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29 de setembro de 2011
Oração para o trabalho
Senhor, livrai-me do espírito de preguiça, consumismo e desperdício para que não veja a pobreza e a necessidade dentro de meu lar. Dai-me um grande amor ao trabalho, responsabilidade e serenidade diante de minhas obrigações. Ao me levantar, Senhor, jamais me esqueça de Vos agradecer por mais um dia que me concedeis e a tudo faça com alegria, amor e em segurança, mesmo diante dos que tentarem enlaçar meus pés em suas emboscadas, certa(o) de que cuidais de mim em todo o tempo. Que eu não ame o sono mais que o necessário para minha saúde, para que não venha a empobrecer e até mesmo o simples pão de cada dia venha me faltar. Fazei-me pontual, cumpridor(a) de toda a palavra que empenhar, mesmo que muitos não cumpram comigo o que me prometam. Que meu sim, seja sempre sim, e meu não, não. Livrai-me de todas meias verdades ou insegurança, pois detestais a mentira e não Vos agradais da falsidade: o que trabalha com mãos enganosas, empobrece; nunca retenha o que não é justo reter ou me pertença para que eu não pague por ele cem vezes mais e ainda o perca. Fazei-me generosa(o) para que, além de Vos agradar, encontre sempre em prosperidade. Dai-me praticar a justiça para com todos para que meu espírito se livre de todo aprisionamento; minhas mãos trabalhem honestamente para que a pobreza não me alcance no fim do caminho; saiba conter os meus gastos, lembrando-me das necessidades de tantos irmãos que padecem; o espírito da violência se afaste de mim para que possa conhecer Vossas mais especiais bênçãos; não me veja nunca transtornada(o) por desobedecer Vossas Leis; a segurança e a fortaleza me acompanhem todos os dias por andar na sinceridade e sob Vossa proteção. Que eu Vos busque, Senhor, antes de todas as riquezas, pois Vosso fruto é mais que o ouro refinado e Vossas Palavras mais ricas que todas as jóias deste mundo. Amém.
23 de setembro de 2011
Permitam que seu verdadeiro EU brilhe!
Mãe Akasha Canalizador por Julie Miller - 21 de Agosto de 2011
Saudações, queridísssimos filhos da Terra. Sou eu, Mãe Akasha. Sou o Raio Rosa do Amor Divino, Vontade e Graça. É hora de se preparar para o seu regresso à casa do seu verdadeiro eu, do seu eu-Deus.
Sim, há muito trabalho a ser feito, porquanto cada um de vocês está em diferentes estágios e irá superar cada desafio e aprender cada lição de acordo com o que deve ser. Vocês têm trabalhado muito reparando a desconexão entre vocês e seu verdadeiro eu e com Deus. Não há necessidade de correr, filhos. Tudo será alcançado como deve ser; correr não fará o futuro chegar mais rápido.
É hora de encarar a si mesmos, olhar no espelho e ver o que há abaixo da maquiagem e das belas roupas. Seu espírito verdadeiro não diz respeito ao quanto são bonitos ou bonitas. Ele diz respeito à sua compaixão, sua habilidade de amar incondicionalmente, de aprender suas lições e superá-las, deixando a dor para trás. Seu verdadeiro eu espiritual diz respeito a ser honesto com o próprio eu e não se esconder atrás de paredes transparentes. Nós do Divino somos capazes de ver através de vocês, seus verdadeiros eus debaixo de todas as fachadas e máscaras. É hora de começar a tirar essas máscaras e permitir que seu verdadeiro eu brilhe.
Sei que isso pode ser penoso para alguns, porque têm usado máscaras por bastante tempo. Mas vale a pena, filhos. O peso dessas máscaras pode ser demasiado para seu espírito. Ele deve ser leve e elevar-se. Vocês decoraram suas paredes, criaram e ornaram lindas máscaras; é hora de deixar seu verdadeiro eu sair. Deixem seu espírito ser livre e leve. Assim que estiverem prontos para viver através de seu coração e amar incondicionalmente, estarão admitindo que cada bela alma neste planeta está merecendo seu amor.
Não vão mais precisar escolher para quem o enviam. Serão capazes de aceitar todos pelo que são. Não mais condenarão outros pelo que ELES acreditam ser verdade, ao contrário, irão aceitá-los e amá-los pelas suas diferenças. Quando vocês vivem com o puro amor vindo do coração, estão simplesmente vivendo a partir de seu bom e compassivo coração.
Viver através de seu coração e amar incondicionalmente, filhos, requer que sejam honestos consigo mesmos. Requer que vão para seu interior e aceitem o que encontrarem, independente do que seja. Qualquer negatividade com que se deparem pode ser transformada em algo positivo. Viver honestamente e com amor da mais pura profundeza de seu ser é para onde isso está levando, queridos. Quando forem capazes de derrubar suas paredes, estarão se abrindo para seu eu superior e sendo capazes de receber não apenas o amor incondicional, mas o mais precioso amor de todos – o Amor Divino.
Encontrar-se e amar a si mesmos será uma de suas maiores tarefas. Voltar a reconectar-se com a Fonte de todos, com Deus e consigo mesmos é o que precisa ser feito. Isto requer um trabalho árduo e que sejam honestos consigo mesmos. Os guias que procuram nessas horas, a despeito de serem anjos, Mestres, ou outras deidades que buscam para conforto, apoio e orientação, não farão mais do que já fazem. São vocês que têm que escolher o próximo passo. Vocês é que sentirão o que ressoa como verdade em seu interior.
São vocês que têm que remover quaisquer velhos ideais que não mais os servem bem, ninguém mais, queridos. Vocês já carregam dentro de si a força que vai ajudá-los a superar isto. A tarefa pode parecer assustadora, queridos, mas as recompensas ultrapassam as tarefas à mão. Vocês verão à medida que avançam em sua jornada de volta para casa.
Há muito por vir no próximo ano de 2012.
O ano vindouro não só está trazendo uma das mais emocionantes Idades de Ouro, como também a oportunidade para aqueles que já despertaram para expressar sua consciência de Cristo abertamente. Não se precipitem para as energias que estão chegando ou tentem alcançar o futuro, porque o futuro tem o hábito de mudar. Trabalhem com o que está diante de vocês, queridos, sabendo que há um lindo futuro logo ali na esquina e vocês o alcançarão; todos irão, é só uma questão de tempo. Enfrentem seus desafios e aprendam bem suas lições. Vejo que alguns precisam trabalhar sua paciência, ou a falta de, um pouco mais, e tudo virá junto.
Acreditem em si mesmos, como nós do Divino acreditamos. Este tipo de crença vem da prática de aceitar e confiar em si mesmos. Aprendam cada parte em um passo que seja adequado para vocês. Sigam sua jornada sempre vivendo através de seu coração, com a mais pura intenção, já que não há outro modo, se estão vivendo honestamente.
Vivam sua vida mostrando amor em tudo que fazem.
A compaixão e a misericórdia que há em vocês aparecerão em seus gestos e com sua bondade em direção a todas as pessoas deste planeta. Abram seus corações e suas mentes para a totalidade. Não é mais tempo para corações e mentes fechadas. É muito mais importante agora trabalhar em conjunto, ao invés de lutarem uns com os outros. Olhem dentro de si mesmos e vejam que sua mente é iluminada pelo amor e pela luz de seu próprio coração.
Disponível em: http://uniaodafamiliacosmica.blogspot.com
17 de setembro de 2011
CHAMA VIOLETA
Temos à nossa disposição um instrumento que quando utilizado nos liberta de carmas do passado, nos possibilitando retornar a Luz, rumo a ascensão, evidentemente, que é necessário alguns avanços espirituais antes de aplicarmos a chama violeta com esta intenção. Mas o simples fato de podermos transmutar as energias negativas acumulados em nossos corpos inferiores, já é um grande avanço.
Saint Germain disse:
"O uso da chama violeta consumidora é mais valioso para você e para toda a humanidade do que toda a riqueza, todo o ouro, todas as jóias do planeta"
A Chama Violeta é uma forte e poderosa chama que TRANSMUTA tudo em nós e à nossa volta que não seja paz, amor e harmonia, a Chama Violeta é o Fogo Purificador, a Chama da Transmutação.
A cor violeta é a cor máxima da espiritualidade, é a freqüência máxima de vibração e ela pode ser utilizada como exercício de visualização diária para nos re-equilibrarmos e equilibrarmos tudo à nossa volta, transmutando tudo em Perfeição, Paz, Libertação, Luz e Amor Universal.
A chama violeta é a essência do Sétimo Raio, é como um raio de sol passando através de um prisma é refratado nas sete cores do arco-íris, assim também a luz se manifesta nos sete raios. Cada raio tem uma cor, freqüência e qualidade específica da consciência de Deus. O raio violeta é conhecido como o sétimo raio. Quando você o invoca, em nome de Deus, ele desce como um raio de energia espiritual, explodindo numa chama espiritual, em seu coração, com as qualidades de misericórdia, perdão, justiça, liberdade e transmutação.
Saint Germain é conhecido como o Senhor do Sétimo Raio. Cada vez que oramos para ele, ele nos envia inúmeras dádivas do Espírito, como alegria, diplomacia e criatividade. Ele pode inspirar-nos com as suas inovações na ciência, na literatura, na religião, no governo, na filosofia, na educação, na cura, na alquimia e em outros campos. Por quase setenta anos, Saint Germain têm-nos preparado para entrar na era de Aquário, na era da paz, da liberdade e da iluminação. Apareceu para Guy Ballard no início de 1930, dando-lhe o primeiro ensinamento sobre a chama violeta.
Saint Germain nos deu outro decreto da Chama Violeta:
"EU SOU um ser de Fogo Violeta! EU SOU a Pureza que DEUS deseja!"
Quando você recita esse e outros decretos de chama violeta, a chama violeta permeia cada célula e átomo de seu corpo, penetrando em sua mente, suas emoções, seu subconsciente e sua memória.
Saint Germain disse:
"O uso da chama violeta consumidora é mais valioso para você e para toda a humanidade do que toda a riqueza, todo o ouro, todas as jóias do planeta"
A Chama Violeta é uma forte e poderosa chama que TRANSMUTA tudo em nós e à nossa volta que não seja paz, amor e harmonia, a Chama Violeta é o Fogo Purificador, a Chama da Transmutação.
A cor violeta é a cor máxima da espiritualidade, é a freqüência máxima de vibração e ela pode ser utilizada como exercício de visualização diária para nos re-equilibrarmos e equilibrarmos tudo à nossa volta, transmutando tudo em Perfeição, Paz, Libertação, Luz e Amor Universal.
A chama violeta é a essência do Sétimo Raio, é como um raio de sol passando através de um prisma é refratado nas sete cores do arco-íris, assim também a luz se manifesta nos sete raios. Cada raio tem uma cor, freqüência e qualidade específica da consciência de Deus. O raio violeta é conhecido como o sétimo raio. Quando você o invoca, em nome de Deus, ele desce como um raio de energia espiritual, explodindo numa chama espiritual, em seu coração, com as qualidades de misericórdia, perdão, justiça, liberdade e transmutação.
Saint Germain é conhecido como o Senhor do Sétimo Raio. Cada vez que oramos para ele, ele nos envia inúmeras dádivas do Espírito, como alegria, diplomacia e criatividade. Ele pode inspirar-nos com as suas inovações na ciência, na literatura, na religião, no governo, na filosofia, na educação, na cura, na alquimia e em outros campos. Por quase setenta anos, Saint Germain têm-nos preparado para entrar na era de Aquário, na era da paz, da liberdade e da iluminação. Apareceu para Guy Ballard no início de 1930, dando-lhe o primeiro ensinamento sobre a chama violeta.
Saint Germain nos deu outro decreto da Chama Violeta:
"EU SOU um ser de Fogo Violeta! EU SOU a Pureza que DEUS deseja!"
Quando você recita esse e outros decretos de chama violeta, a chama violeta permeia cada célula e átomo de seu corpo, penetrando em sua mente, suas emoções, seu subconsciente e sua memória.
O poder da chama Violeta
EXERCÍCIOS DA CHAMA VIOLETA
"EU SOU um ser de Luz Violeta! EU SOU o Amor que DEUS deseja!"
Fixe seus olhos na Chama Violeta, visualize o seu corpo dentro dela, a chama violeta penetra no seu corpo. A chama violeta se expande, se expande, se expande cada vez mais, transmutando e purificando tudo em nós e à nossa volta que não seja paz , equilíbrio, bem-estar, amor, harmonia e luz.
(O exercício pode ser feito substituindo as palavras paz, amor, ..., por exemplo: sua casa, seus parentes, uma situação...)
* EXPLICAÇÃO *
A atuação da chama violeta se assemelha à do sabão. O sabão limpa a sujeira de nossas roupas pelo uso das cargas negativas e positivas dos átomos. Isso porque cada uma de suas moléculas tem dois lados: um lado que é atraído pela sujeira e um lado que é atraído pela água. O lado que prefere a sujeira atrai a sujeira, como um imã atrai um clipe de papel, arrastando-o para fora de sua caixa. O lado que prefere a água fixa-se na água, carregando a sujeira com ela.
Quando invocamos a chama violeta, cria-se uma polaridade entre o núcleo do átomo e o núcleo de fogo branco da chama. O núcleo do átomo, sendo matéria, assume o pólo negativo; o núcleo de fogo branco da chama violeta, sendo espírito, assume o pólo positivo.
A interação entre o núcleo do átomo e da luz na chama violeta estabelece uma oscilação. Essa oscilação desaloja as densidades enredadas entre os elétrons que orbitam ao redor do núcleo. Assim que essa substância pesada que sobrecarrega o átomo se solta, é lançada na chama violeta e levada embora.
Mas, diversamente do sabão, a chama violeta não só envolve e remove os escombros; ela os transforma em pura energia de luz. Libertos dos escombros, os elétrons começam a mover-se livremente, elevando, portanto, a nossa vibração e propelindo-nos para um estado mais espiritual de ser.
As pessoas percebem uma diferença espiritual e física quando usam a chama violeta. Mas o que realmente acontece quando repetimos as palavras dos decretos de chama violeta?
Posso dar-lhe duas perspectivas a respeito - a perspectiva espiritual como me é revelada pelos Mestres Ascensos e a perspectiva científica, baseada em recentes desenvolvimentos na física e na medicina. Ambas a explanações envolvem o conceito de vibração.
Na física, vibração é a velocidade pela qual algo se move para frente e para trás, ou oscila. Conforme meu entendimento, num nível espiritual, a vibração é também o padrão de rotação dos elétrons conforme eles se movem ao redor do núcleo do átomo. Como veremos, essas definições podem não estar tão distanciadas.
Todos temos quatro corpos que envolvem a nossa alma:
(1) o corpo físico, que podemos ver e tocar;
(2) o de desejos, ou corpo astral, que contém nossas emoções;
(3) o corpo mental, que é a nossa mente consciente;
(4) o etérico, ou corpo de memória, que contém as memórias de todas as nossas vidas passadas. A chama violeta atua nesses quatros corpos, pela mudança do padrão de sua vibração.
O que faz a chama violeta quando permeia os átomos? Os Mestres nos deram a seguinte explicação:
Todos sabemos que os átomos se constituem principalmente de espaços vazios. Se um átomo for do tamanho de uma bola de basquete, seu núcleo seria ainda muito pequeno para nossos olhos poderem enxergar. Entretanto, 99,9 por cento da massa do átomo está concentrada no núcleo, deixando o resto da bola de basquete com espaço vazio, habitado somente pelos elétrons, que pesam muito pouco. Todo aquele espaço entre o núcleo e a borda do átomo é onde a discórdia e as energias negativas podem se fixar.
No nível celular e molecular, essas substâncias parecem como poeira, fuligem, piche ou cimento. Os Mestres têm usado a ilustração de alguém pegando um balde de piche derretido e derramando sobre um barril cheio de mármores. Os espaços entre os mármores ficam grudentos com o piche escorrendo e logo toda a massa se solda.
Os Mestres contam-nos que, quando nossos corpos espiritual e físico se tornam obstruídos por energia negativa e pelo carma, diminui a vibração dos elétrons em nossos quatro corpos inferiores. Então começamos a ressonar mais com a negatividade e menos com a pura energia cósmica que vem da nossa Presença Divina e, eventualmente, podemos ficar doentes. Quanto mais substância houver em nossos quatro corpos inferiores, mais baixo o nosso padrão vibracional e mais sobrecarregados nos tornamos. Espiritualmente, esse é o motivo pelo qual as pessoas morrem.
Se você estudou acupuntura e yoga, sabe que a boa saúde vem quando a energia espiritual flui livremente através de nossos corpos. Quando a substância cármica se solidifica, é como se ocorresse o endurecimento de artérias em nossos corpos espirituais. Quando ressonamos com a negatividade, gradualmente nos tornamos nela a não ser que façamos algo para melhorar.
O fogo violeta transmuta qualquer coisa negativa onde quer que esteja alojada, no seu ser físico ou espiritual. Isso inclui tudo, desde as sementes do ódio a si próprio até o vírus físico. Quando a chama violeta atua, passa através dos espaços obstruídos entre os elétrons e o núcleo. Ela ejeta essas partículas de substância densa de seu corpo e as dissolve. Esse processo transmuta a energia negativa em energia positiva, restaurando a sua pureza inata.
FONTE: http://www.eusouluz.iet.pro.br/explicacao.htm
16 de setembro de 2011
Exercer a mediunidade
Exercer a mediunidade
:: Osvaldo Shimoda ::
:: Osvaldo Shimoda ::
Você está cumprindo o acordo feito no Astral?
Síndrome do pânico, vida bloqueada, inquietação, angústia, choro fácil (sem motivo aparente), fobia, isto é, mal-estar em locais públicos (cinema, shopping, metrô, shows), instabilidade de humor (humor extremado), costumam ser os sintomas clássicos de um médium em desequilíbrio. Mas, por quê?
Em minha experiência clínica no consultório, são dois os fatores que causam esses transtornos:
1) Assédio espiritual: por conta dos canais mediúnicos abertos, esses médiuns são constantemente atacados por seres das trevas -sejam obsessores espirituais (desafetos do passado do paciente, em que foram prejudicados pelo mesmo e, com isso, buscam prejudicá-lo e, movidos à ódio e vingança, querem acertar as contas)- ou espíritos oportunistas, que querem um auxílio, um amparo espiritual.
2) Não cumprimento do acordo feito no Astral: por terem prejudicado e gerado muito sofrimento às pessoas em existências passadas; para repararem esse erro, no Astral, firmaram juntos com os seus mentores espirituais um acordo, um compromisso de trabalho espiritual como médiuns ao reencarnarem nesta vida terrena -seja em incorporação, ou mesmo em cura, através da imposição das mãos-, ajudando os necessitados.
No entanto, por indulgência, rebeldia, teimosia, imaturidade espiritual, falta de esclarecimento, preconceito, receio de assumirem responsabilidade como médiuns-, ignoram, negam ou fogem dos trabalhos mediúnicos nos centros espíritas Kardecistas, umbandistas, etc..
Preferem, portanto, o caminho da dor, do sofrimento, em vez de seguirem o caminho do amor, da boa vontade, exercendo a mediunidade no auxílio ao próximo.
Freud, o pai da psicanálise, dizia: Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, o ser humano tende a mudar.
Infelizmente, é nessa condição que a maioria de meus pacientes médiuns vem ao meu consultório.
Recordo-me de uma paciente que me procurou por conta de estar perdendo sua audição (ela tinha 70% de acuidade auditiva no ouvido direito e 40% no esquerdo).
Clinicamente, os exames feitos pelos médicos não acusaram nenhuma lesão ou quaisquer distúrbios orgânicos em seu aparelho auditivo.
Ao passar pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) -A Terapia do Mentor Espiritual, abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim-, seu mentor espiritual lhe mostrou uma cena de uma vida passada, na qual trabalhava como médium num centro espírita Kardecista, mas auxiliava os necessitados escutando-os com má vontade. Por fim, acabou abandonando a casa espírita, preferindo as noitadas, as festas e veio a falecer de overdose de cocaína nessa existência passada.
Após seu mentor espiritual ter lhe mostrado essa cena da vida pretérita, disse-lhe que hoje sua cura auditiva dependia da cura dos necessitados, caso viesse a trabalhar no centro espírita. Ou seja, estava tendo novamente a oportunidade de exercer a sua mediunidade ouvindo, ajudando os mais necessitados, desta vez com interesse genuíno em ouvi-los e ajudá-los.
Síndrome do pânico, vida bloqueada, inquietação, angústia, choro fácil (sem motivo aparente), fobia, isto é, mal-estar em locais públicos (cinema, shopping, metrô, shows), instabilidade de humor (humor extremado), costumam ser os sintomas clássicos de um médium em desequilíbrio. Mas, por quê?
Em minha experiência clínica no consultório, são dois os fatores que causam esses transtornos:
1) Assédio espiritual: por conta dos canais mediúnicos abertos, esses médiuns são constantemente atacados por seres das trevas -sejam obsessores espirituais (desafetos do passado do paciente, em que foram prejudicados pelo mesmo e, com isso, buscam prejudicá-lo e, movidos à ódio e vingança, querem acertar as contas)- ou espíritos oportunistas, que querem um auxílio, um amparo espiritual.
2) Não cumprimento do acordo feito no Astral: por terem prejudicado e gerado muito sofrimento às pessoas em existências passadas; para repararem esse erro, no Astral, firmaram juntos com os seus mentores espirituais um acordo, um compromisso de trabalho espiritual como médiuns ao reencarnarem nesta vida terrena -seja em incorporação, ou mesmo em cura, através da imposição das mãos-, ajudando os necessitados.
No entanto, por indulgência, rebeldia, teimosia, imaturidade espiritual, falta de esclarecimento, preconceito, receio de assumirem responsabilidade como médiuns-, ignoram, negam ou fogem dos trabalhos mediúnicos nos centros espíritas Kardecistas, umbandistas, etc..
Preferem, portanto, o caminho da dor, do sofrimento, em vez de seguirem o caminho do amor, da boa vontade, exercendo a mediunidade no auxílio ao próximo.
Freud, o pai da psicanálise, dizia: Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, o ser humano tende a mudar.
Infelizmente, é nessa condição que a maioria de meus pacientes médiuns vem ao meu consultório.
Recordo-me de uma paciente que me procurou por conta de estar perdendo sua audição (ela tinha 70% de acuidade auditiva no ouvido direito e 40% no esquerdo).
Clinicamente, os exames feitos pelos médicos não acusaram nenhuma lesão ou quaisquer distúrbios orgânicos em seu aparelho auditivo.
Ao passar pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) -A Terapia do Mentor Espiritual, abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim-, seu mentor espiritual lhe mostrou uma cena de uma vida passada, na qual trabalhava como médium num centro espírita Kardecista, mas auxiliava os necessitados escutando-os com má vontade. Por fim, acabou abandonando a casa espírita, preferindo as noitadas, as festas e veio a falecer de overdose de cocaína nessa existência passada.
Após seu mentor espiritual ter lhe mostrado essa cena da vida pretérita, disse-lhe que hoje sua cura auditiva dependia da cura dos necessitados, caso viesse a trabalhar no centro espírita. Ou seja, estava tendo novamente a oportunidade de exercer a sua mediunidade ouvindo, ajudando os mais necessitados, desta vez com interesse genuíno em ouvi-los e ajudá-los.
Não estamos sozinhos!
:: Wagner Borges ::
Por que os meus olhos teimam em ver o que o meu coração já sentiu?
Por que sinto que nossa origem é extraterrestre e que outros olhos estão nos observando e também nos sentindo com o coração?
Será que eles também choram de saudade?
Olho para as estrelas e penso nas naves invisíveis que se movimentam interdimensionalmente e são motivadas por razões que só os seus tripulantes sabem.
Penso nos povos de outros orbes que nos visitam em suas naves fantásticas e, ao mesmo tempo, lembro-me das diversas guerras em andamento no nosso planeta no momento.
Pergunto-me se os visitantes espaciais estão vendo isso e se não nos consideram meio loucos?
Talvez haja um plano cósmico em andamento e nós estamos inseridos nele, mas ainda não sabemos. Ou talvez os nossos visitantes sejam mais parecidos e próximos de nós do que jamais imaginamos dentro de nossa cegueira interdimensional temporária.
Quem sabe se, no fundo dos mares, no interior da Terra, ou mesmo sob as calotas polares, não há diversas colônias ou bases extraterrestres monitorando invisivelmente o progresso da humanidade terrestre?
Lembro-me de Jesus ensinando, "Na Casa do Pai há muitas moradas".
Será que Ele também estava sentindo saudades?
Também me lembro do sábio grego Pitágoras, ensinando sobre as esferas espirituais, e do místico e sensitivo sueco Swedenborg relatando, no século 18, que via, fora do corpo, seres de outros lugares.
Será que eles também estavam com saudades?
Meus olhos querem ver, mas o meu coração já sabe e não precisa de provas externas para comprovar o que ele já intuiu e sentiu: somos visitados por irmãos estelares há muito tempo e há uma ordem cósmica guiando os passos de raças mais jovens e imaturas nos orbes mais densos.
Iludidos pelos cinco sentidos convencionais e presos a paradigmas materiais e imediatistas, não percebemos a imensa trama cósmica em que estamos inseridos e também não percebemos que fazemos parte da imensa família sideral.
Cegos e meio-loucos por causa do isolamento em relação aos nossos irmãos espaciais, pensamos e fazemos coisas estranhas e não conseguimos a paz tão almejada.
Saudades, saudades, saudades... Os olhos querem ver, mas o coração já sabe:
NÃO ESTAMOS SOZINHOS!
Paz e Luz.
Por que os meus olhos teimam em ver o que o meu coração já sentiu?
Por que sinto que nossa origem é extraterrestre e que outros olhos estão nos observando e também nos sentindo com o coração?
Será que eles também choram de saudade?
Olho para as estrelas e penso nas naves invisíveis que se movimentam interdimensionalmente e são motivadas por razões que só os seus tripulantes sabem.
Penso nos povos de outros orbes que nos visitam em suas naves fantásticas e, ao mesmo tempo, lembro-me das diversas guerras em andamento no nosso planeta no momento.
Pergunto-me se os visitantes espaciais estão vendo isso e se não nos consideram meio loucos?
Talvez haja um plano cósmico em andamento e nós estamos inseridos nele, mas ainda não sabemos. Ou talvez os nossos visitantes sejam mais parecidos e próximos de nós do que jamais imaginamos dentro de nossa cegueira interdimensional temporária.
Quem sabe se, no fundo dos mares, no interior da Terra, ou mesmo sob as calotas polares, não há diversas colônias ou bases extraterrestres monitorando invisivelmente o progresso da humanidade terrestre?
Lembro-me de Jesus ensinando, "Na Casa do Pai há muitas moradas".
Será que Ele também estava sentindo saudades?
Também me lembro do sábio grego Pitágoras, ensinando sobre as esferas espirituais, e do místico e sensitivo sueco Swedenborg relatando, no século 18, que via, fora do corpo, seres de outros lugares.
Será que eles também estavam com saudades?
Meus olhos querem ver, mas o meu coração já sabe e não precisa de provas externas para comprovar o que ele já intuiu e sentiu: somos visitados por irmãos estelares há muito tempo e há uma ordem cósmica guiando os passos de raças mais jovens e imaturas nos orbes mais densos.
Iludidos pelos cinco sentidos convencionais e presos a paradigmas materiais e imediatistas, não percebemos a imensa trama cósmica em que estamos inseridos e também não percebemos que fazemos parte da imensa família sideral.
Cegos e meio-loucos por causa do isolamento em relação aos nossos irmãos espaciais, pensamos e fazemos coisas estranhas e não conseguimos a paz tão almejada.
Saudades, saudades, saudades... Os olhos querem ver, mas o coração já sabe:
NÃO ESTAMOS SOZINHOS!
Paz e Luz.
11 de setembro de 2011
4 de setembro de 2011
Simplesmente ame
As pessoas se sentem muitas vezes rejeitadas porque antes mesmo delas darem algo, já existe a expectativa. Se a expectativa não for satisfeita, elas se sentem rejeitadas. É a expectativa que está criando problema, não o amor.
Dê o amor sem qualquer corda amarrando-o. Dê o amor pelo puro prazer de dar. Alegre-se dando-o.
O pássaro cuco, ao cantar distante, não se preocupa se alguém está gostando ou não. A estrela distante - você pensa que ela está preocupada se um poeta está escrevendo um belo poema sobre ela ou se um Vicent van Gogh está pintando-a, ou se um fotógrafo ou um astrônomo estão preocupados com ela? A estrela não está interessada nisso. A sua alegria está em continuar brilhando.
Simplesmente abra o seu coração... E abra-o totalmente, sem quaisquer expectativas e condições. É certo que ele alcançará o coração certo; isto sempre acontece.
...E você está me perguntando: Seria este o tempo e o lugar para abrir o meu coração totalmente?
Todo tempo e todo lugar é o lugar certo!
...Você esperou tempo demais, não espere mais. Este é o tempo. Nunca confie no momento seguinte; o amanhã nunca vem. É agora ou nunca"!
OSHO.
Dê o amor sem qualquer corda amarrando-o. Dê o amor pelo puro prazer de dar. Alegre-se dando-o.
O pássaro cuco, ao cantar distante, não se preocupa se alguém está gostando ou não. A estrela distante - você pensa que ela está preocupada se um poeta está escrevendo um belo poema sobre ela ou se um Vicent van Gogh está pintando-a, ou se um fotógrafo ou um astrônomo estão preocupados com ela? A estrela não está interessada nisso. A sua alegria está em continuar brilhando.
Simplesmente abra o seu coração... E abra-o totalmente, sem quaisquer expectativas e condições. É certo que ele alcançará o coração certo; isto sempre acontece.
...E você está me perguntando: Seria este o tempo e o lugar para abrir o meu coração totalmente?
Todo tempo e todo lugar é o lugar certo!
...Você esperou tempo demais, não espere mais. Este é o tempo. Nunca confie no momento seguinte; o amanhã nunca vem. É agora ou nunca"!
OSHO.
29 de agosto de 2011
Tá sozinho? Aproveite o agora para ser dar ainda melhor depois!
:: Rosana Braga ::
Você já deve ter ouvido aquela metáfora do copo com água até a metade, que nos convida a refletir sobre o que enxergamos: meio copo cheio ou meio copo vazio? Bem, a ideia é averiguar se temos olhado as circunstâncias a partir do que está faltando ou a partir do que já existe. E pretendo seguir por esta linha, ao falar de estar ou não vivendo um relacionamento atualmente...
Considerando que foi estabelecido até o "Dia do Solteiro", partimos do princípio de que há algo a ser comemorado por quem está só. Apenas por esta razão, já temos um ângulo positivo sob o qual a questão pode ser vista. Mas sabemos que o "buraco é bem mais embaixo". Ou seja, embora algumas pessoas realmente saibam aproveitar a solteirice, outras, porém, sentem-se profundamente angustiadas ao se constatarem "sozinhas".
Em primeiro lugar, penso que, para quem deseja viver um grande amor, aprender a estar solteiro e feliz de verdade é fundamental! Algo mais ou menos como saber apreciar uma música justamente por conhecer o silêncio. Ou conseguir sentir o calor do sol sobretudo por já ter sentido a ausência dele. Enfim, o que quero dizer é que não dá para aprender a se entregar e a valorizar um relacionamento feito gente grande se você não sabe vivenciar a sua solteirice. São dois lados da mesma moeda! Questões inseparáveis.
E um lado jamais será completamente bom (incluindo todas as particularidades de uma relação), se o outro não tiver sido vivido de forma intensa, inteira e profunda. Estar solteiro é um convite ao deleite de conhecer, seja a si mesmo ou ao outro, o novo, o diferente, as até então inexistentes possibilidades. Estar solteiro é vivenciar um tempo de recriar, recomeçar, renovar, renascer.
Entretanto, infelizmente, muitas pessoas só conseguem enxergar o que lhes falta sem se darem conta de que a falta é delas mesmas, do que poderiam ser e se tornar enquanto singulares para que, quando pares, soubessem que não vale a pena tantas implicações sem razão, tantas picuinhas que não levam a nada e só destroem momentos que poderiam ser imperdíveis.
A solteirice é uma lição imprescindível. É como o intervalo entre um filme e outro para a pipoca e o xixi. E não há nada mais gostoso e confortável que satisfazer essas pequenas necessidades ou desejos. O problema é que muita gente só consegue reclamar e se lamentar e se vitimizar, haja o que houver, e sem sequer notar. Quando está se relacionamento, briga, fica impaciente, bota seus bichos pra fora e acha que o outro tem de suportar tudo como prova de que o ama de qualquer jeito. E quando está solteiro, sente-se o último dos solitários, abandonado, procurando o que tem de errado consigo, dia e noite.
Enfim, uma completa perda de tempo. Um total desperdício de vida, prazeres, alegrias e realizações. Sem conseguir apreciar um lado da moeda, simplesmente desvaloriza o outro lado. Sem jamais se permitir um namoro consigo mesmo - que nada mais é do que a solteirice - não consegue se permitir o verdadeiro namoro com o outro.
Minha sugestão é para que você, ao estar solteiro, consiga vivenciar de fato a melhor das realidades: estar naquele momento em que se namora a vida, certo de que o melhor está por vir. Mas lembre-se de que isso não significa que a felicidade está para chegar. Ela já está. Estar solteiro ou estar comprometido, repito, são duas vias de um mesmo caminho. E se cada passo, seja por uma via ou por outra, não for dado com a certeza de que ambos reservam alegrias e tristezas, você nunca conseguirá sentir essa felicidade, simplesmente porque vai passar a vida esperando pelo que poderia ser, mas não é!
Considerando que foi estabelecido até o "Dia do Solteiro", partimos do princípio de que há algo a ser comemorado por quem está só. Apenas por esta razão, já temos um ângulo positivo sob o qual a questão pode ser vista. Mas sabemos que o "buraco é bem mais embaixo". Ou seja, embora algumas pessoas realmente saibam aproveitar a solteirice, outras, porém, sentem-se profundamente angustiadas ao se constatarem "sozinhas".
Em primeiro lugar, penso que, para quem deseja viver um grande amor, aprender a estar solteiro e feliz de verdade é fundamental! Algo mais ou menos como saber apreciar uma música justamente por conhecer o silêncio. Ou conseguir sentir o calor do sol sobretudo por já ter sentido a ausência dele. Enfim, o que quero dizer é que não dá para aprender a se entregar e a valorizar um relacionamento feito gente grande se você não sabe vivenciar a sua solteirice. São dois lados da mesma moeda! Questões inseparáveis.
E um lado jamais será completamente bom (incluindo todas as particularidades de uma relação), se o outro não tiver sido vivido de forma intensa, inteira e profunda. Estar solteiro é um convite ao deleite de conhecer, seja a si mesmo ou ao outro, o novo, o diferente, as até então inexistentes possibilidades. Estar solteiro é vivenciar um tempo de recriar, recomeçar, renovar, renascer.
Entretanto, infelizmente, muitas pessoas só conseguem enxergar o que lhes falta sem se darem conta de que a falta é delas mesmas, do que poderiam ser e se tornar enquanto singulares para que, quando pares, soubessem que não vale a pena tantas implicações sem razão, tantas picuinhas que não levam a nada e só destroem momentos que poderiam ser imperdíveis.
A solteirice é uma lição imprescindível. É como o intervalo entre um filme e outro para a pipoca e o xixi. E não há nada mais gostoso e confortável que satisfazer essas pequenas necessidades ou desejos. O problema é que muita gente só consegue reclamar e se lamentar e se vitimizar, haja o que houver, e sem sequer notar. Quando está se relacionamento, briga, fica impaciente, bota seus bichos pra fora e acha que o outro tem de suportar tudo como prova de que o ama de qualquer jeito. E quando está solteiro, sente-se o último dos solitários, abandonado, procurando o que tem de errado consigo, dia e noite.
Enfim, uma completa perda de tempo. Um total desperdício de vida, prazeres, alegrias e realizações. Sem conseguir apreciar um lado da moeda, simplesmente desvaloriza o outro lado. Sem jamais se permitir um namoro consigo mesmo - que nada mais é do que a solteirice - não consegue se permitir o verdadeiro namoro com o outro.
Minha sugestão é para que você, ao estar solteiro, consiga vivenciar de fato a melhor das realidades: estar naquele momento em que se namora a vida, certo de que o melhor está por vir. Mas lembre-se de que isso não significa que a felicidade está para chegar. Ela já está. Estar solteiro ou estar comprometido, repito, são duas vias de um mesmo caminho. E se cada passo, seja por uma via ou por outra, não for dado com a certeza de que ambos reservam alegrias e tristezas, você nunca conseguirá sentir essa felicidade, simplesmente porque vai passar a vida esperando pelo que poderia ser, mas não é!
Rosana Braga é Palestrante, Jornalista, Consultora em Relacionamentos
e Autora dos livros "O PODER DA GENTILEZA" e "FAÇA O AMOR VALER A PENA", entre outros.
e Autora dos livros "O PODER DA GENTILEZA" e "FAÇA O AMOR VALER A PENA", entre outros.
22 de agosto de 2011
Estamos obcecados com "o melhor".
Estamos obcecados com "o melhor".
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta. O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.
Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno
desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter.
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o
melhor cargo da empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom que já temos".
A casa que é pequena, mas nos acolhe;
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria;
A TV que está velha, mas nunca deu defeito;
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos";
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo;
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem;
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
* Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
* Ou será que isso já é o melhor, e, na busca do "melhor", a gente nem percebeu?
Leila Ferreira é uma jornalista mineira com mestrado em Letras e doutorado em Comunicação, em Londres. Apesar disso, optou por viver uma vidinha mais simples, em Belo Horizonte...
19 de agosto de 2011
18 de agosto de 2011
11 de agosto de 2011
Para vencer as dificuldades no amor
Ajude-me a entrar em sintonia com minha alma gêmea, para que possamos desfrutar o amor, abençoados pela providência Divina.
Peço a tua intercessão poderosa, junto a Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém”
Oração para Proteger o Relacionamento
Meu grande Santo António, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, por minha vida, por meus anseios. Ajuda-me a defender dos perigos. Ajuda a afastar de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos e os enganos no amor.
Faz que eu seja realista, confiante, digna(a) e alegre neste meu relacionamento.
Que meu/minha namorado(a), me agrade, que seja trabalhador(a), virtuoso(a), responsável e fiel.
Ajuda-me a encontrar um caminho para o futuro e para a vida a dois com as disposições de quem recebeu de Deus uma vocação sagrada e um dever social.
Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas.
Que a traição e o ciúme desmedido se afaste de nossas mentes e corações e o amor assim como a harmonia sempre entre nós prevaleça.
Que os nossos corações busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé assim como do nosso amor e que este seja infinito e eterno, e que o casamento seja o nosso último destino.
27 de julho de 2011
Os portões de chegada
Cada abraço daqueles guarda uma história diferente...
Cada reencontro daqueles revela um outro mundo, uma outra vida, diversa da nossa, da sua...
Se você nunca teve a oportunidade de observar, por mais de cinco segundos, todas aquelas pessoas – desconhecidos numa multidão - esperando seus amigos, seus familiares, seus amores, não tenha medo de perceber da próxima vez, a magia de um momento, de um lugar.
Falamos dos portões de chegada de um aeroporto, um desses lugares do mundo onde podemos notar claramente a presença grandiosa do amor.
Invisível, quase imperceptível, ali ele está com toda sua sublimidade.
Nas declarações silenciosas de um olhar tímido. No calor ameno de um abraço apertado. No breve constrangimento ao tentar encontrar palavras para explicá-lo.
Na oração de três segundos elevada ao Alto - agradecendo a Deus por ter cuidado de seu ente querido que retorna.
Richard Curtis, que assina a produção cinematográfica de nome Love actually – traduzida no Brasil como Simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada.
O autor oferece na primeira e última cenas do filme exatamente a contemplação dos portões de chegada de um aeroporto e de seu belíssimo espetáculo representando a essência do amor.
Ouve-se um narrador, nos primeiros segundos, confessando que, toda vez que a vida se lhe mostrava triste, sem graça, cruel, ele se dirigia para o aeroporto para observar aqueles portões e ali encontrava o amor por toda parte.
Seu coração alcançava uma paz, um alívio, em notar que o amor ainda existia e que ainda havia esperança para o mundo.
Isso tudo pode parecer um tanto poético demais para os mais práticos, é certo.
Assim, a melhor forma de compreender a situação proposta é a própria vivência.
Sugerimos que faça a experiência de, por alguns minutos, contemplar essas cenas por si mesmo, seja na espera de aviões ou outros meios de transporte coletivos.
Propomos que parta de uma posição mais analítica, de início, com algumas pitadas de curiosidade:
Que grau de parentesco possuem aquelas pessoas? - Há quanto tempo não se veem? - De onde chegam?
Ou, quem sabe, sobre outros: Que histórias têm para contar! - O que irão narrar por primeiro ao saírem dali? Sobre a família, sobre a viagem, sobre a espera em outro aeroporto?
Ao perceber lágrimas em alguns olhos, questione: De onde elas vêm? - Há quanto tempo não se encontram? - Que felicidade não existe dentro da alma naquele momento!
Por fim, reflita:
Por quanto tempo aquele instante irá ficar guardado na memória! O instante do reencontro...
Tudo isso poderá nos levar a uma analogia final, a uma nova questão: não seria a Terra um imenso aeroporto? Um lugar de chegadas e partidas que não param, constantes, inevitáveis?
Pensando nos portões de chegada na Terra, lembramos dos bebês, que abraçamos ao nascerem, com este mesmo amor daqueles que esperam num aeroporto por seus amados.
Choramos de alegria, contemplando a beleza de uma nova vida, e muitas vezes este choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro.
É um antigo amor que, por vezes, volta ao nosso lar através da reencarnação.
Pensando agora nos portões de partida, inevitavelmente lembramos da morte, da despedida.
Mas este sentir poderá ser também feliz!
Como o sentimento que invade uma mãe ou um pai que dá adeus a um filho que logo embarcará em direção a outro país, a fim de fazer uma viagem de aprendizagem, de estudo ou profissional.
Choram sim, de saudade, mas o sentimento que predomina no bom coração dos pais é a felicidade pela oportunidade que estão recebendo, pois têm consciência de que aquilo é o melhor para ele no momento.
* * *
Vivemos no aeroporto Terra.
Todos os dias milhares partem, milhares chegam.
Chegadas e partidas são inevitáveis.
O que podemos mudar é a forma de observá-las.
Redação do Momento Espírita com base no cap. Os portões de chegada, do livro O que as águas não refletem, de Andrey Cechelero.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 12, e no livro Momento Espírita v. 6, ed. Fep.
13 de julho de 2011
Oração para abençoar o local de trabalho
Deus, pai de bondade, criador de todas as coisas e santificador de todas as criaturas.
Suplicamos a tua benção e proteção sobre este local de trabalho;
Que a graça do teu espírito santo habite dentro destas paredes, para que não haja contendas nem desunião e que todos que precisarem do nosso atendimento sejam tratados com igualdade independente de posição social cor ou raça.
Afasta desse nosso local de trabalho toda inveja!
Que teus anjos de luz acampem ao redor deste estabelecimento e somente a paz e a prosperidade habitem nesse local.
Concede aos que aqui trabalham um coração generoso, para que o dom da partilha aconteça e as tuas bençãos sejam abundantes.
Dá saude aos que retiram desse lugar o sustento da familia, e que eles saibam e possam cantar louvores a ti.
Por Cristo Jesus. Assim Seja
12 de julho de 2011
A vida é feita de escolhas
E o amor é uma delas.
Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e “automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.
Assim também é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior!
Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.
Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?
Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.
O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!
Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro.
Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.
Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo retribuir, compartilhar…
E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”.
Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro… ou então partir, inteira e verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos…
Rosana Braga
10 de julho de 2011
Miss Imperfeita!
por Martha Medeiros
Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se
isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional,mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana,vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por
nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na
sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da
maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo
o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por
dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser
indispensável. É ter tempo.Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos
de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser
perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de
ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for
super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada
pedacinho de si.Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser
independente.Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre
para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa
Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso,
francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à
beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida
interessante'Martha Medeiros - Jornalista e escritora
2 de julho de 2011
Se o amor não vai bem, concentre-se em você!
por:: Rosana Braga ::
Na semana passada, escrevi sobre dar um tempo para o amor. Ou seja, se a relação não vai bem, muitas vezes precisamos baixar a ansiedade e esperar, até que a situação melhore; pois ela sempre melhora, de uma forma ou de outra! Fiquei impressionada com a quantidade de mensagens que recebi.
Percebi que a dúvida não está em dar um tempo, mas em como conseguir fazer isso, em como suportar a espera. Realmente, é sempre muito difícil esperar. A paciência é o exercício da espera... um grande e penoso aprendizado para nós, seres humanos.
Mas, sabe, a verdade é que só há uma maneira de dar um tempo para o amor.
É tirar o foco do outro e colocá-lo em você! Isto é, existem momentos na vida em que, mais do que nunca, precisamos olhar para nós mesmos, nos concentrarmos em nossos próprios sentimentos, lançarmos mão de nossa coragem e perguntar ao nosso coração o que realmente queremos, do que realmente gostamos e o que realmente estamos fazendo com nossas vidas...
Geralmente, quando estamos num relacionamento, costumamos nos concentrar no outro quase que totalmente, seja nas características boas, seja nas ruins. Por conta disso, passamos a responsabilizar o outro tanto por nossa felicidade (quando tudo vai bem), como por nossa dor, por nossos medos, inseguranças e tristezas (quando tudo vai mal)...
Se tudo vai bem, nem percebemos. Mas quando a desilusão chega (e ela sempre chega, porque é uma grande mestra: nos tira da ilusão em que estávamos vivendo), fica muito doloroso admitir que também somos responsáveis, que também contribuímos para que certas ilusões fossem criadas e mantidas... E, assim, recusando a dor, negando nossa participação, nada conseguimos fazer, nada podemos mudar e não sabemos como sair desse jogo.
Certamente, escrever é bem mais fácil do que viver, mas eu lhe garanto: sei o quanto é difícil, mas sei o quanto é possível! Então, sugiro que diante da desilusão, diante da crise que vai se instalando dia-a-dia numa relação de amor, você se concentre em si mesmo.
Todos nós, algum dia em nossas vidas, já quisemos mudar a pessoa amada. Já desejamos que ela fosse diferente, que agisse de outra maneira, que nos dissesse outras palavras e talvez até sentisse outros sentimentos. Mas nos deparamos com a impossibilidade de mudar o outro.
É assim: descobrimos a duras penas que não podemos melhorar o outro porque já temos dificuldade e trabalho o suficiente para melhorarmos a nós mesmos. Mas nem sempre nos damos conta de que a melhora pede conhecimento, dedicação e coragem.
Só poderemos sair da dor quando soubermos exatamente onde está nossa ferida. Sim, porque o outro não tem o poder de nos fazer sofrer se, antes, nós mesmos não tivermos criado uma ferida para que, ao ser tocada, sintamos dor... Ou seja, o outro não nos machuca, apenas toca em nossos machucados (feitos por nós mesmos) para nos lembrar de que eles ainda estão ali, precisando de cuidados, de atenção, de tratamento.
Faça um check-up interno. Descubra quais são as feridas que você foi lhe fazendo ao longo da vida. Lembre-se das vezes em que os acontecimentos não foram exatamente como você esperava, como você gostaria e que, por isso, você se feriu, se culpou, não foi capaz de aceitar o ritmo do Universo.
Esteja certo de que, uma vez detectadas as suas feridas, você saberá como curá-las. Saberá ainda que é exatamente esse o tempo que a gente dá para a relação. Um tempo para nós mesmos, para nossas dores, para nossa cura... Para nossa evolução!
E de tempo em tempo, de dor em dor, estaremos cada vez mais prontos para viver o amor...
Na semana passada, escrevi sobre dar um tempo para o amor. Ou seja, se a relação não vai bem, muitas vezes precisamos baixar a ansiedade e esperar, até que a situação melhore; pois ela sempre melhora, de uma forma ou de outra! Fiquei impressionada com a quantidade de mensagens que recebi.
Percebi que a dúvida não está em dar um tempo, mas em como conseguir fazer isso, em como suportar a espera. Realmente, é sempre muito difícil esperar. A paciência é o exercício da espera... um grande e penoso aprendizado para nós, seres humanos.
Mas, sabe, a verdade é que só há uma maneira de dar um tempo para o amor.
É tirar o foco do outro e colocá-lo em você! Isto é, existem momentos na vida em que, mais do que nunca, precisamos olhar para nós mesmos, nos concentrarmos em nossos próprios sentimentos, lançarmos mão de nossa coragem e perguntar ao nosso coração o que realmente queremos, do que realmente gostamos e o que realmente estamos fazendo com nossas vidas...
Geralmente, quando estamos num relacionamento, costumamos nos concentrar no outro quase que totalmente, seja nas características boas, seja nas ruins. Por conta disso, passamos a responsabilizar o outro tanto por nossa felicidade (quando tudo vai bem), como por nossa dor, por nossos medos, inseguranças e tristezas (quando tudo vai mal)...
Se tudo vai bem, nem percebemos. Mas quando a desilusão chega (e ela sempre chega, porque é uma grande mestra: nos tira da ilusão em que estávamos vivendo), fica muito doloroso admitir que também somos responsáveis, que também contribuímos para que certas ilusões fossem criadas e mantidas... E, assim, recusando a dor, negando nossa participação, nada conseguimos fazer, nada podemos mudar e não sabemos como sair desse jogo.
Certamente, escrever é bem mais fácil do que viver, mas eu lhe garanto: sei o quanto é difícil, mas sei o quanto é possível! Então, sugiro que diante da desilusão, diante da crise que vai se instalando dia-a-dia numa relação de amor, você se concentre em si mesmo.
Todos nós, algum dia em nossas vidas, já quisemos mudar a pessoa amada. Já desejamos que ela fosse diferente, que agisse de outra maneira, que nos dissesse outras palavras e talvez até sentisse outros sentimentos. Mas nos deparamos com a impossibilidade de mudar o outro.
É assim: descobrimos a duras penas que não podemos melhorar o outro porque já temos dificuldade e trabalho o suficiente para melhorarmos a nós mesmos. Mas nem sempre nos damos conta de que a melhora pede conhecimento, dedicação e coragem.
Só poderemos sair da dor quando soubermos exatamente onde está nossa ferida. Sim, porque o outro não tem o poder de nos fazer sofrer se, antes, nós mesmos não tivermos criado uma ferida para que, ao ser tocada, sintamos dor... Ou seja, o outro não nos machuca, apenas toca em nossos machucados (feitos por nós mesmos) para nos lembrar de que eles ainda estão ali, precisando de cuidados, de atenção, de tratamento.
Faça um check-up interno. Descubra quais são as feridas que você foi lhe fazendo ao longo da vida. Lembre-se das vezes em que os acontecimentos não foram exatamente como você esperava, como você gostaria e que, por isso, você se feriu, se culpou, não foi capaz de aceitar o ritmo do Universo.
Esteja certo de que, uma vez detectadas as suas feridas, você saberá como curá-las. Saberá ainda que é exatamente esse o tempo que a gente dá para a relação. Um tempo para nós mesmos, para nossas dores, para nossa cura... Para nossa evolução!
E de tempo em tempo, de dor em dor, estaremos cada vez mais prontos para viver o amor...
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