas do filme exatamente a contemplação dos portões de chegada de um aeroporto e de seu belíssimo espetáculo representando a essência do amor.
Ouve-se um narrador, nos primeiros segundos, confessando que, toda vez que a vida se lhe mostrava triste, sem graça, cruel, ele se dirigia para o aeroporto para observar aqueles portões e ali encontrava o amor por toda parte.
Seu coração alcançava uma paz, um alívio, em notar que o amor ainda existia e que ainda havia esperança para o mundo.
Isso tudo pode parecer um tanto poético demais para os mais práticos, é certo.
Assim, a melhor forma de compreender a situação proposta é a própria vivência.
Sugerimos que faça a experiência de, por alguns minutos, contemplar essas cenas por si mesmo, seja na espera de aviões ou outros meios de transporte coletivos.
Propomos que parta de uma posição mais analítica, de início, com algumas pitadas de curiosidade:
Que grau de parentesco possuem aquelas pessoas? - Há quanto tempo não se veem? -  De onde chegam?
Ou, quem sabe, sobre outros: Que histórias têm para contar! -  O que irão narrar por primeiro ao saírem dali? Sobre a família, sobre a viagem, sobre a espera em outro aeroporto?
Ao perceber lágrimas em alguns olhos, questione: De onde elas vêm? - Há quanto tempo não se encontram? - Que felicidade não existe dentro da alma naquele momento!
Por fim, reflita:
Por quanto tempo aquele instante irá ficar guardado na memória! O instante do reencontro...
Tudo isso poderá nos levar a uma analogia final, a uma nova questão: não seria a Terra um imenso aeroporto? Um lugar de chegadas e partidas que não param, constantes, inevitáveis?
Pensando nos portões de chegada na Terra, lembramos dos bebês, que abraçamos ao nascerem, com este mesmo amor daqueles que esperam num aeroporto por seus amados.
Choramos de alegria, contemplando a beleza de uma nova vida, e muitas vezes este choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro.
É um antigo amor que, por vezes, volta ao nosso lar através da reencarnação.
Pensando agora nos portões de partida, inevitavelmente lembramos da morte, da despedida.
Mas este sentir poderá ser também feliz!
Como o sentimento que invade uma mãe ou um pai que dá adeus a um filho que logo embarcará em direção a outro país, a fim de fazer uma viagem de aprendizagem, de estudo ou profissional.
Choram sim, de saudade, mas o sentimento que predomina no bom coração dos pais é a felicidade pela oportunidade que estão recebendo, pois têm consciência de que aquilo é o melhor para ele no momento.
                                                           *   *   *
Vivemos no aeroporto Terra.
Todos os dias milhares partem, milhares chegam.
Chegadas e partidas são inevitáveis.
O que podemos mudar é a forma de observá-las.
 
 Redação do Momento Espírita com base no cap. Os portões de chegada, do livro O que as águas não refletem, de Andrey Cechelero.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 12, e no livro Momento Espírita v. 6,  ed. Fep.

13 de julho de 2011

Oração para abençoar o local de trabalho

Deus, pai de bondade, criador de todas as coisas e santificador de todas as criaturas.

Suplicamos a tua benção e proteção sobre este local de trabalho;
Que a graça do teu espírito santo habite dentro destas paredes, para que não haja contendas nem desunião e que todos que precisarem do nosso atendimento sejam tratados com igualdade independente de posição social cor ou raça.

Afasta desse nosso local de trabalho toda inveja!
Que teus anjos de luz acampem ao redor deste estabelecimento e somente a paz e a prosperidade habitem nesse local.

Concede aos que aqui trabalham um coração generoso, para que o dom da partilha aconteça e as tuas bençãos sejam abundantes.
Dá saude aos que retiram desse lugar o sustento da familia, e que eles saibam e possam cantar louvores a ti.

Por Cristo Jesus. Assim Seja

12 de julho de 2011

A vida é feita de escolhas

E o amor é uma delas.
Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e “automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.
Assim também é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior!
Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.
Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?
Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.
O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!
Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro.
Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.
Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo retribuir, compartilhar…
E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”.
Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro… ou então partir, inteira e verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos…
Rosana Braga

10 de julho de 2011

Miss Imperfeita!

por Martha Medeiros

Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se
isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional,mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana,vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.
 Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres.
 Primeiro: a dizer NÃO.
 Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por
nada, aliás.
 Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na
sua lista a Culpa Zero.
 Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da
maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros.
 Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo
o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
 Você não é Nossa Senhora.
 Você é, humildemente, uma mulher.
 E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por
dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser
indispensável. É ter tempo.


Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
 Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
 Tempo para sumir dois dias com seu amor.
 Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
 Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos
de beleza.
 Tempo para fazer um trabalho voluntário.
 Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
 Tempo para conhecer outras pessoas.
 Voltar a estudar.
 Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será
editado.
 Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser
perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
 Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de
ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
 Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
 A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for
super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
 Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada
pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
 Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser
independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre
para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

 Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa
Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
 Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso,
francamente, está precisando rever seus valores.

 E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à
beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida
interessante'


Martha Medeiros - Jornalista e escritora

2 de julho de 2011

Se o amor não vai bem, concentre-se em você!

por:: Rosana Braga ::


Na semana passada, escrevi sobre dar um tempo para o amor. Ou seja, se a relação não vai bem, muitas vezes precisamos baixar a ansiedade e esperar, até que a situação melhore; pois ela sempre melhora, de uma forma ou de outra! Fiquei impressionada com a quantidade de mensagens que recebi.

Percebi que a dúvida não está em dar um tempo, mas em como conseguir fazer isso, em como suportar a espera. Realmente, é sempre muito difícil esperar. A paciência é o exercício da espera... um grande e penoso aprendizado para nós, seres humanos.


Mas, sabe, a verdade é que só há uma maneira de dar um tempo para o amor.

É tirar o foco do outro e colocá-lo em você! Isto é, existem momentos na vida em que, mais do que nunca, precisamos olhar para nós mesmos, nos concentrarmos em nossos próprios sentimentos, lançarmos mão de nossa coragem e perguntar ao nosso coração o que realmente queremos, do que realmente gostamos e o que realmente estamos fazendo com nossas vidas...

Geralmente, quando estamos num relacionamento, costumamos nos concentrar no outro quase que totalmente, seja nas características boas, seja nas ruins. Por conta disso, passamos a responsabilizar o outro tanto por nossa felicidade (quando tudo vai bem), como por nossa dor, por nossos medos, inseguranças e tristezas (quando tudo vai mal)...


Se tudo vai bem, nem percebemos. Mas quando a desilusão chega (e ela sempre chega, porque é uma grande mestra: nos tira da ilusão em que estávamos vivendo), fica muito doloroso admitir que também somos responsáveis, que também contribuímos para que certas ilusões fossem criadas e mantidas... E, assim, recusando a dor, negando nossa participação, nada conseguimos fazer, nada podemos mudar e não sabemos como sair desse jogo.

Certamente, escrever é bem mais fácil do que viver, mas eu lhe garanto: sei o quanto é difícil, mas sei o quanto é possível! Então, sugiro que diante da desilusão, diante da crise que vai se instalando dia-a-dia numa relação de amor, você se concentre em si mesmo.


Todos nós, algum dia em nossas vidas, já quisemos mudar a pessoa amada. Já desejamos que ela fosse diferente, que agisse de outra maneira, que nos dissesse outras palavras e talvez até sentisse outros sentimentos. Mas nos deparamos com a impossibilidade de mudar o outro.


É assim: descobrimos a duras penas que não podemos melhorar o outro porque já temos dificuldade e trabalho o suficiente para melhorarmos a nós mesmos. Mas nem sempre nos damos conta de que a melhora pede conhecimento, dedicação e coragem.


Só poderemos sair da dor quando soubermos exatamente onde está nossa ferida. Sim, porque o outro não tem o poder de nos fazer sofrer se, antes, nós mesmos não tivermos criado uma ferida para que, ao ser tocada, sintamos dor... Ou seja, o outro não nos machuca, apenas toca em nossos machucados (feitos por nós mesmos) para nos lembrar de que eles ainda estão ali, precisando de cuidados, de atenção, de tratamento.


Faça um check-up interno. Descubra quais são as feridas que você foi lhe fazendo ao longo da vida. Lembre-se das vezes em que os acontecimentos não foram exatamente como você esperava, como você gostaria e que, por isso, você se feriu, se culpou, não foi capaz de aceitar o ritmo do Universo.


Esteja certo de que, uma vez detectadas as suas feridas, você saberá como curá-las. Saberá ainda que é exatamente esse o tempo que a gente dá para a relação. Um tempo para nós mesmos, para nossas dores, para nossa cura... Para nossa evolução!


E de tempo em tempo, de dor em dor, estaremos cada vez mais prontos para viver o amor...

27 de junho de 2011

Luz

:: Saul Brandalise Jr. ::
Todos nós buscamos encontrar equilíbrio, lucidez, preparo, e mais saber ouvir, saber falar e saber esperar para que nossa caminhada neste planeta faça sentido.
A LUZ é isso. Uma somatória de adjetivos altamente qualificativos em que todos agreguem e potencializem em uma única direção nossa iluminação interior.
A caminhada é fácil? Claro e óbvio que não. É tão difícil e complicada que pensar em desistir faz parte do processo. Ao iniciarmos o processo de busca interior não nos damos conta de que a trajetória é árdua, complicada e cheia de percalços.
Principalmente porque buscamos o novo de maneira eufórica, sem nos darmos conta de que existem vícios e hábitos altamente enraizados em nossas vidas, e a esses temos que analisar, definindo os que ficam e eliminando os que não nos servem mais.
Aqui mora o principal problema de nossa busca. É a mesma sensação que o fumante sofre quando decide deixar de fumar. Ele pensa que só tem vício... Errado. Ele tem o vício e o hábito de fumar. Acender um cigarro depois do café não é sinal de vicio. É um hábito.
Nossos hábitos e vícios estão diretamente relacionados com os nossos valores e com a nossa família, o meio em que vivemos e a eventual religião que ainda seguimos.
Julgar as pessoas e falar mal delas é um hábito que pegamos a partir do meio em que vivemos. Continuar com isso se torna um vício sem que percebamos. Ora, isso cria karma. Quem somos nós para julgarmos aquele que também está em processo de aprender, de evoluir e crescer?
Buscar LUZ não significa apenas saber, ler livros, ir atrás de conhecimento e achar que isso é suficiente. O equilíbrio só vem do conhecimento aplicado. E é com esta forma de encarar a vida que conseguimos avaliar o quanto efetivamente sabemos. Sem equilíbrio não existe LUZ
Conheço pessoas que lêem dois livros por semana, mas continuam as mesmas.
Conheço pessoas que pouco lêem, no entanto, muito aplicam do que sabem e mudam seu comportamento a olhos vistos. Sem aplicar o que conhecemos não existe sabedoria. Sem sabedoria não há como se ter LUZ.
E, à medida que evoluímos, a cobrança vai ficando mais séria e difícil. É muito mais fácil ficar sem noção alguma e achar que tudo na vida é coincidência e obra do acaso. Para isso basta seguir os outros.
Mais fácil, ainda, é ser vítima. Para isso basta tomar um comprimido antidepressivo; dopar-se e comprometer o sexto chakra.
Lutar, buscar entender a vida, é muito complicado e se torna cada vez mais indispensável.
Entretanto, quando atingimos determinados patamares de conhecimento e LUZ, a vida fica muito mais fácil de ser desfrutada.
É óbvio que as pessoas à nossa volta estranham. Eles querem que sejamos como éramos. Pouco lhes importa se estamos mais felizes ou não.
Não é por um acaso que o momento atual se chama: PRESENTE... para que nós o desfrutemos e nos envolvamos a fundo com nossas verdades e percalços. Só assim alcançaremos LUZ.
Muitos livros funcionam como verdadeiras lanternas... mas desta forma nos esquecemos de que a LUZ é interior.
Sei que nos veremos, diferentes, em verdade.
Beijo na Alma

29 de maio de 2011

Seja raro e valioso

Ser raro e valioso não significa ter um cargo ‘importante’, mas sim ser um profissional diferenciado. Leia mais!

Quem é mais importante para a sociedade, um professor do ensino básico ou um jogador de futebol profissional? Qual dos dois é melhor remunerado? Penso que a maioria concorda que o professor é mais importante, mas o jogador é quem ganha mais, e o motivo é simples: há muito menos futebolistas do que professores.



Em qualquer sociedade onde prevaleça a lei da oferta e da procura, quanto mais raro for o talento de um profissional, melhor remunerado ele será. Nada contra o status de ter uma profissão ou cargo “importante”, mas para a carreira de qualquer pessoa, a raridade é muito mais valiosa, pois sempre haverá demanda para quem é diferenciado. Ser importante não garante muita coisa, já que muitos deixam de sê-lo quando perdem o cargo.


Mas, afinal, o significa ser valioso? Uma pessoa é valiosa quando realiza um trabalho superior a média, de forma consistente, independentemente da empresa em que estiver ou do serviço que prestar. 

Pense em todos os prestadores de serviço que você teve até hoje – médicos, bancários, mecânicos, secretárias, vendedores etc. Destas centenas de pessoas, quantos foram absolutamente dedicados e usaram toda a sua competência e energia para atendê-lo de maneira impecável?

É provável que você responda que foram pouquíssimos, pois a maioria das pessoas faz o mínimo necessário, e às vezes nem isso. É raríssimo um profissional ser ao mesmo tempo tecnicamente excelente, e realmente disposto a compartilhar esta capacidade, servindo outras pessoas. Você é assim? Valemos por aquilo que entregamos e não pelo que prometemos.

Quer ser raro e valioso? Entregue mais do que esperam de você. Imagine a quantidade de pessoas que gostariam de ter o privilégio de contar com um profissional deste gabarito? 

Se quiser aumentar o valor de seu passe, você deve usar toda sua capacidade e seu talento para oferecer além do combinado. Ser tão competente não significa dar isso de graça. Essa energia e eficácia custam dinheiro, e você ficará surpreso ao ver como as pessoas aceitam pagar mais caro para ter os serviços de um profissional fora de série. 

Quando a coisa aperta, procuramos quem faz as coisas acontecerem. Se você for assim, seus clientes, sócios ou chefes farão o possível – e talvez um pouco mais –, para mantê-lo ao lado deles. Agindo desta forma, com o passar dos anos, além de raro e valioso, se você quiser, também ficará importante! 


Eduardo Ferraz (Consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company, com aplicações práticas de Neurociência)


Portal HSM
23/05/2011

22 de maio de 2011

No amor, não existe jogo ganho!

O amor é como uma plantinha... para que ela esteja sempre saudável e bonita, faz-se necessário água, luz, adubo, enfim cuidados diários
... assim como o amor, para que sobreviva.... precisa de afeto,carinho, respeito, cuidado... 
A falta destes ingredientes fazem com que a plantinha ou amor definhe, e vá perdendo o brilho, a luz, até a  morte....


E você, já cultivou seu amor hoje?? Este artigo nos ensina um pouco como fazer isso...


Algumas pessoas, inocente ou inadvertidamente, acreditam que basta conseguir um sim do outro para que tudo esteja resolvido em sua vida afetiva. A esses desavisados, creio ser absolutamente preciso deixar bem claro: seja para um namoro ou, especialmente, para um casamento, o sim não é sinônimo de E foram felizes para sempre... como nos contos de fadas. Muito pelo contrário!

A decisão de viver um relacionamento amoroso, embora só seja possível diante do aceite de ambas as partes, apenas dá partida a uma longa viagem. E como qualquer viagem, no amor não é diferente: é preciso atenção, foco, investimento, tempo, dedicação e, sobretudo, saber onde se quer chegar, para não se perder no caminho!

A grande verdade é: num relacionamento, não existe jogo ganho! Para fazer valer a pena, é preciso exercitar todos os dias. Entretanto, infelizmente, muitos casais acreditam que o amor é uma espécie de mágica que acontece em suas vidas e, sem que nada precisem fazer, ele estará lá, agindo sobre seus corações e norteando suas escolhas.

Não, não, não! Amor é verbo, e como todo verbo, precisa ser conjugado! Precisamos praticá-lo, transformá-lo em ações propositais, em atitudes com objetivos claros e definidos. O amor é um planejamento feito a quatro mãos e dois corações. Senão, pode apostar que não vai funcionar!
Trata-se de uma química muito especial que, embora bastante poderosa e transformadora, acontece entre duas pessoas cujas naturezas são fugazes, frágeis, vulneráveis. Portanto, sem reforço e sem reconhecimento diários, a química desanda, a essência se perde. E para que você comece a renovar diariamente seu desejo de fazer seu relacionamento valer a pena, vou ressaltar três atitudes infalíveis. O quanto antes você começar a conjugar seu amor baseando-se nelas, mais fortes e consistentes serão seus resultados!

Reconheça verbalmente o que o outro faz de bom!

Principalmente, quando convivemos com a pessoa amada, tendemos a reclamar de certas atitudes que nos incomodam. Seja a toalha molhada deixada sobre a cama ou, ao contrário, a mania de limpeza e organização do outro; seja a falta de romantismo ou o ciúme exagerado; seja a ausência de carinhos ou o excesso de sensibilidade. Enfim, somos peritos em apontar o que consideramos errado e, embora exista o lado bom disso, que é dar ao outro a chance de se rever, melhorar e crescer na relação, é preciso ter o contrapeso! Ou seja, não podemos nos esquecer, como a maioria faz, de elogiar, de reconhecer o que o outro faz de bom! Senão, não há amor que cresça, que se torne intenso e gostoso! Por isso, procure demonstrar, verbalmente, olhando nos olhos, o quanto você valoriza e admira certas atitudes da pessoa amada. Seja a gentileza de perguntar se você quer água, seja o jeito cuidadoso de lidar com a casa, seja a tarefa diária de preparar a comida para a família. Qualquer elogio ou reconhecimento são sempre poderosos aliados do amor, porque mostra o quanto você está olhando e interagindo com o que o outro é!


Invista no contato físico! 
Alguns casais, com o tempo, param de se tocar e nem se dão conta dessa mudança. Já não andam de mãos dadas, já não se beijam quando se encontram, quando acordam ou quando vão dormir. Vão se distanciando fisicamente, mantendo somente o contato verbal. Sua comunicação é razoável, conseguem se entender, mas bem pouco se tocam. Ser tocado e tocar o outro é um modo maravilhoso e infalível de investir na intimidade, na confiança e no carinho mútuo. Enquanto o outro dirige, por exemplo, coloque sua mão sobre a perna dele. Enquanto almoçam, faça carinho com os pés, por debaixo da mesa. Quando assistirem tevê juntos, faça um cafuné em seus cabelos ou deslize as mãos em suas costas. Não existe um ser humano no mundo que não goste de ser acariciado, que não queira se sentir acolhido, querido e amado. Demonstrações explícitas como o contato físico são tão poderosas que se tornaram indicação médica, em muitos casos. O toque tem o poder de curar as dores do outro, sejam orgânicas ou emocionais. E o amor, então, nem se fale. Imagine essas duas forças juntas: amor e toque? Estamos todos muito mais carentes de contato físico amoroso do que supomos. Sendo assim, aproveite a pessoa amada para saciar essa necessidade e ainda investir em seu relacionamento.

Nunca deixe de namorar! 
Sei que a rotina e as pressões do dia-a-dia nos deixam anestesiados para a leveza e o lúdico do namoro. Como muito bem poetou Carlos Drummond de Andrade, ... Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria... (essa poesia Namorados vale a pena ser lida com seu amor!). Então, namorar é reservar momentos de leveza e alegria que são só de vocês dois, sem os filhos, sem os amigos. Só você e a pessoa amada. 
Pode ser uma volta no parque do bairro, um cinema fora de hora, um chope na sexta, após o trabalho. Qualquer coisa que lembre vocês dois de que essa relação é, além de tudo, divertida e prazerosa. O nível de energia e motivação que esse tipo de atitude, mesmo que apenas uma vez por semana ou quinzenalmente, garante ao relacionamento é incrível. Experimente e sinta a diferença!

Enfim, meu caro, minha cara, não viva seu relacionamento como se o jogo estivesse ganho, por mais que esteja tudo bem! Assim como você investiria diariamente numa faculdade, numa academia ou num trabalho; ou ainda como investe nos cuidados com seu filho, sua casa ou seu corpo, lembre-se: é imprescindível estar atento ao seu relacionamento todos os dias! Essa é a diferença entre quem vive à espera da felicidade e quem faz a felicidade acontecer aqui e agora!

:: Rosana Braga ::  

O melhor é aceitar o que não podemos mudar

por Osvaldo Shimoda  


A vida tem seus próprios meios de desenvolver a nossa consciência; muitas vezes, utilizando métodos que ainda não podemos entender, como por exemplo, a morte de entes queridos por acidente de carro, doenças graves, assassinatos, perdas financeiras, falência, desemprego, etc.
Esses incidentes nos parecem injustos ou incompreensíveis porque nos faltam elementos para entender as suas causas. Por isso, são comuns os pacientes virem ao meu consultório revoltados, sentindo-se injustiçados diante das agruras da vida. Entretanto, ao entrarem em contato com os seus respectivos mentores espirituais - seres desencarnados de elevada evolução espiritual, responsáveis diretamente pelo nosso aprimoramento espiritual - são orientados acerca da causa de seus problemas e sua resolução.

Diante das adversidades, dos obstáculos, próprios dessa vida terrena, de provas e expiações, para depurar as más inclinações e tendências inferiores que trazemos de outras encarnações, podemos encontrar três situações em nossas vidas:
1) Aquelas que não estão sob nosso controle e, portanto, não podem ser mudadas pela nossa ações;
2) Aquelas que estão sob nosso controle e só dependem de nós para serem mudadas;
3) Aquelas que, embora não possamos modificar diretamente, podemos tentar influenciar na mudança.

Sendo assim, nas provas, nos testes da vida, temos a opção de escolher os caminhos, entretanto, não podemos nos afastar do que precisamos passar, experimentar. E nas expiações, nada podemos fazer, a não ser nos resignarmos porque se trata de um resgate cármico de erros cometidos no passado.
Todavia, quero esclarecer -isso é muito importante- que a aceitação das coisas que não podemos mudar, não pode ser entendida como um convite à inércia, pois como Espíritos, estamos sempre em evolução, em constante aprendizado.
Neste aspecto, os problemas, os obstáculos da vida, são sempre oportunidades de aprendizado e mudança interna.
Há uma oração que traduz muito bem o que expus até agora, que é a oração da serenidade, escrita pelo teólogo protestante Reinhold Niebuhr, que viveu de 1862 até 1971, e que trabalhava no Union Theological Seminary, nos EUA.
É uma oração bem curta, porém, muito profunda: "Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras".

Resumindo, essa oração destaca quatro virtudes fundamentais que precisamos desenvolver para se viver em equilíbrio e harmonia: serenidade, aceitação, coragem e sabedoria.

10 de maio de 2011

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1:


Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009. 

Regra número 2:


A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um inves time nto de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:


Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. 

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A ' Lei da Perversidade Profissional ' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
 
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
 

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.
 

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem conseqüências."

Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial

9 de maio de 2011

"Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência;...Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer." I Corintios 12:7,8,11
 
Minha filha comprou um sapato, um lindo scarpin. Preto de salto fino.
Ela caminha com tanta leveza, com tanta classe sobre aqueles saltos, que fico admirada.
Tenho que admitir; ela anda com mais destreza que eu.
Mas sou mulher e cismei em colocar aquelas preciosidades nos pés e tentei andar. Que desastre.
Nossos pés têm meio número de diferença e os meus são mais finos que os dela.
Enfim, não couberam. Senti-me em uma prisão medieval, castigada pelos pés.
Tirei aqueles lindos torturadores, libertei-me.
Aqueles sapatos são lindos, mas não são para mim.
 
Saul tentou vestir Davi com sua armadura para que ele lutasse contra Golias. Colocou um capacete de bronze, uma couraça e uma espada. Davi até que tentou, mas também não conseguiu sequer andar, largou tudo e fez o que sabia fazer, foi para o rio tirar pedras.
Apanhou cinco. Usou apenas uma para fazer cair aquele gigante.
A dependência e o direcionamento de Deus eram a sua armadura e ele venceu! (I Samuel 17:31-40)
 
Quantas vezes calçamos os sapatos de outras pessoas?
Quantas vezes nos deixamos vestir pelas imposições do ativismo?
Vestimos tantas armaduras que não foram feitas para nós.
Queremos fazer tudo e ser muito bons em tudo, queremos provar para os homens que somos necessários.
O Senhor nos fala de cinco ministérios, e também nos fala que o Espírito Santo concedeu a cada um, o que é melhor para cada um, dentro do corpo. A obra é toda Dele, por Ele e para Ele. Somos apenas testemunhas do que Ele fez.
Então, para que tanta competição?
Tirei aqueles lindos sapatos dos meus pés. Calcei os meus.
Resolvi viver o que Deus escolheu para mim e deixar que minha filha viva o que é para ela.
Calcei meus próprios sapatos.
Liberdade, agilidade enfim, felicidade.
Seus sapatos estão confortáveis?
 
Nilma Gracia Araújo
 
Colaboração de Um Amigo de Deus

21 de abril de 2011

CARTA DE PÁSCOA AO ANJO DA GUARDA

Páscoa é renascimento, é renovação. Aproveitemos este momento para renovar nossas vidas, nossas mentes, nossos corações ... Trazendo para dentro de nosso ser mais harmonia, mais compreensão, mais compaixão, amor e paz para compartilhar com nossos irmãos. 
Espero que cada um de nós consiga renascer em comunhão com O Cristo.
Feliz Páscoa a todos!!!!








Se você está precisando de uma 'ajudazinha extra', aproveite a energia abençoada da Páscoa e faça seu pedido AO SEU ANJO DA GUARDA. 


Escreva uma carta ao seu Anjo da Guarda - "Carta de Páscoa" –

Primeiro pense sobre o que você REALMENTE deseja.
 Sugiro que faça uma lista e, depois de finalizada, verifique atentamente o item MAIS IMPORTANTE. Isso! É esse! UM PEDIDO. SÓ UM!
A carta de "Páscoa", na realidade, é uma CONVERSA COM O SEU ANJO DA GUARDA.
Eu diria, até, um 'papo amigo'. Coloque no papel (escolha uma folha de papel digna de ser recebida e lida PELO SEU ANJO DA GUARDA) Use LÁPIS - apontadinho - pra letra não ficar... Ilegível. Rsrs -  Coloque "carinho extra" nessa correspondência.
Você pode começar assim:
"Querido Anjo que me Guarda".
Agradeço pelo seu amor e proteção constante, mesmo quando eu - inadvertidamente, olhava para baixo e você sinalizava: "Olhe para Cima"!
HOJE É PÁSCOA! Renascimento! E, de todo coração, desejo tornar essa data tão especial, mais especial ainda - dentro da minha consciência.
Não me deixe esquecer - jamais - o quanto sou amada (o) por você, querido anjo.
Não me deixe esquecer - jamais – que -  O Cristo que habita em mim é a maior prova da minha existência.
Não me deixe esquecer - jamais - que Jesus, O Cristo, renasce em mim a cada segundo da minha vida. E, por toda eternidade, sou grata (o).
Hoje, aqui e agora, peço que me favoreça na solução dessa situação (Aqui você escreverá o que deseja. Escreva de maneira objetiva.).
E, para terminar, peço que essa BÊNÇÃO - que recebo – beneficie toda a humanidade e  o Planeta Terra.
Compartilho com você, meu amigo de todas as horas, minha gratidão, carinho e admiração.
Amém!
Agora, com capricho e – confiança, dobre a carta  - coloque num envelope. Feche o envelope – e escreva: CARTA DE PÁSCOA PARA O MEU ANJO DA GUARDA.
Data: 24  / 04 / 2011 -  ESTÁ CARTA SERÁ ABERTA NA PÁSCOA DE 2012.

Conheça um site que fala sobre anjos - www.consolacaomonducci.com.br

20 de abril de 2011

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

8. É bom ficar bravo com Deus Ele pode suportar isso.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe;
Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..

26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34.  Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa - morrer jovem.

37. Suas crianças têm apenas uma infância.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”

Autor Desconhecido